Cidades

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Em MS, campanha arrecadou 10 toneladas de alimentos para instituições locais

Doações nacionais atingiram 700 toneladas, superando a meta de 460 toneladas da campanha

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A campanha nacional de arrecadação de alimentos "Alimento a Gente Compartilha", organizada pelo Instituto Assaí, arrecadou um total de 10 mil quilos de alimentos não perecíveis apenas no estado de Mato Grosso do Sul.

Em todo o Brasil, mais de 700 toneladas foram arrecadas e, a partir dessas doações, 6 milhões de refeições beneficiaram 1 milhão de pessoas atendidas por instituições sociais locais de cada estado participante. O número de doações superou a meta estipulada pelo Instituto Assaí, que era de 460 toneladas.

“Chegar a esse número é resultado de uma atuação planejada, que reúne diferentes iniciativas e parcerias para ampliar o acesso à alimentação. Nosso foco é garantir que os alimentos cheguem a quem precisa, fortalecendo organizações sociais que já atuam diretamente junto às comunidades atendidas”, afirma Fábio Lavezo, Gerente de Sustentabilidade e Investimento Social do Assaí.

A iniciativa contou com pontos de coleta em mais de 310 lojas, distribuídas em 24 estados e no Distrito Federal, mobilizando clientes, colaboradores, fornecedores e organizações sociais parceiras.

No Mato Grosso do Sul, as ONGs atendidas diretamente foram AACC, Casa Peniel, Cotolengo e o Instituto SOS Gente. Toda a arrecadação foi destinada às organizações responsáveis pelo preparo de refeições, montagem de cestas e atendimento direto a famílias em situação de insegurança alimentar.

Iniciativas

Além da campanha "Alimento a Gente Compartilha", realizada entre 17 de novembro e 21 de dezembro, o Instituto Assaí possui iniciativas permanentes conduzidas ao longo do ano, que se complementam para ampliar o impacto social das ações. Entre elas estão a doação de cestas de alimentos, a assistência em emergências climáticas e programas contínuos voltados ao combate ao desperdício e à produção de refeições prontas.

Uma das iniciativas é o Destino Certo, programa de combate ao desperdício de alimentos que seleciona para doação frutas, legumes e verduras sem valor comercial, mas em perfeitas condições de consumo, diretamente nas lojas da rede. Ao evitar o descarte de toneladas de alimentos, a ação contribui para minimizar a insegurança alimentar em comunidades de todo o país. 

Outra frente relevante é o projeto Cozinhas Solidárias, que transforma os alimentos doados em refeições prontas destinadas a pessoas em situação vulnerabilidade. Entre 2023 e dezembro de 2025, a iniciativa somou mais de 830 mil refeições doadas, superando em aproximadamente 160% o previsto para o triênio 2023–2025. Atualmente, a rede conta com 10 cozinhas em 8 estados, reunindo organizações sociais de diferentes regiões do país que sofrem com a vulnerabilidade alimentar, incluindo uma unidade em fase de construção no Maranhão.

FACÇÃO CRIMINOSA

Membros do PCC em MS planejavam exibir armas em feiras agropecuárias, diz Gaeco

A célula da facção criminosa atua nos municípios de Aquidauana, Anastácio, Miranda, Ladário, Corumbá e Porto Murtinho.

26/01/2026 16h30

Os réus tiveram a prisão preventiva decretada e respondem pelos crimes de tráfico de drogas e por integrarem o

Os réus tiveram a prisão preventiva decretada e respondem pelos crimes de tráfico de drogas e por integrarem o "tribunal do crime" Arquivo/Agência Brasil

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O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) denunciou um grupo de cinco pessoas por integrar a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), com atuação na região de Aquidauana e cidades vizinhas.

A instauração do procedimento ocorreu após a ocorrência de pichações em locais públicos para reivindicar territórios, intimidar grupos rivais e demonstrar força organizacional no Estado. O Gaeco destacou ainda a audácia dos criminosos, que planejavam portar armas de fogo em eventos públicos de grande circulação, como exposições agropecuárias, demonstrando desprezo pela segurança da população local.

A investigação aponta uma estrutura hierarquizada dedicada ao tráfico de drogas, demarcação de território e planejamento de crimes violentos. Todos os réus tiveram a prisão preventiva decretada.

De acordo com as descobertas feitas pelo Gaeco/MPMS, o grupo era liderado por um criminoso que exercia a função de “geral de disciplina” na facção. Ele era o responsável por coordenar as ações dos membros da célula nas ruas, manter o controle sobre os demais criminosos e aplicar sanções internas.

A ação penal foi recebida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) e segue para fase de instrução processual, que começa pelos depoimentos da acusação. 

Plano de expansão

As apurações do Gaeco/MPMS apontam que o grupo planejava uma estratégia de expansão da "Regional Pantanal", subdivisão territorial da maior máfia existente no Brasil, fundada entre 2018 e 2019. Os criminosos atuavam nos municípios de Aquidauana, Anastácio, Miranda, Ladário, Corumbá e Porto Murtinho.

O grupo utilizava rotas alternativas para transportar drogas vindas da Bolívia, via Corumbá, escondendo em pneus para evitar fiscalizações. Uma das rodovias utilizadas para a prática criminosa era a "Estrada do 21" (MS-345), uma rota turística inaugurada em julho de 2024, liga as cidades de Anastácio e Aquidauana a Bonito. 

Tribunal do crime

Além do tráfico, os réus são apontados como participantes de “tribunais do crime”. Um dos casos citados envolve a execução de um ex-membro do PCC em Miranda, motivada por dívidas de drogas e pela migração da vítima para uma organização rival.

Entre os denunciados está um integrante que, mesmo custodiado no sistema prisional, mantinha comunicação ativa com os comparsas externos.

Na peça acusatória, o MPMS requer a condenação dos envolvidos pelo crime de integrar organização criminosa armada (Lei nº 12.850/2013).

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Cidades

Homem é pego embarcando em ônibus com R$ 200 mil em drogas para SP

Cerca de 6 kg de "dry", ou "super haxixe", estavam na mochila do suspeito

26/01/2026 15h00

Divulgação/PCMS

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Um homem de 36 anos foi preso em flagrante pela 1ª Delegacia de Polícia de Dourados, em ação conjunta com a Guarda Municipal, na tarde da última sexta-feira (23), enquanto se preparava para embarcar em um ônibus com destino a São Paulo.

Durante fiscalização de rotina na  Rodoviária de Dourados, os agentes identificaram atitude suspeita e sentiram um forte cheiro de maconha vindo da mochila do suspeito.

Com a suspeita levantada, foi realizada revista na mochila, onde foram localizados e apreendidos aproximadamente 6 kg da droga conhecida popularmente como “dry”, também chamada de “super haxixe” (derivado concentrado de cannabis) avaliado em mais de R$200.000.

Em razão dos fatos, o suspeito foi preso em flagrante e encaminhado à unidade policial para a adoção das medidas legais. O preso afirmou que a substância teria origem em Coronel Sapucaia.

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