Cidades

Mais Remédios

Farmácia Popular irá ofertar 95% de medicamentos gratuitamente; veja a lista

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (10) a incorporação de 41 novos medicamentos que sairão de graça

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O Ministério da Saúde anunciou que 95% dos medicamentos e insumos serão ofertados gratuitamente por meio do programa Farmácia Popular. Em Mato Grosso do Sul a iniciativa deve atender aproximadamente 31 mil pessoas. 

Com a oferta de mais medicamentos gratuídos, a pasta acredita que haverá a economia de R$ 400 por ano, no orçamento de que precisa de medicação de uso contínuo. 

Entre os remédios que poderão ser retirados de graça estão os de tratamento para doença de Parkinson, glaucoma e rinite, colesterol, entre outros. Ao todo são 41 novos itens, entre eles fraldas e absorventes.

Anteriormente os únicos medicamentos retirados gratuitamente eram indicados para pacientes com quadros de diabetes, hipertensão, asma, osteoporose e anticoncepcionais.

O restante parte era paga pelo cidadão enquanto o Ministério da Saúde entrava com até 90% do valor da medicação. 

Veja a Lista completa de medicamentos

Asma

  • brometo de ipratrópio 0,02mg
  • brometo de ipratrópio 0,25mg
  • dipropionato de beclometasona 200mcg
  • dipropionato de beclometasona 250mcg
  • dipropionato de beclometasona 50mcg
  • sulfato de salbutamol 100mcg
  • sulfato de salbutamol 5mg

Diabetes

  • cloridrato de metformina 500mg
  • cloridrato de metformina 500mg - ação prolongada
  • cloridrato de metformina 850mg
  • glibenclamida 5mg
  • insulina humana regular 100ui/ml
  • insulina humana 100ui/ml

Hipertensão

  • besilato de anlodipino 5 mg
  • captopril 25mg
  • cloridrato de propranolol 40mg
  • hidroclorotiazida 25mg
  • losartana potássica 50mg
  • maleato de enalapril 10mg
  • espironolactona 25 mg
  • furosemida 40 mg
  • succinato de metoprolol 25 mg

Anticoncepcionais

  • acetato de medroxiprogesterona 150mg
  • etinilestradiol 0,03mg + levonorgestrel 0,15mg
  • noretisterona 0,35mg
  • valerato de estradiol 5mg + enantato de noretisterona 50mg

Osteosporose

  • alendronato de sódio 70mg

Dislipidemia 

  • sinvastatina 10mg
  • sinvastatina 20mg
  • sinvastatina 40mg

Parkinson

  • carbidopa 25mg + levodopa 250mg
  • cloridrato de benserazida 25mg + levodopa 100mg

Glaucoma

  • maleato de timolol 2,5mg
  • maleato de timolol 5mg

Rinite

  • budesonida 32mcg
  • budesonida 50mcg
  • dipropionato de beclometasona 50mcg/dose

Diabetes Mellitus + Doença cardiovascular 

  • dapagliflozina 10 mg

Saiba como retirar a medicação ou insumos 

Medicamentos e/ou fraldas geriátricas

  • O paciente deve ter idade igual ou superior a 60 anos ou ser pessoa com deficiência;
  • Deve apresentar prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso de fralda geriátrica.
  • Em caso de pessoa com deficiência, o laudo deve constar a respectiva Classificação Internacional de Doenças (CID). 
  • Apresentar documento oficial com foto e número do CPF ou documento de identidade em que conste o número do CPF;
  • Receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares.

Casos de pacientes acamados

Em caso de pacientes acamados ou com baixa mobilidade que não podem comparecer até uma Farmácia Popular, o representante legal ou que possui uma procuração para tratar dos assuntos da pessoa, deve apresentar os seguintes documentos:

 

  • Receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares;
  • Beneficiário titular da receita: documento oficial com foto e CPF ou documento de identidade que conste o número do CPF, salvo menor de idade, que permite a apresentação da certidão de nascimento ou registro geral (RG).

Programa Dignidade Menstrual

  • Documento oficial com foto e número do CPF ou documento de identidade em que conste o número do CPF; e
  • Documento de Autorização do Programa Dignidade Menstrual, em formato digital ou impresso, que deve ser gerado via aplicativo ou site do Meu SUS Digital, com validade de 180 dias.

Veja a cartilha do programa clicando aqui.

Paciente Menor de idade

  • Apresentação da certidão de nascimento ou registro geral (RG);
  • Documento oficial com foto e CPF do representante legal;
  • Documento que comprove a representação legal. 

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COLISÃO

Homem que provocou acidente em Campo Grande fugiu de audiência há 7 anos

Após bater na moto, que transportava um casal, Harrison Jorge fugiu do local, perdeu o controle do veículo e colidiu contra uma árvore

21/09/2026 08h30

O caso foi registrado na Depac-Cepol

O caso foi registrado na Depac-Cepol Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Um homem, identificado como Harisson Jorge de Morais Paraizo, de 42 anos, dirigia o veículo Honda HR-V,  quando colidiu com uma motocicleta Yamaha YBR150, que transportava um casal, na Avenida Presidente Ernesto Geisel, em Campo Grande, na tarde deste domingo (20).

Durante a conversão à direita para ingressar na rua Bom Sucesso, a moto foi atingida pelo carro de Harisson. Após a colisão, o homem fugiu do local sem prestar socorro à mulher, que era passageira da motocicleta. No momento da fuga, o homem trafegava pela rua Floriano Paula Correa, quando, no cruzamento com a Avenida Georges Chaia, perdeu o controle do automóvel e colidiu contra o canteiro central da via e, posteriormente, contra uma área de mata às margens da avenida, chocando-se contra uma árvore.

Logo após, a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Militar compareceram ao local e constataram a existência de uma mandado de prisão contra o investigado. Em 2019, Harrison Jorge foi entregue à Polícia Militar e levado até o Fórum, em Campo Grande, onde passaria por interrogatório, com outros dois detentos.

No entanto, durante a noite, os policiais retornaram ao presídio sem Harrison e, logo em seguida, foi considerado fugitivo. Ele tem passagens por roubo, furto e tentativa de homicídio, quando ele tentou matar um homem a pedradas após desentendimento no bairro Aero Rancho.

A mulher que estava na moto e Harisson Jorge foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros Militar e encaminhados para atendimento médico na Santa Casa. Ela teve fratura no fêmur, enquanto o investigado sofreu escoriações na face.

A PM permaneceu responsável pela custódia hospitalar do custodiado. Durante a busca veicular realizada no Honda HR-V, foram localizados R$ 4.900,00 em espécie, sendo 49 cédulas de R$ 100,00, além de um cartão e um celular. O veículo foi removido ao pátio do Detran-MS em razão do licenciamento atrasado. 

A autoridade policial determinou o registro e os demais procedimentos, bem como a lavratura do auto de prisão em flagrante. O autuado não foi apresentado a unidade policial devido ao seu atendimento médico hospitalar, permanecendo internado e escoltado por uma viatura da Polícia Militar.

Em relação aos itens apreendidos, a autoridade policial determinou a restituição do celular e do cartão. Quanto à quantia de R$ 4.900,00 em espécie, determinou-se a apreensão, a qual poderá ser solicitada a restituição à autoridade competente mediante comprovação de origem lícita.

Ônibus

Grupo de Goiás ainda não entregou proposta de melhorias no transporte

Dois meses após o anúncio do negócio entre Consórcio Guaicurus e o Grupo HP, prefeitura diz que ainda aguarda documento

21/09/2026 08h20

Consórcio Guaicurus vendeu a empresa e, consequentemente o contrato de concessão, para grupo que controla transporte de Goiânia

Consórcio Guaicurus vendeu a empresa e, consequentemente o contrato de concessão, para grupo que controla transporte de Goiânia Marcelo Victor/Correio do Estado

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No dia 21 de julho deste ano o Consórcio Guaicurus anunciou que havia chegado a um acordo de compra e venda com a concessionária goianiense HP Mobilidade, que é responsável pelo transporte coletivo de Goiânia (GO). Desde então a Prefeitura de Campo Grande afirma que aguarda uma proposta formal da empresa que aponte os planos de melhorias no transporte público, para decidir se aceita ou não a transação.

O Consórcio Guaicurus é responsável desde 2012 pelo transporte coletivo e urbano de Campo Grande e desde 2019, pelo menos, reclama de prejuízos no serviço. Em crise tanto interna como com a administração municipal, o serviço passa por uma intervenção desde junho deste ano.

Segundo o titular da Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais (Segov), Ulisses da Silva Rocha, para que a negociação seja concretizada é necessária a aprovação da prefeitura, por se tratar de uma concessão pública. No entanto, para que esta resposta seja dada é necessário que as empresas apresentem a proposta formalmente do processo de compra e venda e também um plano de melhorias, o que ainda não foi feito.

“Eles vão apresentar, tanto o vendedor quanto o comprador, um relatório do que eles pretendem com essa venda. Desde que haja o cumprimento do contrato, porque existe um contrato vigente entre o município de Campo Grande e o consórcio Guaicurus, que estabelece muitas obrigações para o consórcio e para o Município. A empresa que vai assumir vai cumprir com essas obrigações? Vai fazer investimentos? Vão realizar entregas? Porque o que nós pretendemos com o serviço público de transporte coletivo é que as pessoas tenham a segurança de que vão sair das suas casas e vão chegar no destino. Mas aí a gente precisa de ônibus de qualidade, porque vários deles já estão vencidos, [ônibus] com ar-condicionado e regularidade no trajeto”, afirmou Rocha ao Correio do Estado.

Ainda segundo o secretário, essa entrega ainda não foi feita, mesmo dois meses após o anúncio do acordo, porque ele necessitaria de ser aprovado pelo Conselho de Administração de Defesa Econômica (Cade), órgão responsável por orientar, fiscalizar, prevenir e reprimir abusos do poder econômico no Brasil e que analisa fusões, aquisições entre empresas para evitar monopólios.

“Essa compra é regulada, então eles têm um prazo para que eles façam essa apresentação ao Conselho de Administração de Defesa Econômica, para que o Cade possa opinar se isso é monopólio ou não, porque a empresa já atua em outras capitais”, explicou o secretário. Só após esta aprovação é que as metas da nova empresa deverão ser entregues à prefeitura.

Em nota ao Correio do Estado, o Grupo HP se limitou a dizer que “acompanha as etapas relacionadas ao processo de aquisição do Consórcio Guaicurus e reforça que somente se manifestará após a conclusão dos procedimentos e aprovações necessários para sua efetivação”.

INTERVENÇÃO

A venda da concessionária aconteceu em meio ao processo de intervenção no transporte. Desde o dia 16 de junho uma comissão escolhida pela prefeitura tem tomado conta do transporte coletivo de Campo Grande.

Na semana passada a comissão entregaria um relatório dos primeiros 90 dias à frente do serviço, porém, essa entrega foi postergada para esta semana.

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