A EMC Corporation inaugurou no Brasil a sede definitiva do seu Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em Big Data Richard e Maureen E. Egan. O prédio, localizado no Parque Tecnológico da UFRJ (Ilha do Fundão, Rio de Janeiro), é parte do investimento da EMC de US$ 100 milhões no país, anunciado em 2011, e será o hub de inovação da empresa no setor de petróleo e gás.
O foco inicial de pesquisa da EMC são os desafios do setor de petróleo e gás para aquisição, mobilidade, análise, colaboração e visualização de dados geofísicos, geológicos, de engenharia e de negócios utilizados ao longo do ciclo de vida no setor. No Brasil, o Centro coordenará as atividades da EMC em todo o mundo na descoberta de novas tecnologias e soluções no segmento.
O prédio da EMC na Ilha do Fundão tem 3 mil m2 divididos em quatro andares, com capacidade para mais de 80 pesquisadores e integra um Centro de Pesquisa Aplicado, laboratórios de desenvolvimento de soluções e um Executive Briefing Center. Também há um espaço alocado para o desenvolvimento de pesquisas feitas por clientes e parceiros em conjunto com a EMC. O edifício, que foi projetado pelo arquiteto brasileiro Paulo Musa, atende os padrões LEED (Leadership in Energy and Environmental Design, liderança em energia e design ambiental), que engloba elementos sustentáveis em eficiência energética, conservação de água e espaço verde.
O Centro de P&D, que já estava em operação durante sua construção, trabalha em diversos projetos que visam gerar inovação. As iniciativas são focadas na aplicação de tecnologias de armazenamento, recuperação, computação em nuvem e big data e temas importantes para o setor de petróleo e gás. Atualmente, os projetos gerenciados pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento se concentram na otimização de plataformas I/O dentro de ambientes de processamento sísmico; tecnologias de análise lógica preditiva que integram dados históricos e de tempo real utilizados na perfuração de poços de petróleo, produção e operações de logística; visualização e colaboração em distâncias extremas para melhor análise dos workflows (entre continentes); e tecnologias de compressão sem perdas de dados sísmicos. Resultados iniciais destes projetos já foram convertidos em propriedade intelectual e registrados no país e nos Estados Unidos.



