Cidades

Campo Grande

Festival Jazz e Viola chega a segunda edição

Festival Jazz e Viola chega a segunda edição

DA REDAÇÃO

13/12/2013 - 00h00
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Já esperado pelo público da Capital, o Festival Jazz e Viola chega a sua segunda edição nos dias 19 e 20 de dezembro, no Teatro Aracy Balabanian, com oficinas e convidados tão promissores quanto aos do ano passado.

Unindo fronteiras entre as mais variadas tendências da música instrumental brasileira, o festival é um dos maiores encontros já realizados entre a raiz e o erudito, unindo a sutileza da viola caipira com o Jazz, uma influência mundialmente estabelecida.

Para este ano as atrações serão: Ivan Vilela (SP), Marcelo Mafili (MS), Jean Gabriel (PR), Camerata Violeira (MS), além da participação especial da Orquestra de Viola Vozes do Pantanal e a Orquestra Som das Águas, com início às 20h.

A entrada dos shows nos dois dias é de apenas um brinquedo novo. Já para as oficinas, o investimento é no valor de R$ 10,00 e os alunos receberão certificados. Interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site: www.festivaljazzeviola.com.br

O Festival Jazz e Viola conta com a direção de Marcos Assunção, com a produção executiva de Kellen Nunes e Wilian Carvalho, e realização da Fundação de Cultura do MS, Governo do Estado do MS e da Águas Guariroba. Além do Apoio Cultural da Edsom Instrumentos Musicais, Prefeitura Municipal de Campo Grande, FUNDAC, 104 Fm, TV Pantanal,Graficolor, Pizza Lev, Banda Company, Cant’Arte, SuperBiz, Camerata Violeira e Orquestra Jovem Som das Águas.

Oficinas

Dia 19 - às 9h

Oficina de viola brasileira, com Marcelo Mafili (MS)
Oficina de violino, com Edson Verbinsk (MS)
Oficina de violão, com Jean Gabriel (PR)

Dia 20 – às 9h

Oficina de viola brasileira, com Ivan Vilela (SP)

Atrações
Dia 19 – a partir das 20h

Abertura com Orquestra Vozes do Pantanal e Marcelo Mafili (MS). Em seguida, Jean Gabriel (PR), fechando a noite musical.

Dia 20 – a partir das 20h

Abertura com Camerata Violeira e Orquestra Som das Águas. Na sequência, o instrumentista Ivan Vilela finalizando o festival.

Polícia Militar

Bope prende cinco em operação contra facções criminosas em MS

Desde o início do ano, já foram 1.837 mandados de prisão

01/06/2026 18h00

Tenente Coronel ressaltou que, desde o início do ano, já foram cumpridos mais de 1.800 mandados de prisão em aberto

Tenente Coronel ressaltou que, desde o início do ano, já foram cumpridos mais de 1.800 mandados de prisão em aberto FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) realizou uma operação na manhã desta segunda-feira (1) que resultou na prisão de cinco pessoas em Campo Grande e outras duas cidades do interior de Mato Grosso do Sul. 

A ação, nomeada Malleus, tem como objetivo cumprir mandados de prisão em aberto de membros de organizações criminosas envolvidas em crimes violentos. 

Na operação desta segunda-feira, os presos vão responder pelos crimes de estupro de vulnerável, tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, organização criminosa, receptação, ameaça e desacato. 

As cinco prisões aconteceram em Campo Grande, Corumbá e em Água Clara. 

De acordo com o Batalhão, essa ação acontece "de tempos em tempos" como uma forma de reforçar o trabalho em conjunto com todas as unidades da Polícia Militar. 

"É importante ressaltar que essa operação do BOPE é uma ação que acontece de tempos em tempos, é algo da nossa rotina. Nós estamos empenhados no combate dessas facções. Ainda continuamos com alguns pontos e alguns autos em andamento", afirmou o Tenente Coronel Rigoberto Rocha, do BOPE. 

Os presos nessa operação foram Erasmo Venancio Barbosa, Rafael Henrique Ruiz de Souza, Rafael Macedo de Souza, Rafaela Costa dos Santos e Kethleen Novaes de Souza. Todos eles estavam associados a organizações criminosas. 

Daniel da Anunciação Barbosa e Ivan da Anunciação de Jesus morreram durante o confronto. 

Quase dois mil apreensões

Ainda segundo o Tenente Coronel Rocha, nos primeiros cinco meses do ano, a Polícia Militar já cumpriu 1.867 mandados de prisão de criminosos em Mato Grosso do Sul. 

Nem todos eram integrantes de facções, mas possuíam mandados em aberto. 

Rocha ressalta que a situação no Estado com relação às facções criminosas é "tranquila" e que não vai "imperar" em Mato Grosso do Sul. 

"A gente tem que repassar isso para o cidadão, a situação no Estado é uma situação muito tranquila. A força da Polícia Militar, a força do Bope, ela faz frente a esse tipo de criminoso, independente de qual. A gente trata de facção porque respondem por associação, os crimes desse alvos são de associação criminosa, de tráfico de droga, de estupro, de roubo e homicídio, então é um criminoso a mais que sai de circulação", assegurou. 

Além disso, o Tenente Coronel destacou que sa organizações são, em sua maioria, desorganizadas e estão em constante vigilância do Bope. 

"A gente dá uma atenção a esse integrante que se diz de organização criminosa, mas o que a gente apura, na realidade, é que são desorganizados, descapitalizador, e que aqui no Estado não impera e não vai imperar. Comparando o nosso Estado com outros estados, o crime organizado não é realidade no Mato Grosso do Sul, por isso não é necessário causar nenhum alarde desnecessário". 

"Nosso Estado, a grande característica dele, é chamado de investidor. Ou seja, quem vem para cá é o funcionário que está se aposentando e procura uma situação de segurança. Então a gente está muito atento e sabe bem o potencial do nosso criminoso. A gente sabe o que incomoda, a forma que incomoda", esclareceu o Tenente. 

Conclusão

Polícia descarta crime e esclarece morte de arquiteta na BR-163

Investigação da DEAM conclui que Ely da Silva Quevedo saiu voluntariamente de veículo em movimento; perícia não encontrou indícios de violência ou ação do ex-marido

01/06/2026 17h27

Foto: Divulgação

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul concluiu as investigações sobre a morte da arquiteta Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, ocorrida em 13 de abril deste ano, na BR-163, em Campo Grande.

Após mais de um mês de apurações, a 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (1ª DEAM) descartou a hipótese de feminicídio e concluiu que a vítima saiu voluntariamente do veículo em movimento antes de ser atropelada pelo próprio automóvel.

De acordo com a polícia, a conclusão foi baseada em um conjunto de provas técnicas produzidas durante a investigação. O trabalho incluiu análise de imagens de câmeras de monitoramento, exames periciais no veículo, laudos sobre o corpo da vítima e estudos da dinâmica do ocorrido.

Segundo a delegada responsável pelo caso, não foram encontrados vestígios de luta dentro da caminhonete, sinais de intervenção física do motorista ou lesões compatíveis com tentativa de defesa por parte da vítima.

Os elementos analisados apontaram que a morte ocorreu em decorrência de uma ação exclusiva da própria arquiteta.

A investigação também concluiu que não há evidências que permitam atribuir responsabilidade criminal ao motorista, que era ex-marido da vítima e conduzia o veículo no momento do ocorrido.

Conforme a Polícia Civil, a perícia técnica confirmou que Ely deixou o automóvel enquanto ele ainda estava em movimento, caiu sobre a pista e acabou sendo atingida pelo próprio veículo.

Em nota, a 1ª DEAM informou que os detalhes da investigação permanecerão sob sigilo em respeito à memória da vítima e aos familiares. A delegacia destacou ainda que a apuração foi conduzida com rigor técnico, transparência e observância dos protocolos adotados em casos de mortes violentas de mulheres.

Relembre o caso

A morte de Ely da Silva Quevedo ocorreu na manhã de 13 de abril, no km 482 da BR-163, no anel rodoviário de Campo Grande. A arquiteta caiu de uma caminhonete em movimento e sofreu ferimentos graves.

O caso gerou grande repercussão e levantou dúvidas sobre as circunstâncias da ocorrência. Inicialmente, a Polícia Civil passou a investigar diferentes hipóteses, incluindo a possibilidade de feminicídio.

Na ocasião, o ex-marido da arquiteta, que dirigia o veículo, afirmou aos policiais que Ely havia se lançado da caminhonete. Ele foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos e liberado após o depoimento.

Durante o andamento das investigações, imagens obtidas pelos investigadores ajudaram a esclarecer a dinâmica dos fatos. Os vídeos mostraram a vítima deixando o veículo em movimento, versão posteriormente confirmada pelos exames periciais.

Ely chegou a receber atendimento das equipes de resgate da concessionária responsável pela rodovia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente. Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil encerrou o caso sem indiciamentos.

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