Cidades

SEGURANÇA PÚBLICA

Foragido de Portugal na 'lista vermelha' da Interpol é preso no interior de MS

Indivíduo em questão foi "condenado por estar envolvido em uma rede transnacional de distribuição de entorpecentes"

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Distante aproximadamente 8 mil quilômetros de sua terra natal, um português foragido do País lusitano, que foi inclusive incluído na difusão vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), pôde ser localizado e preso no interior de Mato Grosso do Sul, como confirmado pela Polícia Federal (PF) na noite de quarta-feira (03). 

Ainda conforme a Polícia Federal em nota, a prisão em si em Mato Grosso do Sul ocorreu no município de Três Lagoas, que fica aproximadamente 326 quilômetros longe da Capital, Campo Grande, que por sua vez é separado de Portugal por uma viagem que pode durar de 12 a 15 horas em voo direto.

Com mandado de prisão em aberto para fins de extradição, a ordem de captura foi expedida pela Justiça portuguesa contra o indivíduo em questão, "condenado por estar envolvido em uma rede transnacional de distribuição de entorpecentes", segundo a PF. 

Capturado em MS

Recebidas as informações através da cooperação internacional, a Polícia Federal brasileira ficou ciente da ordem de captura expedida e deu início às ações, que obteve êxito por meio do trabalho do Grupo Especializado de Capturas da PF de Três Lagoas (MS). 

Sobre a "lista vermelha" da Interpol, cabe deixar claro que o escopo dessa difusão é justamente que os países integrantes consigam localizar e capturar fugitivos. 

Por meio de diligências, os agentes puderam confirmar a identidade, bem como a situação migratória, com o foragido da Justiça portuguesa localizado e detido no município conhecido como Capital Mundial da Celulose ou Cidade das Águas. 

"Diante dos fatos, o homem segue preso e permanecerá à disposição do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo processo de extradição, e poderá ser entregue às autoridades portuguesas conforme os trâmites legais previstos em tratados internacionais", conclui a PF em nota.

 

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Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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