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Com investimento de R$ 6,3 milhões, Fundect abre 750 bolsas científicas

A duração será de 12 meses com valor mensal de R$ 700

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Com investimento de R$ 6,3 milhões, a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) divulgou nesta sexta-feira (6) o edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC-Fundect) 2025.

Ao todo serão 750 bolsas ofertadas — um aumento de 25% em relação ao ano anterior, quando foram concedidas 600 bolsas. Ambas com duração de 12 meses e valor mensal de R$ 700, pagos com recursos do Governo do Estado.

As propostas devem ser submetidas por coordenadores institucionais das Instituições de Ensino Superior (IES) associadas ao Conselho de Reitores das Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul (Crie-MS), por meio da plataforma SIGFUNDECT, até as 17h do dia 13 de junho.

A seleção dos bolsistas será realizada internamente por cada instituição. Os estudantes deverão ser indicados no sistema entre 23 de junho e 5 de setembro. A vigência das bolsas começa em 1º de setembro.

Requisitos

Para participar, o coordenador deve possuir vínculo com a instituição, estar cadastrado na plataforma SIGFUNDECT, preencher o formulário eletrônico, anexar a documentação exigida – incluindo o edital interno da IES e declaração de anuência – e submeter a proposta dentro do prazo.

Os estudantes interessados em receber a bolsa devem estar regularmente matriculados em cursos de graduação das instituições habilitadas, ter currículo atualizado na Plataforma Lattes, cadastro completo no SIGFUNDECT e não acumular bolsa de outra agência pública de fomento. A documentação individual deve ser enviada até 12 de setembro.

Confira a distribuição completa: 

Instituição Sigla Quantidade de bolsas
Universidade Católica Dom Bosco UCDB 111
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de MS IFMS 32
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS 108
Universidade Anhanguera – Uniderp UNIDERP 19
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS 312
Universidade Federal da Grande Dourados UFGD 168

Veja o edital abaixo:  

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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