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cartas marcadas?

Empreiteira começa obra de R$ 57,5 milhões antes do fim da licitação

Certame para contratação de empresa para implantação do novo acesso às Moreninhas ainda está em andamento, mas os trabalhos da Anfer já estão a todo vapor

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Em conversas de bar é comum ouvir de "palpiteiros especialistas” nos mais diferentes assuntos que licitações de obras públicas são “coisa para inglês ver” e que a definição das empreiteiras que vão tocar determinadas projetos ocorre bem antes e longe das formalidades que acompanham os pregões públicos oficiais.

Mas, nesta semana o Governo de Mato Grosso do Sul resolveu evidenciar que estes "palpiteiros" parecem ter razão. Prova disso é que estava agendada para esta sexta-feira (21) a “divulgação da análise de proposta e manifestação de recurso” da licitação que prevê a destinação de até R$ 57.980.488,49  para implantação do chamado novo acesso às Moreninhas.

Mas, antes mesmo da conclusão desta licitação, a empreiteira Anfer, que ofereceu deságio de 0,8% sobre o valor máximo, ficando com a melhor proposta financeira, exigindo R$ 57,513 mil para executar o projeto, já está tocando a obra a todo vapor.

Na tarde desta quinta-feira, pelo menos uma dezena de caminhoneiros, maquinistas, agrimensores, topógrafos e engenheiros estavam trabalhando na obra. Na manhã desta sexta-feira, o ritmo dos trabalhos estava parecido.

Três caminhões e seis máquinas pesadas, como patrolas, tratores de esteira e pás carregadeiras faziam terraplanagem para a futura instalação da nova avenida no meio de uma pastagem. Além disso, carros menores da empresa também circulavam pelo local, onde existe até banheiro químico.

A maior parte dos trabalhadores usava camisetas azuis com o logomarca da Anfer no bolso afixado no lado esquerdo do peito, evidenciando que a empreiteira começou a obra bem antes da conclusão da licitação, da homologação do certame,  assinatura do contrato e da liberação da ordem de serviço.

Nos três caminhões que estavam no canteiro de obras também consta a logomarca da empresa, que já havia faturado quase R$ 54 milhões para executar a primeira etapa desta nova via que vai ligar a região central ao extremo sul de Campo Grande.

Em conversa informal com um destes trabalhadores uniformizados, que não sabia que estava passando informações à reportagem do Correio do Estado, os trabalhos das máquinas pesadas começou na última terça-feira (18), menos de uma semana depois de a empreiteira ter apresentado a melhor proposta financeira.

Mas, bem antes disso, explicou ele, já estavam sendo feitos os preparativos, medições e demarcações em meio à pastagem que agora está sendo palco da terraplanagem.

Conforme a previsão do projeto, ao final da avenida que por enquanto liga as Moreninhas a lugar nenhum, será instalada uma grande rotatória, com previsão para três saídas. Uma delas dará sequência a esta nova via que será criada agora.

Toda a terraplanagem desta rotatória e em torno de 500 metros do traçado da nova avenida já estavam com a terraplanagem concluída na tarde desta quinta-feira, um dia antes do prazo final para que alguma empreiteira concorrente protocolasse recurso para contestar a proposta da Anfer. Mas, se ela já estava com as equipes em campo, tinha a certeza de que os concorrentes eram só de fachada.

No certame, outras três empreiteiras chegaram a apresentar propostas financeiras. A Equipe Engenharia nem mesmo ofereceu desconto, evidenciando que estava pouco interessada em assumir a obra. A Contek Engenharia ofereceu desconto de R$ 58 mil, o que equivale a 0,1% sobre o valor máximo estipulado pela Agesul. A terceira participante mostrou interesse um pouco maior, oferecendo deságio de R$ 409 mil. Foi derrotada, porém, porque a Anfer baixou o valor em R$ 467 mil, ou 0,805%

Nova fase da licitação ocorreu nesta sexta-feira, mas a obra já está em andamento

No dia da apresentação das propostas financeiras, em 12 de agosto, essa “disputa” de empreiteiras durou apenas nove minutos e somente seis lances foram apresentados.

Em março deste ano, para efeito de comparação, um certame da prefeitura de Campo Grande durou mais de 9 horas e teve em torno de 820 lances, todos com valores menores para desbancar o concorrente. O desconto chegou a quase 21%. A licitação da administração municipal, inicialmente estipulada em R$ 36 milhões anuais, era para contratação de empresa para fazer limpeza em postos de saúde.

A nova via ligar a Avenida Alto da Serra, nas Moreninhas, à Avenida Rita Vieira, no cruzamento da Avenida Guaicurus, na região do Bairro Itamaracá. A maior parte do traçado será no meio de pastagens.

Cerca de 800 metros, porém,  vão passar pela Rua Salomão Abdala, onde ocorreu a maior parte da desapropriação dos 52 imóveis, que também foi bancada pelo Governo do Estado, ao custo de R$ 16 milhões.

Nesta região, densamente povoada e onde a implantação de asfalto imediatamente traria melhoria à vida dos moradores, não existe nenhum sinal de obra. Pelo contrário, boa parte da Rua Salomão Abdala está completamente abandona. Cerca de cinco quadras estão literalmente intransitáveis por conta das valas abertas por enxurradas. Faz quatro anos que existe a previsão desta obra e desde então a manutenção da via foi abandonada.

A construção deste novo acesso às Moreninhas é promessa antiga do Governo do Estado. A primeira etapa começou em dezembro de 2022 e foi concluída faz quase dois anos. Mas, a empreiteira Anfer foi contemplada com aditivos e se manteve na região para recapeamento e implantação de asfalto novo em ruas próximas à Avenida Alto da Serra.

As novas obras da Anfer tiveram início uma semana depois da passagem do governador Eduardo Riedel (PP) pela região. No dia 11 de agosto o vereador Coringa aproveitou a sessão da Câmara para anunciar que no dia anterior acompanhou o governador em uma inspeção da primeira fase e anúncio da segunda etapa deste novo acesso à região.

Além disso, Coringa divulgou a visita de Eduardo Riedel em suas redes sociais e se apresentou como uma espécie de “pai” da obra multimilionária.

Na parte inicial, a Avenida Alto da Serra, que já esta concluída, acompanha o traçado da rede de alta tensão da Energisa, assim como ocorre em várias outras avenidas de Campo Grande, já que habitações são proibidas som a rede de energia.

Mas, na continuação da via, o traçado ficará distante da rede, obrigando o poder público a indenizar os proprietários das terras que serão ocupadas pela avenida. Controladores da Anfer têm uma série de imóveis ao longo desta nova avenida. 

VAPT VUPT

Além da velocidade sem precedentes para iniciar os trabalhos, a licitação do projeto merece destaque pela sua agilidade. O anúncio da licitação ocorreu no dia primeiro de julho e menos de dois meses depois ela já está na fase final. 

Para efeito de comparação, no dia 26 de junho a Agesul anunciou a abertura de licitação prevendo investimento superior a R$ 76 milhões na construção de uma avenida em Chapadão do Sul, substituindo a MS-306, que foi retirada da região central da cidade. 

Nesta quinta-feira o Diário Oficial informou que no dia 24 de agosto seria reaberto o certame, mas para habilitação/inabilitação - diligência. Ou seja, o aviso da licitação relativo à obra em Chapadão do Sul aconteceu uma semana antes e ainda está longe de ser concluído, uma vez que nem mesmo ocorreu a fase habilitação das empreiteiras interessadas. 

Mas isso não significa que na licitação em Chapadão do Sul realmente vá ocorrer disputa entre empreiteiras. Em média, o deságio nas licitações promovidas pela Agesul é de apenas 1%. 

Na maior obra estadual em andamento hoje no Estado, a pavimentação de 63 quilômetros da MS-320, entre Inocência e Três Lagoas, a empreiteira S.A. Paulista Construções e Comércio nem mesmo precisou oferecer desconto e foi contratada pelo valor máximo, R$ 276.169.461,16, para executar o projeto. 

Por coincidência, assim como no caso da Anfer nas Moreninhas, ela havia acabado de concluir a pavimentação da primeira etapa desta mesma MS-320, no chamado Vale da Celulose. E, mal os trabalhos haviam começado na segunda etapa ela já foi contemplada com um reajute de R$ 8.975.226,91.

Apesar da alto valor do contrato, a epreitera paulista foi a única classificada na licitação e venceu WO, o que serve como outro indício de que os palpiteiros têm razão quando dizem que licitação é "coisa para inglês ver". 

A pavimentação da MS-320 está sendo bancada pelo empréstimo de R$ 2,3 bilhões liberado em setembro de 2024 pelo BNDES para o Governo de Mato Grosso do Sul .

EXPLICAÇÃO DO GOVERNO

Mas, apesar do ritmo acelerado dos trabalhos, "a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog) esclarece que não foi iniciada obra de pavimentação asfáltica do novo acesso às Moreninhas. A empresa Anfer realiza limpeza no local, para viabilizar acesso com equipamentos, posteriormente."

 

Empreiteira está atuando com pelo menos seis máquinas pesadas na obra que ainda está sendo licitada pela Agesul (Marcelo Victor)

 

23° caso

Um dia após mulher ser morta por companheiro, MS tem mais um feminicídio

A vítima foi encontrada no sofá de casa e foi levada ao hospital de Costa Rica, mas chegou sem vida ao local

21/08/2026 11h30

Fátima Alves de Matos tinha 54 anos

Fátima Alves de Matos tinha 54 anos Reprodução

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Fátima Alves de Matos, de 54 anos, foi encontrada morta dentro de casa, na noite desta quinta-feira (20), em Costa Rica, município que fica a cerca de 330 quilômetros de Campo Grande. Vizinhos relataram ter ouvido gritos, uma discussão e fortes barulhos vindos do local. Este é o segundo caso de feminicídio em Mato Grosso do Sul em menos de 24 horas

Rubens Alves Justino, também de 54 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira (21). Caso seja confirmado como feminicídio, este será o 23º registrado em Mato Grosso do Sul em 2026.

Os policiais foram até a residência do casal, localizada no bairro Vale do Amanhecer, onde encontraram Rubens. Aos militares, o homem negou ter agredido a esposa e afirmou que Fátima sequer estava na residência.

A mulher foi socorrida e levada, pelo filho, para atendimento médico na Fundação Hospitalar de Costa Rica, mas chegou ao hospital sem vida. A vítima apresentava diversos hematomas pelo corpo, o que levantou a suspeita de que teria sido agredida antes da morte. A equipe médica acionou a Polícia Militar.

Uma testemunha relatou aos policiais que ouviu uma discussão intensa entre o casal durante a noite. Após cessar a briga, a pessoa foi até a casa para verificar o que aconteceu e encontrou Fátima caída e inconsciente sobre um sofá.

Fátima era trabalhadora doméstica, natural de Cassilândia, e mantinha um relacionamento com o suspeito havia cerca de sete meses.

Após passar por exame de corpo de delito, Rubens foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Costa Rica. O caso será investigado, e os laudos periciais deverão auxiliar na identificação da causa e das circunstâncias da morte.

Outro feminicídio

Lourival da Cruz Neto, principal suspeito de assassinar Joseane Oliveira Cruz, foi preso na manhã de quinta-feira (20) em um posto de combustível em Jaraguari, que fica a 47 km de distância de Campo Grande.

Conhecido como "Bola", o rapaz de 19 anos é acusado de matar a companheira com golpes de foice, na noite de quarta-feira (19), na Rua Luiz Hilário Campos Leite, no bairro Cristo Redentor, em Campo Grande. Logo após cometer o crime, Lourival fugiu de bicicleta. 

"NINHOS DE COBRAS"

MS fecha mais uma distribuídora de combustíveis instalada em 'barriga de aluguel'

Antiga destilaria no km 18 da Estrada da Balsinha é "incubadora do crime", lar de empresas investigadas por fraude fiscal e lavagem de dinheiro do PCC, além das maiores devedoras do Fisco federal em Mato Grosso do Sul

21/08/2026 11h11

Publicação de hoje assinada pelo superintendente de Administração Tributária, Bruno Gouvêa Bastos, cancela a inscrição estadual da Integração Combustíveis Ltda. 

Publicação de hoje assinada pelo superintendente de Administração Tributária, Bruno Gouvêa Bastos, cancela a inscrição estadual da Integração Combustíveis Ltda.  Reprodução/Assecom-ANP

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Conforme publicado pelo Governo do Mato Grosso do Sul, na edição desta sexta-feira (21) de seu Diário Oficial Eletrônico (DOE), mais uma empresa que está instalada em "barriga de aluguel" em antiga destilaria no interior que serve de "incubadora do crime" teve sua inscrição estadual cancelada. 

Ainda no último dia 10 deste mês, a Secretaria de Estado de Fazenda conseguiu cancelar inscrição de uma empresa que tem como endereço uma espécie de "ninho de cobras", como bem acompanha o Correio do Estado, da mesma forma que acontece através da publicação de hoje (21). 

Enquanto a decisão publicada há cerca de 11 dias era referente à distribuidora Velox, a publicação de hoje assinada pelo superintendente de Administração Tributária, Bruno Gouvêa Bastos, cancela a inscrição estadual da Integração Combustíveis Ltda. 

Acontece que, pelo menos no papel, como mostram bancos cadastrais de empresas nacionais, ambas as empresas - bem como outras acusadas inclusive de sonegação de impostos - funcionam no quilômetro 18 da conhecida Estrada da Balsinha, trecho que liga o município de Naviraí a Iguatemi. 

Em balanço recentemente abordado pelo Correio do Estado, nota-se que esse espaço tornou-se uma espécie de "coworking" de distribuidoras "noteiras" de combustíveis, estrutura essa criada há quase três décadas para abrigar a Destilaria Centro-Oeste Iguatemi. 

O endereço serve de localização sede de uma série de empresas que têm ligação com ilícitos tributários e elos com o crime organizado. Alvo de operações como a "Carbono Oculto", o local é ainda sede de dois nomes considerados os maiores devedores do Fisco federal no Mato Grosso do Sul. 

Na prática, porém, somente a Ecológica Distribuidora de Combustíveis existe no local e em agosto do ano passado chegou a ser interditada pela Agência Nacional do Petróleo por conta de uma série de irregularidades ambientais e contábeis.

Entenda

Segundo trabalho dos investigadores, no município de Iguatemi funciona uma espécie de base fantasma nacional da distribuição de combustíveis, espaço esse que serve de "barriga de aluguel", conforme termo empregado pela própria Agência Nacional do Petróleo (ANP), para uma série de empresas alvo em 28 de agosto de 2025. 

Cabe frisar que essa Operação Carbono Oculto é considerada por especialistas como a maior ação contra o crime organizado, incluindo o Primeiro Comando da Capital, da história policial brasileira. 

Vale destacar que nem a Velox, a Ecológica ou a Integração apareciam entre as investigadas na Operação Carbono Oculto, mas a base seria de fato "barriga de aluguel" para as empresas, graças à declaração à própria ANP de que haveria o cumprimento dos requisitos necessários para obter-se uma autorização de distribuidora. Para isso seria necessário um espaço de armazenagem mínimo de 750 m³. 

Entretanto, armazenagem e movimentação de combustível estariam longe de serem observados na base, o que iria contra as normas da Agência. A fraude consistiria em utilizar a empresa registrada em Iguatemi como matriz, onde há um menor custo para adquirir propriedade em parte de uma base, para, na prática, comercializar combustível em São Paulo, por exemplo.

Como a distribuição de combustíveis é considerada de utilidade pública, sem o comércio de combustíveis na localidade essas empresas lesam a sociedade ao atuarem efetivamente em outras Unidades da Federação, como no caso da própria Integração, que possui 11 filiais totais, presente nos seguintes Estados: 

  • PR - Araucária/ Perobal 
  • SP - Guarulhos/ Paulínea 
  • MT - Várzea Grande 
  • MG - Uberlândia
  • GO - Rio Verde / Senador Canedo 
  • MA - São Luíz 
  • ES - Viana 
  • PA - Vitória do Xingu

Entre outros pontos, a operação evidenciou a expansão da atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e sua infiltração de forma sistemática na chamada "economia formal". As ramificações desses tentáculos da organização criminosa, como revelado na Carbono Oculto, chegam ao setor de combustíveis, mercado financeiro paulista e diretamente à Faria Lima. 

Como detalhado pelo Ministério Público e autoridades fiscais, esse esquema criminoso teria gerado aproximadamente R$10 bilhões em importações ilícitas de combustíveis; R$52 bilhões em vendas no varejo feitas em mais de mil postos, além de outros R$46 bilhões em transações feitas por fintechs clandestinas que, no intervalo de 2020 a 2024, serviam de banco paralelo. 

Dívidas

Entre as distribuidoras com sede no mesmo endereço estão duas que ocupam o topo do ranking dos maiores devedores de impostos. Juntas, a Alpes Comércio de Combustíveis e Vetor Comércio de Combustíveis, devem R$4,9 bilhões, conforme dados da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. 

A maior devedora do Fisco federal em Mato Grosso do Sul é a Alpes, R$2,93 bilhões. Ela foi alvo das duas operações da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério Público do Estado de São Paulo: a Carbono Oculto e a Fluxo Oculto.

A organização criminosa investigada é liderada por Mohamad Hussein Mourad, conhecido como Primo ou João, que atua como o epicentro de um esquema bilionário que abrange toda a cadeia produtiva de combustíveis, desde usinas sucroalcooleiras até redes de postos.

Ao lado dele está Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, identificado como o colíder do grupo, exercendo funções cruciais na gestão operacional de empresas centrais, como a formuladora Copape e a distribuidora Aster.

Juntos, eles comandam uma estrutura profissionalizada que utiliza fundos de investimento e centenas de empresas de fachada para ocultar a origem ilícita de recursos e realizar fraudes tributárias, apontam os investigadores.

A Alpes desempenha um papel fundamental nesse ecossistema, servindo como um dos principais canais para a distribuição de etanol produzido pelas usinas controladas pelo grupo, como a Itajobi e a Carolo.

A segunda maior devedora é a Vetor Comércio de Combustíveis, que deve R$2,04 bilhões ao Fisco federal. A empresa, cujo sócio-administrador que aparece em seu contrato social é Servio Tulio Fagotti Zaqueti, responde a vários processos de execução fiscal na Justiça Federal em Mato Grosso do Sul e nos estados de São Paulo e do Paraná.

Significado

A expressão "ninho de cobras" significa, em sentido figurado, um lugar ou um grupo de pessoas onde reinam a falsidade, a maldade, a intriga e a traição. 

 

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