Cidades

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Feira-livre do tráfico atormenta vida de comerciantes há anos

Feira-livre do tráfico atormenta vida de comerciantes há anos

Redação

06/04/2010 - 20h58
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bruno grubertt

 

Há pelo menos três anos, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande já vem mantendo conversas com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), com intenção de minimizar os problemas que a criminalidade tem causado para os comerciantes do centro da Capital. O tráfico de drogas, presente na região, vem aumentando a cada dia, mesmo com a presença da polícia.

Na edição de ontem, o Correio do Estado mostrou a feira-livre do tráfico de drogas que se forma à noite, no centro de Campo Grande, quando os estabelecimentos fecham as portas. O problema, porém, é que a necessidade de obter dinheiro e objetos para trocar por drogas faz com que os viciados que se reúnem na região pratiquem roubos e pequenos furtos, o que causa prejuízo para os empresários.

De acordo com a assessoria de imprensa da associação, desde o governo anterior a diretoria da entidade reúne-se com a secretaria de segurança para discutir soluções para o problema. Apesar do aumento do efetivo da Polícia Militar, que tem realizado rondas constantes pela região, vendedores e usuários de drogas não se intimidam e continuam a frequentar as ruas do Centro de Campo Grande, durante a madrugada, e acabam transformando esses locais em grandes bocas de fumo.

Segundo o que foi dito por lojistas que têm seus estabelecimentos situados na Rua 7 de Setembro, a preocupação deles é com relação à integridade de seus comércios, que ficam suscetíveis a arrombamentos e furtos, o que ocorre com frequência. A Associação Comercial confirma a preocupação e o constante registro desses crimes, principalmente no entorno da Rua 15 de Novembro, no centro.

Cidade morena

Mortandade de pássaros em esquina do centro traz dúvidas sobre isolamento na rede elétrica

Desde bem-te-vis até urubus filhotes e adultos, ponto no "coração" da região central de Campo Grande têm se tornado local recorrente de pássaros "explodindo" na fiação

14/03/2026 12h32

Bem-te-vi morto na manhã deste sábado (14) junta-se a outros casos de pássaros vítimas da rede elétrica num mesmo ponto

Bem-te-vi morto na manhã deste sábado (14) junta-se a outros casos de pássaros vítimas da rede elétrica num mesmo ponto Correio do Estado

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Populares, trabalhadores e moradores no geral começam a se questionar a respeito da qualidade do isolamento da rede elétrica na região central de Campo Grande, já que a mortandade de pássaros que "explodem" na fiação têm sido recorrentes e chama a atenção. 

Antes do relógio bater 11h neste sábado (14), quem passava pela esquina das ruas 26 de agosto com a 14 de julho - distante duas quadras da Praça Ary Coelho, no coração da região Central de Campo Grande -, pôde notar o clarão e ouvir o barulho característico da falha elétrica também conhecida como "curto-circuito". 

Em resumo, essa falha acontece quando há um drástico e súbito aumento da corrente elétrica, geralmente quando condutores (neutro/fase) se tocam, ou quando basicamente essa corrente encontra um caminho inesperado de baixa resistência. 

Nesse caso, como mostram as imagens do animal encontrado próximo à rede elétrica, tudo indica que o corpo de mais um bem-te-vi foi o responsável por ser esse caminho inesperado de baixíssima resistência a receber a descarga. 

Com isso, não há qualquer chance de sobrevivência do animal e a morte é súbita, já que essa descarga elétrica "explode" o corpo do animal, que ainda foi encontrado ainda com forte cheiro de queimado, com parte do corpo chamuscado e já sem as extremidades das patas além das patas incineradas. 

Caso isolado? 

Diferente de outras vezes, os populares e trabalhadores da quadra em questão afirmam que desta vez não houve, por exemplo, a interrupção da energia, o que por si só indica que esse não trata-se de um caso isolado. 

Justamente nesta esquina, como bem acompanha o Correio do Estado, dois pássaros morreram da mesma forma no intervalo de duas semanas, o que assustou tanto os trabalhadores pela frequência como os transeuntes pelo susto que cada um desses curtos-circuitos causam. 

Em meados de outubro do ano passado, um caso de um urubu que morreu na fiação e ganhou notoriedade por deixar a quadra sem luz revelou uma realidade que parece passar despercebida, casos como esse na região acontecem com mais frequência do que deveriam. 

“No vizinho ao lado, um bem-te-vi pousou na fiação e aconteceu a mesma coisa. Agora, esse casal de urubus... Um filhote, de manhã, causou um curto. Acho que a mãe, à tarde viu o filhote, pousou e aconteceu novamente”, explicou o comerciante Anderson Cistraldo, de 58 anos, à época. 

Conforme relato, um casal de urubus estava com um filhote que acabou morrendo eletrocutado e ficou pendurado na rede, até o momento em que o urubu veio planando e pousou na tentativa de retirá-lo, recebendo como consequência a descarga elétrica que causou uma sequência de explosões.

O proprietário de uma banca de lanches que fica na esquina com a Rua 14 de Julho, Robert Willian Dutra de Oliveira, de 38 anos, confirmou a situação do bem-te-vi que havia causado o estouro e, consequentemente, a falta de energia na quadra, na semana anterior. 

 “Hoje foi só barulho, não teve queda de energia, foi só a explosão mesmo”, disse ele na ocasião. Até mesmo um vídeo de circuito de monitoramento revela o momento do susto. 

A própria Energisa, concessionária de energia responsável pelo fornecimento e manutenção dos serviços, já manifestou-se em nota afirmando que esses episódios são "pontuais". 

"A distribuidora esclarece que os registros envolvendo aves na rede elétrica são pontuais e não representam uma ocorrência frequente. Em condições normais, por exemplo, é comum observar pássaros pousados sobre os fios. As redes de distribuição contam com sistemas de isolamento e proteção que contribuem para a segurança do fornecimento de energia e reduzem significativamente os riscos de acidentes".


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JOGOS ESCOLARES

Inscrições para Jogos Escolares de Campo Grande são prorrogadas

Apenas modalidades individuais tiveram o prazo estendido até a próxima terça-feira (17)

14/03/2026 12h00

Divulgação

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As inscrições para a 38ª edição dos Jogos Escolares de Campo Grande, nas modalidades individuais foram prorrogadas até a próxima terça-feira (17). Com início ainda neste mês, a competição reúne estudantes de 12 a 17 anos, e funciona também como seletiva para os Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul.

Em busca de incentivar a prática esprotiva nas escolas e revelar talentos que possam representar a Capital em competições estaduais, os jogos são divididos entre masculino e feminino, em duas categorias, A e B.

Categoria A: para estudantes atletas de 15 a 17 anos;
Categoria B: para estudantes atletas de 12 a 14 anos;

Segundo o diretor-presidente da Fundação Municipal de Esportes (Funesp), Maicon Mommand, a competição anual é parte importante do incentivo ao esporte na Capital e por isso prorrogou o prazo de inscrições.

“Optamos por prorrogar o prazo de inscrições para garantir que mais atletas tenham a oportunidade de participar. Os Jogos Escolares de Campo Grande são uma importante iniciativa de incentivo ao esporte entre os adolescentes, promovendo integração e espírito esportivo”.

As modalidades que ainda estão disponíveis para inscrição são as individuais, inclusas: atletismo, badminton, ciclismo, ginástica artística, ginástica rítmica, judô, karatê, natação, taekwondo, tênis de mesa, vôlei de praia, xadrez, wrestling e atletismo adaptado. 

Conforme regulamento geral de ambas as modalidades (etapa 2) é possível se inscrever online e entregar a documentação presencial, das 07h30 às 13h na Gerência de Organização de Eventos da Funesp, localizada na Rua Paulo Coelho Machado, 663, no Bairro Santa Fé.

O regulamento e formulários estão disponíveis no site da Funesp.

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