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Em recorde, 'Papai Noel dos Correios' recebe mais de 10 mil cartas

De acordo com a assessoria de comunicação dos Correios, 90% das cartas foram adotadas até sexta-feira (15)

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Campanha ‘Papai Noel dos Correios’ recebeu mais de 10 mil cartinhas, no ano de 2023, em Mato Grosso do Sul.

Crianças carentes de até 10 anos – de escolas públicas, instituições sociais ou Organizações Não Governamentais (ONGs) – pediram presentes de Natal para o Papai Noel, por meio das cartinhas, entre 8 e 20 de novembro de 2023.

De acordo com a assessoria de comunicação dos Correios, 90% das cartas foram adotadas até sexta-feira (15). No Brasil, quase 190 mil cartas já foram adotadas até o momento.

Os pedidos mais comuns são bonecas, carrinhos, bolas, slimes, ursos, jogos, maquiagens, entre outros.

Papai Noel dos Correios. Foto: Marcelo Victor

Os interessados em fazer o Natal de uma criança mais feliz, devem ser maiores de 18 anos e podem adotar cartinhas, até domingo (17), de maneira online ou em uma agência dos Correios nos municípios de Anastácio, Aquidauana, Bela Vista, Caarapó, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Inocência, Ivinhema, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Paranaíba, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas.

O presente deve ser entregue até segunda-feira (18). Basta escolher uma carta, cadastrar o nome, comprar o presente, embrulhá-lo e deixá-lo em uma agência dos Correios mais próxima.

O objetivo é incentivar a escrita para crianças e estimular a caridade em adultos, além de fazer o Natal da molecada mais alegre.

De acordo com o superintendente estadual dos Correios, Gelson Leonel, a gratidão em ver tantas cartinhas serem apadrinhadas é imensa. "É uma satisfação enorme ver o sorriso de cada criança, depois de ter lido as cartinhas tão dedicadas que cada um escreveu”, disse. 

Lançamento da campanha "Papai Noel dos Correios" ocorreu em 8 de novembro, na Agência Central dos Correios, localizada na avenida Calógeras, número 2309, Centro, em Campo Grande.

Em 2022, sete mil cartinhas foram adotadas em Mato Grosso do Sul e 187 mil no Brasil. Em 34 anos de projeto, 6,3 milhões de cartinhas foram atendidas no Brasil e 60 mil em MS.

estiagem

Rio da Prata enfrenta seca e mobiliza ações de resgate de peixes

MPMS acompanha agravamento da estiagem, monitora as condições ambientais do rio e fiscaliza ações de resgate e preservação da fauna aquática

10/09/2026 19h15

Rio da Prata enfrenta seca

Rio da Prata enfrenta seca Foto: Divulgação / MPMS

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Mais de 200 peixes foram resgatados e realocados no Rio da Prata, que enfrenta crise hídrica e seca, com locais com fluxo da água interrompido, em Jardim. A situação é acompanhada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Jardim.

Conforme reportagem do Correio do Estado, em agosto, o nível do rio já estava baixo em algumas áreas, devido à estiagem. Neste mês, a situação se agravou e, diante do cenário emergencial, uma operação foi montada para tentar reduzir os impactos da estiagem.

De acordo com o MPMS, neste ano, o Instituto Guarda Mirim Ambiental (IGMA) comunicou o agravamento da situação hídrica em trecho localizado próximo à Ponte do Curê, na Rodovia MS-178, e constatou as condições críticas decorrentes da estiagem prolongada.

A entidade identificou trechos secos e formação de poças isoladas, com risco de evaporação, situação que coloca diversas espécies em condição de vulnerabilidade.

O presidente do IGMA, Nisroque Soares, afirma que abaixo da área onde foram feitos resgates de peixes, em 2024 e 2025, o fluxo d’água é interrompido por aproximadamente 4 km até a Ponte do Curê.

Na operação emergencial foram executados planos de resgate e realocação de peixes que se encontravam ilhados no local afetado.

Dentre as espécies realocadas estão lambaris, piraputangas, cascudos, joaninhas e traíras, que foram levados para áreas do rio com melhores condições de sobrevivência.

No ano passado, também houve a mesma operação, onde aproximadamente 1.421 peixes foram resgatados do Rio da Prata, em um trecho de 7 km afetado pela interrupção do fluxo d’água.

O MPMS informou que há um inquérito civil, instaurado em julho de 2024, que acompanha os trabalhos do IGMA. O órgão ressaltou que continuará acompanhando e fiscalizando as ações desenvolvidas pelos órgãos e entidades envolvidos na preservação do Rio da Prata e de sua fauna aquática.

Saúde

Plano de saúde terá que cobrir mamografia digital para todas as idades

Decisão da ANS vale a partir de 1º de outubro

10/09/2026 19h00

José Cruz/Agência Brasil

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A partir de 1º de outubro, os planos de saúde serão obrigados a cobrir exame de mamografia digital para todas as pessoas sempre que houver indicação médica, ou seja, não haverá restrição de idade. Atualmente, a cobertura desse exame é obrigatória apenas para mulheres com idade entre 40 e 69 anos.

A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no último dia 3 e anunciada nesta quinta-feira (10). A ANS é o órgão que regula a indústria de planos de saúde no país.

A mamografia digital versão mais avançada do exame convencional é considerada um dos principais exames para a detecção precoce do câncer de mama, permitindo identificar alterações antes mesmo de serem percebidas ao toque.

Menos tempo de exposição

A modalidade digital oferece vantagens como menor exposição à radiação, menor tempo de compressão da mama durante o exame e armazenamento das imagens em formato digital, o que facilita o acompanhamento da evolução clínica e a avaliação por diferentes especialistas.

No comunicado de fim de restrição, a ANS destaca que a cobertura obrigatória é “uma oportunidade de celebrar o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama”.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, estima que o país tenha cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama por ano.

O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e pode reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.

Todos os gêneros

A intenção de ampliar a cobertura do exame partiu da própria ANS, após discussões realizadas na Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde).

Na Cosaúde, a maioria da comissão defendeu que “o uso da mamografia digital já está consolidado como padrão de cuidado oncológico” e que a restrição para mulheres de 40 a 69 anos, poderia “prejudicar ou atrasar o acesso oportuno” ao diagnóstico de câncer de mama.

Ao determinar cobertura obrigatória para “todas as pessoas”, a ANS inclui qualquer gênero, ou seja, o exame passa a ser garantido a pessoas que se considerem não binárias (não se identificam exclusivamente como homem ou mulher).

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