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Sem acordo salarial, enfermeiros não descartam greve na Santa Casa

Assembleia desta segunda-feira (11) não teve avanços; Santa Casa disse que arcará com pagamentos retroativos e busca acerto com a categoria

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Os mais de 1,4 mil enfermeiros da Santa Casa não descartam a possibilidade de greve em Campo Grande. Nesta segunda-feira (11), por meio de  assembleia, os profissionais da categoria e a diretoria da Santa Casa não chegaram a um consenso sobre o reajuste salarial de 10,16% solicitado pelos enfermeiros. 

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área de  Enfermagem de Mato Grosso do Sul (Siems), Lázaro Santana, disse ao Correio do Estado que esta é a terceira tentativa da categoria em chegar a um acordo com o hospital, tratativas que segundo ele, se “arrastam” desde o início do ano. 

“As conversas com o hospital se arrastam desde fevereiro. Amanhã (terça-feira), solicitarei com urgência uma nova reunião com a diretoria da Santa Casa, para que possamos chegar a um acordo o mais rápido possível”, disse Santana.  Conforme o sindicalista o reajuste era esperado para maio deste ano.

Segundo o presidente do Siems, as conversas com a diretoria do hospital iniciaram em fevereiro deste ano e a categoria esperava que até maio, tudo estivesse acordado entre os enfermeiros e o hospital. “Já existe um desgaste  e por isso farei as solicitações com urgência junto a Santa Casa”, relatou o sindicalista. 

Em nota, a Santa Casa disse estar ciente de suas responsabilidades de empregador e reconheceu que a lei garante o reajuste da categoria. 

Conforme o hospital, em uma reunião no dia 7 de junho, a diretoria da Santa Casa explicou a situação financeira da instituição para os enfermeiros, e que após o período de contratos com o Poder Público, a Santa Casa apresentaria uma proposta de reajuste salarial aos enfermeiros do hospital. 

Em nota, a Santa Casa disse que apesar do acordo não ter sido firmado oficialmente, “conceder o reajuste em data posterior não exime a Instituição de cumprir suas obrigações. Fica garantida a retroatividade do pagamento referente ao mês da data base”.

O hospital disse ao Correio do Estado que foi comunicado da assembleia somente no domingo (10), e que até o momento “não há formalização de protesto ou algo desse teor, tendo em vista o compromisso feito entre a Santa Casa e o SIEMS de retornar as conversas sobre o assunto”, finalizou.

Anteriormente, o Siems disse que, a diretoria do hospital não apresentou qualquer contraproposta, e sustentou que a proposta rebaixada de reajuste zero, "causa indignação na enfermagem", informação negada pela Santa Casa.

Para Lázaro Santana, a categoria reduzirá o número de trabalhadores em caso de não chegar a um acordo com o hospital,  e manterá apenas serviços de urgência e emergência.

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CAMPO GRANDE

Criança morre atropelada por carreta enquanto brincava no Jardim Centro-Oeste

Menino de 5 anos estava brincando de "pegar rabeira" com outros amiguinhos, na rua, quando se pendurou na carreta e foi atropelado

13/05/2026 08h25

Carreta que atropelou o menino

Carreta que atropelou o menino DIVULGAÇÃO

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Menino, de 5 anos, morreu atropelado por uma carreta, no fim da tarde desta terça-feira (12), no cruzamento das ruas Castorina Rodrigues da Luz e Jacuaruna, Jardim Centro-Oeste, em Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, a criança estava brincando de “pegar rabeira” com outros amiguinhos, na rua, quando se pendurou na carreta. Mas, neste exato momento, o veículo estava ligado e o motorista virou da rua Jacuaruna para a rua Castorina Rodrigues da Luz.

A criança se desequilibrou, caiu ao solo e foi atropelada pela carreta. A roda teria passado por cima da cabeça do garoto.

O motorista não se machucou, permaneceu no local do acidente, prestou socorro à vítima, deu esclarecimentos às autoridades, realizou teste do bafômetro (que deu negativo) e foi encaminhado à delegacia, onde prestou depoimento e foi liberado.

De acordo com populares, o condutor é morador da região e conhece os pais da criança. Ele teria sido agredido por vizinhos, que ficaram revoltados com a situação.

O garoto não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

Polícia Militar (PMMS), Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Polícia Civil, Polícia Científica e funerária estiveram no local para isolar a área, socorrer o garoto, recolher indícios do acidente, realizar a perícia e retirar o corpo, respectivamente.

O caso foi registrado como “sinistro e trânsito com vítima fatal provocado pela própria vítima”. As autoridades vão investigar as circunstâncias do acidente.

ACIDENTE

Bombeiros identificam corpo de homem que afundou caminhão no Rio Vacaria

Robson Ferreira Soares foi encontrado preso às ferragens dentro da cabine do veículo, após a equipe de mergulho realizar buscas no local

13/05/2026 08h15

Equipes do Corpo de Bombeiros e da CCR Vias realizaram o resgate do corpo

Equipes do Corpo de Bombeiros e da CCR Vias realizaram o resgate do corpo Crédito: Rio Brilhante em Tempo Real

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O corpo do motorista Robson Ferreira Soares, de 49 anos, foi encontrado na tarde de ontem (12), pelo Corpo de Bombeiros, no Rio Vacaria, próximo ao distrito de Prudêncio Thomaz, em Rio Brilhante. O homem dirigia um caminhão caçamba, quando o veículo rompeu o guard rail da ponte e afundou na água, na noite de segunda-feira (11).

De acordo com as informações divulgadas pelo site Rio Brilhante em Tempo Real, o corpo de Robson foi encontrado preso às ferragens dentro da cabine do veículo, após a equipe especializada de mergulho do Corpo de Bombeiros realizar buscas no local do acidente.

Um caminhão-guincho da Motiva Pantanal, concessionária responsável pela administração da BR-163 em Mato Grosso do Sul, esteve no local para fazer o içamento do caminhão caçamba, submerso desde a noite de segunda-feira.  De acordo com a polícia, o caminhão que afundou pertencia a uma empresa terceirizada da concessionária.

Robson era morador no distrito de Anhanduí, em Campo Grande. A identificação do motorista ocorreu após familiares reconhecerem uma mochila com roupas encontrada boiando no rio durante as buscas. 

A equipe especializada em mergulhos teve que ir de Campo Grande à Rio Brilhante para realizar as buscas pelo corpo de Robson. Foram necessários três mergulhos para encontrá-lo. Capitão Bueno, do Corpo de Bombeiros, relatou a dificuldade durante o trabalho. "“Visibilidade zero. Tem muitos enroscos e a correnteza muito forte dificulta bastante a varredura”. 

"Como o rio está muito cheio, o caminhão ficou muito afundado. E mesmo com a equipe especializada, tivemos muita dificuldade, tivemos que descer três vezes para conseguir identificar o local e a vítima", relatou o capitão Alencar, responsável pelo Corpo de Bombeiro em Rio Brilhante. 

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