Cidades

IMUNIZAÇÃO

Estado realiza campanha de vacinação até o final do mês de outubro

O Dia D de mobilização está marcado para 18 de outubro

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Desde segunda-feira (6), o Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde -(SES/MS), deu início a Campanha de Multivacinação 2025. A ação trata-se de uma mobilização nacional voltada à atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos e segue até o final deste mês, com o Dia D de mobilização marcado para 18 de outubro.

A campanha integra o esforço do Ministério da Saúde para ampliar a cobertura vacinal no país e conta com incentivo financeiro federal, conforme a Portaria GM/MS nº 6.715/2025, que destinou recursos específicos para fortalecer as ações de imunização em estados e municípios.

De acordo com o gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, o objetivo da campanha é reforçar o compromisso do Estado com a proteção da população infantil e adolescente.

“A multivacinação é uma oportunidade para atualizar a caderneta e ampliar a cobertura vacinal em todo o Estado. É o momento de as famílias procurarem as unidades de saúde e garantirem que crianças e adolescentes estejam protegidos contra doenças que podem ser prevenidas com vacina”, explicou.

Durante o período da campanha, todas as unidades básicas de saúde estarão com as salas de vacina abertas para atender a população, e os municípios poderão realizar ações extramuros, em locais de grande circulação, como escolas, ginásios, praças e unidades móveis.

Serão ofertadas todas as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Veja algumas:

  • BCG;
  • Poliomielite;
  • Tríplice Viral;
  • DTP; 
  • HPV;
  • Hepatite A e B;
  • Pneumocócica;
  • Meningocócica ACWY.

A vacinação é seletiva, ou seja, voltada para quem tem doses em atraso ou esquemas incompletos.

A estratégia também busca enfrentar a hesitação vacinal com ações de mobilização social, reforçando a importância da imunização como uma medida de proteção coletiva.

Em 2024, Mato Grosso do Sul se destacou entre os estados com melhores índices de cobertura vacinal, segundo dados do Ministério da Saúde, e segue com 45 dias de intensificação para ampliar a proteção da população infantil e adolescente.

“O Estado mantém seu compromisso de liderar pelo exemplo, com uma rede estruturada, equipes capacitadas e vigilância ativa. Nosso desafio é manter as altas coberturas e alcançar quem ainda não completou o esquema vacinal”, reforçou Frederico Moraes.

A recomendação é que os pais levem a caderneta de vacinação para que os profissionais de saúde possam verificar e atualizar as doses conforme o esquema indicado.

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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