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Faculdade nota 2 no Enamed dificulta alunos a fazer residência

Curso da UniCesumar, em Corumbá, não enviou documentação solicitada por alunos que passaram em um programa nacional de especialização em Medicina

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Com a proposta de fomentar a especialização médica no Brasil e reduzir o deficit de especialistas, o Exame Nacional de Residência (Enare) passou a ser aplicado em 2020, e dois estudantes do curso de Medicina de Corumbá conseguiram ser aprovados para uma das mais de 11,3 mil vagas abertas, com uma concorrência de 138.974 candidatos.

No entanto, eles não conseguiram iniciar a residência, pois a UniCesumar, instituição onde estudam, não emitiu a documentação necessária para serem realizadas as inscrições.

Júlio Delachiave Neto conseguiu aprovação para residência em radioterapia na Liga Contra o Câncer, no Rio Grande do Norte, enquanto Amanda Martins da Costa foi classificada para atuar no Hospital Universitário dos Servidores do Rio de Janeiro. 

No caso de Júlio, conforme o comunicado que recebeu, ele teria de entregar hoje sua documentação, que não chegou. Já Amanda, que estava nesse processo de solicitação desde 26 de janeiro deste ano, perdeu os prazos e ficou sem a vaga.

Ambos os estudantes estão com mais de 50 alunos no último semestre de Medicina da UniCesumar e o período letivo deles será finalizado daqui a 13 semanas.

Por já terem completado mais de 7,5 mil horas-aula, eles requisitaram a antecipação da colação de grau para darem início às especializações que tinham sido aprovados.

O entrave surgiu quando a UniCesumar não acatou o pedido, mesmo após justificarem que há legislação que resguarda o direito de obter a antecipação de colação de grau depois que 91% da carga horária total é atendida. No caso do curso deles, o mínimo exigido seria de 7,2 mil horas-aula. 

O tema consta no parágrafo 2º do artigo 47 da Lei Federal nº 9.394/94, que é a Lei de Diretrizes Básicas da Educação.

Ainda há, conforme os estudantes, ato executivo da Reitoria da instituição, de 14 de dezembro de 2018, que permite a antecipação em caso de aprovação em processo seletivo de curso de programa de pós-graduação stricto sensu.

A universidade em Corumbá oferece o curso de Medicina e atrai estudantes de todo o Brasil. O campus da UniCesumar na Capital do Pantanal só tem o curso presencial de Medicina e acabou recebendo benefícios locais por conta do prédio que construiu para atender os futuros médicos. 

Porém, no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), o curso de graduação acabou recebendo nota 2, considerada insatisfatória pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os estudantes chegaram a argumentar, de forma presencial, que a aprovação deles no Enare representava um bom resultado diante da outra avaliação que foi feita e que analisou diferentes critérios. Ainda assim, não houve deferimento por parte da instituição de ensino privada.

“Uma barreira burocrática e o descumprimento das próprias normas institucionais estão impedindo que o sonho da gente se torne realidade. Enfrentamos uma batalha contra a própria faculdade para garantir o direito à colação de grau antecipada. A gente acaba avaliando que a faculdade estaria prejudicando intencionalmente, ao se recusar a fornecer documentações atualizadas”, lamentou Júlio Delachiave Neto, que é representante de classe desde o primeiro ano de Medicina.

Os dois estudantes pontuaram que até mesmo as centenas de horas de internato e plantões que cumpriram entre julho de 2025 e março deste ano no sistema público de saúde de Corumbá não estavam disponíveis para serem acessadas em documentos oficiais. 

“Conquistamos a duras penas essas vagas. Eu ainda tive aproveitamento considerado exemplar, com o meu IRA [Índice de Aproveitamento Acadêmico] em 83%”, desabafou Amanda, que é do Rio de Janeiro e já fazia planos para voltar para sua cidade, porém adiou o projeto e precisa permanecer em Corumbá para cumprir as 13 semanas que restam de curso.

Conforme os estudantes, como os prazos para encaminhar documentação e dar início à residência médica não foram respeitados, as vagas podem acabar sendo repassadas para outros aprovados que estão na fila de espera.

Como o Enare tem cinco anos de existência, ainda não está totalmente consolidado que a nota obtida garante ao aprovado uma vaga dentro de um prazo de três anos. Essa possibilidade pode variar entre hospitais e em função da demanda. 

JUDICIALIZAÇÃO

Os estudantes chegaram a buscar na Justiça estadual e federal uma liminar para obter a documentação exigida. Entre idas e vindas do processo judicial, como a UniCesumar não concedeu documentos que também serviriam de provas, tanto Amanda como Júlio não tiveram êxito.

Em outras cidades com faculdades de Medicina esse tipo de pedido também ocorre e, muitas vezes, os alunos precisam recorrer à judicialização para obter liminar. 

Em geral, os médicos conseguem a liminar, como as disputas que ocorreram no ano passado com a Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, e a Fundação Educacional D. André Arcoverde.

Há casos até mesmo com a UniCesumar, mas em ações que tramitam na Justiça do Paraná, estado que tem sede da instituição.

SEM RETORNO

A reportagem buscou resposta da UniCesumar por canais oficiais, como o Fale com o Reitor, e também com a Diretoria Institucional. As mensagens foram ontem, mas não houve retorno até o fechamento desta edição.

Porém, na manhã do dia 12 (quinta-feira) a instituição entrou em contato com a reportagem do Correio do Estado com as seguintes informações: 

"A UniCesumar informa que cumpre a legislação educacional, as normas vigentes e atua com responsabilidade para garantir que a formação de seus alunos seja concluída de forma completa, segura e com a qualidade exigida para o exercício da profissão. A decisão também está em consonância com o posicionamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), que alerta que “a antecipação das formaturas em medicina traz prejuízos à formação do futuro médico, que pode perder acesso a importantes conteúdos e vivências na fase final de seu internato”. Dessa forma, a UniCesumar reforça seu compromisso com a qualidade do ensino, com a saúde pública e com a formação de médicos plenamente capacitados para atuar na sociedade".

RECORDE

A edição do Enare de 2025, na qual os estudantes de Medicina de Corumbá conseguiram aprovação, bateu recorde de inscrições, com mais 138 mil candidatos, um crescimento de 56% em relação à edição de 2024.

O exame, organizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), registrou a oferta de cerca de 11 mil vagas em diversas modalidades.

“A gente avalia que a residência médica é o grande caminho para enfrentar essa questão [de notas baixas em avaliação de cursos de Medicina do Brasil]”, sugeriu o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, em entrevista concedida ao site R7.

OBS: reportagem editado às 09:35 do dia 12 de março para acréscimo de nota retorno da Unicesumar

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poder

Após 40 anos, dinastia dos bicheiros de MS está por um fio

Se Jamilson Name não obtiver vitória no TSE, será a primeira desde 1987 que as famílias Name e Razuk ficarão sem representante na Assembleia ou no Tribunal de Contas

17/10/2026 16h15

Neno Razuk está preso e os representantes da família Name que buscaram vaga na Assembleia estão sendo barrados pela Justiça

Neno Razuk está preso e os representantes da família Name que buscaram vaga na Assembleia estão sendo barrados pela Justiça

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Depois de 40 anos ocupando cargos no alto escalão da política de Mato Grosso do Sul, as famílias Name e Razuk, que ao longo deste período dominaram o jogo do bicho no Estado, podem ficar de fora do poder pela primeira vez a partir de 2027. Se dependesse das urnas, um dos representantes destas famílias seguiria na cúpula, mas ele corre o risco de perder os votos por determinação judicial.

Desde 1987 os controladores da jogatina sempre tiveram pelo menos um representante das famílias na Assembleia Legislativa ou no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Na eleição do dia 4 de outubro, o deputado Jamilson Name (PPP) conseguiu 35.211 votos, o que é suficiente para que chegue ao seu terceiro mandato consecutivo. Porém, ele disputou sub júdice e agora depende do aval do Tribunal Superior Eleitoral para assumir o mandato.

Se ele não conseguir reverter a situação, será a primeira vez que a dinastia dos bicheiros ficará fora da cúpula do poder estadual. O primeiro deles a chegar à Assembleia foi o douradense Roberto Razuk, que cumpriu dois mandatos, entre 1987 e 1995.

O chefão da jogatina em Dourados e região de fronteira morreu na última quinta-feira (15), aos 85 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo (SP), por causa de infecção pulmonar.

Por causa de supostos crimes praticados em meio às atividades da jogatina, ele foi preso pela terceira vez em novembro de 2025, durante a quarta fase da Operação Successione, que investiga uma organização criminosa que tentava se apoderar do jogo do bicho em Campo Grande depois da derrocada da família Name.

E justamente a Família Name, cujo patriarca, Jamil Name, morreu em meados de 2021 no presídio federal de Mossoró, que conseguiu colocar um representante na Assembleia Legislativa a partir de 1995, depois que Roberto Razuk perdeu sua vaga.

Naquele ano foi eleito pela primeira vez o deputado Jerson Domingo, que ficaria na Casa de Leis durante duas décadas, até o fim de 2014.

Ele é irmão de Tereza Name, esposa de Jamil Name. Ao longo destes 20 anos foi presidente da Assembleia por duas vezes e também ocupou a função de primeiro secretário, o segundo cargo mais disputado pelos deputados.

Em 2014 ele abriu mão da disputa à releição e optou pelo cargo vitalício de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, onde permaneceu até novembro de 2025, quando completou 75 anos e teve de se aposentar.

Antes de deixar seu quinto mandato na assembleia, a família Name decidiu que a irmã dele, a vereadora Tereza Name disputaria vaga à Assembleia, mas na véspera da campanha eleitoral ela desistiu porque o partido ao qual era filiada apoiaria Nelsinho Trad para o Governo do Estado e todos os seus familiares haviam firmado aliança com o petista Delcídio do Amaral. Os dois foram derrotados por Reinaldo Azambuja.

E por conta desta desistência as famílias Name e Razuk ficaram de fora da Assembleia Legislativa entre 2014 e 2018. Mas, Jerson Domingos ainda seguia na cúpula do poder estadual ocupando o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas.

Depois da aposentadoria no TCE, Jerson Domingos voltou à política eleitoral em 2026 e no último dia 4 disputou vaga na Assembleia Legislativa, enfrentando inclusive seu sobrinho, Jamilson. O tio conseguiu o apoio de 16.884 eleitores, número insuficiente para ocupar uma das 24 vagas. Mas, seus votos também acabaram sendo anulados pela Justiça Eleitoral,

O pedido de impugnação apresentado pelo Ministério Público Eleitoral apontou a suposta participação de Jerson Domingos em uma organização criminosa investigada na Operação Omertà, aquela que levou à prisão o seu cunhado e sobrinho.

De acordo com a denúncia apresentada pelo MPMS, Jerson foi apontado como uma das pessoas que teriam praticado o crime de impedimento ou embaraço à investigação de organização criminosa, em sua forma majorada. Na época destas investigações, Jerson era Conselheiro do Tribunal de Contas.

DOSE DUPLA

Mas, se ficaram quatro anos sem representantes diretos na Assembleia, em 2018 os bicheiros voltaram em dose dupla, com Neno Razuk e Jamilson Name, filhos de Roberto Razuk e Jamil Name, respectivamente.

Ambos se reelegeram quatro anos depois, apesar de seus familiares terem se envolvido em uma série de escândalos policiais, como evidenciou a operação Omertà, que levou à prisão o pai e o irmão de Jamilson.

A partir de 2023, a família Razuk também passou a ser alvo de operações do Ministério Público Estadual (Operação Sucessione). O patriarca chegou a ser preso em novembro de 2025, mas logo foi conseguiu prisão domiciliar.

Em dezembro de 2025 o deputado Neno Razuk foi condenado 15 anos de 7 meses de prisão acusado de comandar uma organização criminosa que até assalto a mão armada teria praticado contra rivais do jogo do bicho.

E a má fase dos bicheiros piorou em maio deste ano, quando o Tribunal Superior Eleitoral anulou os pouco mais de 10 mil votos que haviam sido atribuídos à candidata Raquelle Trutis (PL). Por conta disso, foi feita a recontagem dos votos e o PL perdeu uma das vagas na Assembleia, que estava sendo ocupara por Neno.

Sem o chamado foro privilegiado que o cargo lhe dava, Neno Razuk saiu da Assembleia Legislativa e desaparecido por cerca de três meses, já que a Justiça determinou que cumprisse a pena de reclusão.

Ele acabou sendo preso no começo de agosto na Bolívia e segue recluso. Antes de perder o mandato, Neno já havia montado uma equipe de campanha para disputar vaga de deputado federal, mas foi obridado a desistir.

Com a falta de votos de Jerson Domingos e a prisão de Neno, os bicheiros ainda tem uma possibilidade de se manterem no poder, com Jamilson Name, que foi eleito pela primeira vez em 2018 e está concluindo seu segundo mandato.

Inicialmente foi eleito pelo PDT e na sequência, pelo PSDB. Na primeira disputa, obteve 33.870 votos, ficando em terceiro lugar entre os mais bem colocados. Quatro anos depois, obteve 43.435 votos, o que lhe garantiu a quarta colocação. 

Agora, por conta de seu poderio financeiro, ficou em décimo terceiro lugar entre os mais bem votados (35,2 mil votos), mas não aparece na lista dos eleitos. É que o TSE atendeu a pedido da Procuradoria-Regional Eleitoral e reverteu decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) que havia autorizado o registro da sua candidatura. 

Em decisão monocrática, o ministro Sebastião Reis Júnior acatou argumento de que Jamilson tem envolvimento com o grupo criminoso investigado na Operação Omertà, na qual o deputado foi condenado em primeiro grau a oito anos de reclusão pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, com o reconhecimento expresso de que exercia “função de comando ou liderança” na estrutura delitiva.

A representação do Ministério Público Eleitoral (MPE), que se baseou em decisões judiciais da Justiça Estadual, indica que, após a prisão das lideranças originárias do grupo, seu pai, Jamil Name (que morreu em 27 de junho de 2021 no presídio federal de Mossoró, RN), e seu irmão, Jamil Name Filho, o parlamentar assumiu “posição de maior proeminência no núcleo responsável pela exploração do jogo do bicho”. 

Se ele conseguir uma sobrevida à longa trajetória dos bicheiros na cúpula do poder político de Mato Grosso do Sul, quem perde a vaga na próxima legislatura da Assembleia é o deputado Márcio Fernandes (PL), que por sua vez é uma espécie de braço político do setor de concessionárias de veículos de Mato Grosso do Sul. 

MAIS PODER

Mas não foi somente na Assembleia ou no TCE que as famílias controladoras do jogo do bicho e de outras formas de jogatina mostraram seu poder. Délia Razuk, esposa de Roberto e mãe de Neno, foi vereadora em Dourados e prefeita por duas vezes. 

Em Campo Grande, Tereza Name foi vereadora por apenas um mandato, mas a família chegou a ter uma espécie de bancada própria na Câmara. Em 2016,  quatro vereadores bancados e diretamente ligados ao clã Name conseguiram vaga entre os 29 eleitos. 

ESCÂNDALO

Embora sempre tenha sido uma contravenção, o jogo do bicho sempre foi visto com naturalidade na Assembleia e em todos setores do Executivo e do Judiciário estadual. Prova disso é que em 2009 essa jogatina foi exposta em uma reportagem nacional do programa Fantástico, que mostrou o funcionamento de uma banca de apostas dentro do prédio da Assembleia.

Como se tivesse sido pego de surpresa pela revelação da reportagem, dias depois o Ministério Público fez uma operação para desmantelar a jogatina, que continuou seu curso durante mais de uma década. 

A derrocada dos bicheiros começaria somente uma década depois, em abril de 2019, quando o estudante de Direito Matheus Coutinho Xavier foi fuzilado por engano na porta de sua casa. O alvo era seu pai, mas ele manobrou a caminhonete da família e os pistoleiros atingiram o alvo errado. O mandante teria sido Jamil Name Filho, condenado pelo crime e detido no presídio federal de Mossoró.

 

 

 

AGENDA CULTURAL

Fim de semana em Campo Grande tem Festival de Okinawa e 4 feiras criativas

A população terá sábado e domingo para prestigiar a cultura japonesa e também aproveitar as tradicionais feiras da Capital

17/10/2026 12h45

Feira do Bosque da Paz é uma das atrações no domingo

Feira do Bosque da Paz é uma das atrações no domingo Divulgação: Prefeitura de Campo Grande

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Campo Grande terá opções de lazer para diversos gostoso neste fim de semana, desde cultura japonesa à gastronomia regional e artesanato, empreendedorismo nas feiras. No sábado (17) e domingo (18), a programação inclui o 3º Festival Okinawa de Campo Grande, feiras culturais em diferentes regiões da cidade e iniciativas voltadas à economia criativa e ao empreendedorismo feminino.

No sábado (17), a partir das 16h, na Associação Okinawa de Campo Grande, localizada no bairro Amambaí, recebe o 3º festival que leva o mesmo nome. A entrada é gratuita e o evento tem como objetivo valorizar a cultura japonesa.

Para quem se interessa em investir na culinária japonesa, a Carreta Gastronômica do Senac estará presente no evento com workshops gratuitos para apresentar sobre os sabores e as tradições da culinária okinawana.

Além do festival, no sábado também terá a Feira Cultural Cidade Morena, das 17h às 22h, na Praça do Papa, localizada na Avenida dos Crisântemos. O local reúne mais de 100 expositores de artesanato, gastronomia regional e produtos locais, além de música ao vivo, com apresentação anunciada do cantor João Paulo.

À noite, às 19h30, o Centro Comunitário Coophavila II recebe a 1ª Mostra de Dança, dedicada às apresentações artísticas e à valorização da dança.

Domingo

No domingo (18), será o segundo dia do festival Okinawa, a partir das 16h. Além disso, pela manhã, a Feira da Sagarana movimenta a Praça Antônio Papi Neto, no Jardim Panamá, das 9h às 15h.

Já no Bosque da Paz, no bairro Carandá Bosque, a Feira Bosque da Paz será realizada das 10h às 16h, ampliando as alternativas de lazer ao ar livre.

A programação de domingo inclui ainda a 2ª Feira Cultural Entre Elas, das 15h às 23h, no Treze Bar, na Rua 15 de Novembro, região central. A iniciativa reúne empreendedorismo feminino, economia criativa e gastronomia, valorizando o trabalho de mulheres empreendedoras.

Serviço

Sábado (17/10)

  • 3º Festival Okinawa de Campo Grande: a partir das 16h, na Associação Okinawa de Campo Grande, Rua dos Barbosas, nº 110, bairro Amambaí. Entrada gratuita.
  • Feira Cultural Cidade Morena: das 17h às 22h, na Praça do Papa, Avenida dos Crisântemos. Mais de 100 expositores, artesanato, gastronomia, produtos locais e música ao vivo.
  • 1ª Mostra de Dança: às 19h30, no Centro Comunitário Coophavila II.

Domingo (18/10)

  • Feira da Sagarana: das 9h às 15h, na Praça Antônio Papi Neto, Travessa Pacaty, Jardim Panamá.
  • Feira Bosque da Paz: das 10h às 16h, no Bosque da Paz, Rua Kame Takaiassu, nº 500, bairro Carandá Bosque.
  • 2ª Feira Cultural Entre Elas: das 15h às 23h, no Treze Bar, Rua 15 de Novembro, nº 797, Centro.
  • 3º Festival Okinawa de Campo Grande: a partir das 16h, na Associação Okinawa de Campo Grande, Rua dos Barbosas, nº 110, bairro Amambaí. Entrada gratuita.

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