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Plágio

Político de MS que usou 'Camaro Amarelo' em campanha terá que indenizar Munhoz e Mariano

Hit que se tornou um dos maiores fenômenos do sertanejo universitário da década havia sido lançado a poucos meses da campanha política

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A dupla sertaneja Munhoz & Mariano processou o ex-candidato a vereador de Coxim, Alex Viana (MDB), por utilizar indevidamente a melodia da música "Camaro Amarelo", sem autorização, para a criação de um jingle político durante a campanha eleitoral de 2012.

A 4ª Vara Cível de Campo Grande julgou parcialmente procedente a ação e condenou o político ao pagamento de R$ 10 mil a cada um dos compositores por danos morais.

Conforme consta a ação, o jingle foi gravado, divulgado amplamente e veiculado inclusive no site oficial do candidato, com a letra alterada para promover sua candidatura.

DEFESA

A defesa argumentou ser uma paródia, alegando que não houve lucro, nem prejuízo comprovado à obra original.

Um laudo pericial atestou a “identidade musical total” entre a obra original e o jingle eleitoral, confirmando a apropriação integral da melodia, derrubando a alegação de se tratar apenas de uma simples paródia.

O juiz Walter Arthur Alge Netto, considerou que a utilização da obra não teve caráter crítico ou satírico, mas publicitário, com o objetivo de se beneficiar da popularidade da canção.

O magistrado destacou que a Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98) garante proteção ao autor e prevê que qualquer utilização, adaptação ou transformação da obra depende de autorização prévia. No caso, a conduta configurou contrafação, prática ilícita que gera responsabilidade civil.

Não foram comprovados danos materiais efetivos, mas o juiz reconheceu a ocorrência de danos morais presumidos para os compositores, já que a utilização da obra em contexto político, sem autorização, viola o direito moral do autor de controlar o uso de sua criação. 

"CAMARO AMARELO"

Lançada oficialmente em 25 de junho de 2012, "Camaro Amarelo", da dupla Munhoz & Mariano, explodiu nas rádios e nas redes sociais, e se tornou um dos maiores fenômenos do sertanejo universitário daquele ano.

O videoclipe, gravado em maio de 2012 durante a gravação do DVD da dupla no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, em um show com público estimado em dezenas de milhares, acelerou a circulação da faixa nas plataformas digitais e na televisão.  

Com refrão pegajoso e letra bem-humorada, a canção virou trilha de festas, memes e coreografias, acumulando milhões de visualizações e figurando entre os vídeos mais assistidos no país em 2012.  

Nas paradas de rádio, o single alcançou posições de destaque, projetando a dupla do circuito regional para programas e turnês nacionais.  

Além disso, a performance ao vivo, especialmente a dança e o carisma de Mariano, virou marca registrada nos shows e nas redes, fortalecendo a música como um hit de pista e impulsionando a identidade pop-festiva da dupla. 

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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