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Exames e castração: serviços veterinários gratuitos são um alívio para tutores sem recursos

Subsecretaria do Bem-Estar Animal em Campo Grande realiza uma série de serviços veterinários gratuitos para cães e gatos

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Os animais de estimação têm se tornado parte indispensável do cotidiano das famílias, mas junto com seu amor incondicional também surgem responsabilidades financeiras. Segundo o último censo do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em 2021, Campo Grande abriga aproximadamente 287.768 animais de estimação, entre cães e gatos.

Reconhecendo essa crescente demanda na cidade, a Prefeitura de Campo Grande lançou, em dezembro de 2022, através da Subsecretaria do Bem-Estar Animal (Subea), uma série de serviços veterinários gratuitos para cães e gatos dos tutores locais. Esses serviços não só salvam vidas animais, mas também proporcionam alívio financeiro para os tutores que não teriam condições de arcar com os custos de consultas e procedimentos veterinários.

A gama de serviços oferecidos gratuitamente pela Subea inclui consultas veterinárias, vermífugos, medicamentos para controle de pulgas e carrapatos, vacinação antirrábica, microchipagem, castração, exames de sangue e imagens, cirurgias ortopédicas, entre outros.

Ana Luiza Lourenço, secretária da Subea, destaca que a castração é um dos serviços mais procurados pela população. Através do programa da Subsecretaria, tutores que de outra forma gastariam mais de R$ 870, considerando todos os procedimentos desde a chegada do animal à Subea até a cirurgia, podem realizá-la sem nenhum custo.

O acesso a esses serviços públicos é crucial para tutores assalariados e de baixa renda, pois proporciona cuidados abrangentes para seus animais de estimação.

Lourenço enfatiza ainda que o objetivo principal da Subea é oferecer serviços básicos para que os tutores possam manter a saúde de seus animais e evitar intervenções mais complexas.

Quando a saúde do animal demanda cuidados extras, a Prefeitura também oferece um programa de convênio com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que oferece economia e facilidade de acesso para os tutores. No ano passado, foram realizados 9.881 procedimentos, incluindo cirurgias, internações, exames e consultas especializadas.

Esse programa tem sido um avanço significativo para a causa animal, especialmente para as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e protetores que abrigam animais resgatados de situações de maus-tratos.

Teresa Bandeira, vice-presidente da OSC Pedacinho do Céu, elogia os serviços oferecidos, afirmando que o convênio permitiu que a organização ajudasse muitos mais animais e proporcionasse melhor qualidade de vida para eles.

“Antigamente não havia nenhum tipo de assistência para nós por parte do poder público, e agora através do convênio conseguimos ajudar muito mais animais e dar qualidade de vida para eles”, salientou.

Casos de piometra, uma inflamação uterina, são frequentes na Subea e, por ser uma cirurgia de emergência, os custos em clínicas particulares variam de R$ 800 a R$ 1.200 para animais de pequeno porte. Através dos serviços da Prefeitura, tutores com renda limitada têm acesso a esses procedimentos essenciais.

Harley Martins, tutora da cadela Sasha, testemunhou a importância desses serviços quando sua cadela começou a apresentar sintomas preocupantes. Após uma consulta na Subea, Sasha foi encaminhada para cirurgia no mesmo dia, aliviando a preocupação de Martins. 

“Achei que ela estava no cio, mas vi que foi evoluindo e ela ficando cada vez mais abatida e com a barriga inchada”, comenta a tutora.

Atendimento

Além disso, a Prefeitura de Campo Grande oferece consultas veterinárias gratuitas às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, com 15 senhas disponíveis de manhã, a partir das 7h30, e outras 15 à tarde, a partir das 13h. Os tutores devem comparecer à unidade de atendimento com o animal, além de apresentar documento com foto, comprovante de residência e número do NIS.

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VAREJO

Casas Bahia: sindicato diz que tomará medidas após demissões e fechamento de lojas

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico

15/08/2026 21h00

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O Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região (Secor) manifestou preocupação com o fechamento de unidades da Casas Bahia e disse que tomará as medidas necessárias para garantir os direitos dos trabalhadores.

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico. Funcionários relataram que foram pegos de surpresa com a interrupção das operações em algumas lojas.

O Secor disse se preocupar com a maneira como o processo está sendo conduzido. Segundo relatos recebidos pelo sindicato, muitos trabalhadores ainda aguardam informações detalhadas sobre os procedimentos de desligamento, pagamento das verbas rescisórias, liberação do FGTS, seguro-desemprego e demais direitos previstos na legislação trabalhista e na convenção coletiva da categoria. A entidade disse estar monitorando a situação e prestando atendimento aos trabalhadores afetados.

"O Sindicato está acompanhando de perto essa situação e tomará todas as medidas necessárias para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Os comerciários não podem arcar com prejuízos decorrentes de decisões empresariais tomadas sem o devido diálogo e transparência", disse o presidente do Secor, Luciano Pereira Leite, em nota.

Balanço

A Casas Bahia, que registrou prejuízo de R$ 3 bilhões em 2025, adiou a divulgação do balanço do segundo trimestre de 12 para 14 de agosto, com teleconferência no dia 17, para concluir um plano que prevê demissões e mais fechamento de lojas, segundo fontes. Mas até a manhã deste sábado, a empresa ainda não havia divulgado seus números.

De acordo com o Valor, a rede teria planejado, neste mês, cortar 30% do quadro e vem adiando pagamentos a lojistas do marketplace e buscando estender prazos com a indústria para melhorar o ciclo financeiro.

BRIGA

Discussão em bairro de Campo Grande termina com mulher esfaqueada

Vítima foi encaminhada para Santa Casa e apresentava lesões na parte superior da cabeça, orelha e bochecha

15/08/2026 15h30

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol Divulgação/PCMS

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Uma discussão entre duas mulheres, na manhã deste sábado (15), por volta das 9h30, no bairro Vila Manoel Taveira, em Campo Grande, terminou com uma esfaqueada e a outra presa. A vítima teve um corte na região superior da cabeça e foi encaminhada para Santa Casa.

De acordo com os relatos colhidos no local, o fato começou com uma discussão em outro ponto do bairro. Em certo momento, as duas passaram a trocar golpes pela rua, ocasião em que a autora, de 43 anos, teria utilizado uma faca para atingir a outra, de 46.

Após ser ferida, a vítima se dirigiu até uma padaria nas proximidades, onde permaneceu aguardando atendimento médico. Aos policiais da 5ª Companhia Independente da Polícia Mílitar (CIPM), ela informou o sentido por onde a autora teria fugido. Diante disso, a equipe realizou rondas nas imediações e localizou a suspeita.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima apresentava corte na região superior da cabeça, outro ferimento próximo à orelha e uma lesão na bochecha. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o atendimento e encaminhou a mulher à Santa Casa de Campo Grande.

A Polícia Militar isolou o local para poder realizar os trabalhos periciais. Uma faca de aproximadamente 20 centímetros foi apreendida, mas os policiais não confirmaram se o objeto foi utilizado como arma do crime.

A conduzida foi presa e encaminhada a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol. A vítima permaneceu sob atendimento médico na Santa Casa. O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

 

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