Cidades

Relações exteriores

EUA mudam regras sobre entrevista para vistos

De acordo com a nova determinação, todos os candidatos a visto de não imigrante deverão ser entrevistados pessoalmente por um oficial consular

Continue lendo...

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou, na quarta-feira (1º), mudanças importantes nas regras para concessão de vistos de não imigrante. A partir de agora, solicitantes com menos de 14 anos e maiores de 79 anos não terão mais isenção automática da entrevista presencial.
De acordo com a nova determinação, todos os candidatos a visto de não imigrante deverão ser entrevistados pessoalmente por um oficial consular, com exceção de alguns casos específicos, como visitantes temporários na classificação B (turismo e negócios), trabalhadores agrícolas temporários na categoria H-2A e viajantes oficiais de governos estrangeiros.

Quem ainda pode ser dispensado da entrevista?

Continuam elegíveis para isenção da entrevista aqueles que solicitarem a renovação de visto B-1 (negócios), B-2 (turismo) ou B1/B2 (negócios/turismo) dentro de até 12 meses após a expiração do documento anterior, desde que:

  • o visto anterior tenha sido emitido com validade total,
  • o solicitante tenha pelo menos 18 anos de idade.

 

O Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, que também atende os estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, reforçou que os solicitantes devem consultar os sites das embaixadas e consulados para confirmar os requisitos atualizados, os procedimentos de solicitação e o status operacional de cada unidade.

Impacto do shutdown nos serviços consulares

As mudanças nas regras coincidem com um momento delicado nos EUA. O país enfrenta uma paralisação parcial do governo federal (shutdown) após o Congresso não chegar a um acordo para aprovar o orçamento emergencial.

Com isso, diversos servidores foram afastados, exceto os que atuam em áreas essenciais, como segurança e saúde. A Embaixada dos EUA informou que, durante o período de paralisação, seu perfil no Instagram terá atualizações limitadas, restritas a comunicados de segurança.

Apesar da crise orçamentária, os serviços de passaporte e visto seguem mantidos nos EUA e em representações diplomáticas no exterior, “enquanto a situação permitir”, segundo comunicado oficial.

Assine o Correio do Estado

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

Continue Lendo...

Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

Continue Lendo...

O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).