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ÁRVORES HISTÓRICAS

Figueira quase centenária que morreu na Afonso Pena será substituída por um “clone”

Árvores históricas possuem substitutas no viveiro municipal
17/05/2020 12:30 - Fábio Oruê


Uma das figueiras plantadas na Avenida Afonso Pena entre 1921 e 1924, que morreu recentemente, será substituída pelo seu próprio clone geneticamente idêntico. Na manhã deste domingo (17), servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) estiveram no local para fazer a retirada dos galhos mortos da árvore. 

Segundo o secretário da Semadur, Luis Eduardo Costa, todo a árvore será retirada, porém, a ação será feita em fases para não haver perigo nem para a infraestrutura, nem para trabalhadores. “[Retirada] precisa ser feita por etapas; não é algo que pode ser feito rapidamente porque é perigo; tem muitos riscos”, disse ele ao Correio do Estado.

 
 

Ela era uma das 24 figueiras da Afonso Pena - entre a Rua José Antônio e a Avenida Calógeras. Existem outras 19 na Avenida Mato Grosso, entre a Rua Pedro Celestino e Calógeras. Com a morte desta Figueira, agora são 42 árvores com quase 100 anos de existência. 

Costa disse que a pasta mantém “clones” no Viveiro Municipal das árvores históricas. Eles são feitos retirando mudas das árvores e cultivando para, quando for necessário, as “originais” serem substituídas. “Todo o ser vivo uma hora morre; a gente já se antecipa em relação a isso”, disse ele.  

 
 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.