Cidades

DETERMINAÇÃO

Governo vai recorrer contra a decisão que amplia jornada de professores

Governo vai recorrer contra a decisão que amplia jornada de professores

DA REDAÇÃO

12/04/2012 - 11h30
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O governo do Estado vai recorrer contra decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) que determina a reserva de, no mínimo, 1/3 da carga horária dos profissionais do magistério como jornada extraclasse. O Estado vai apresentar ao TJ dois recursos – um Extraordinário e um Especial - visando reverter decisão tomada pelo próprio tribunal.

O objetivo do Executivo estadual ao buscar a reversão da decisão é impedir impacto imediato nas finanças do Estado sem que haja uma decisão do Supremo. De acordo com o governo de Mato Grosso do Sul, “o tema está judicializado, dependendo de pronunciamento do STF, que garantiu a constitucionalidade do piso salarial, mas ainda não se pronunciou em definitivo sobre a questão de reserva de 1/3 de hora-atividade”.

Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SED), o impacto imediato gerado pela redução das horas dos professores dentro de sala de aula seria de R$ 49 milhões/ano em valores atuais, comprometendo os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e, na prática, impedindo a discussão em torno de reajuste para as outras categorias. De acordo com levantamento da SED, se for adotada a aplicação de 1/3 de horas para jornada extraclasse, será necessária a contratação de 1.798 professores.

(Com informações do Notícias MS)

CAMPO GRANDE

Revendas declaram guerra ao cosumidor e reajustam a gasolina pela 4ª semana

Preço médio subiu mais 16 centavos na última semana. Desde o início dos ataques ao Irã o valor aumentou 46 centavos em Campo Grande

28/03/2026 16h15

No final de fevereiro, o preço médio da gasolina em Campo Grande estava em R$ 5,89. Neste sábado, segundo a ANP, amanheceu em R$ 6,35

No final de fevereiro, o preço médio da gasolina em Campo Grande estava em R$ 5,89. Neste sábado, segundo a ANP, amanheceu em R$ 6,35

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Embora a Petrobras não tenha praticado nenhum reajuste desde o começo dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, o preço da gasolina nos postos de Campo Grande subiu pela quarta semana seguida. Desde o início da guerra, o preço médio da gasolina comum subiu 46 centavos na capital de Mato Grosso do Sul, conforme dados da pesquisa semanal divulgada neste sábado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). 

No dia em começaram os ataques, em 28 de fevereiro, o valor médi nos 23 postos pesquisados pela ANP em Campo Grande estava em R$ 5,89. Neste sábabo, 28 de março, depois dos reajustes praticados pelas distribuidoras e donos de postos, o valor médio amanheceu em R$  6,35.

Isso representa aumento de 7,8% em um período de um mês sem que tenha ocorrido nenhuma alteração de preço nas refinarias. E, como o preço da gasolina tem forte peso nos cálculos da inflação, esta alta vai impactar todo o cálculo da inflação oficial de março. 

E não é só isso, a competividade entre os revendedores de Campo Grande tambéma está menor. No final de fevereiro os preços variavam entre R$ 5,65 e R$ 6,09, uma diferença de 44 centavos entre o maior e o menor. Neste sábado, os valores variam entre R$ 6,15 e R$ 6,52, represenanto diferença de apenas 37 centavos. 

O salto maior nos preços ocorreu justamente nesta última semana. Na pesquisa divulgada no sábado passado, 21, o preço médio estava em R$ 6,19. Agora, oito dias depois, amanheceu em R$ 6,35, represendo um acréscimo de 16 centavos em uma semana. Nas semanas anteriores, o aumento médio ficava na casa dos 10 centavos por semana. 

Aumentos semelhantes aos de Campo Grande ocorreram em todas as capitais brasileiras, evidenciando que existe um esquema organizado nacionalmente para forçar a alta nos preços. Mas, em meio a esta onda de reajustes, Campo Grande perdeu para Goiânia o primeiro lugar no ranking da gasolina mais barata. 

Na capital de Goiás, o preço médio neste sábado amanheceu em R$ 6,31. Lá também ainda persiste disputa de preço. A variação entre o menor e o maior valor chega a 72 centavos, ante os 37 verificados em Campo Grande. 

Mas, disputa de preço mesmo ocorre na capital paulista, onde a ANP fez levantamento de preço em 210 postos. Lá, o consumidor ainda conseguia encontrar gasolina a R$ 5,89. No local mais caro, porém, ela estava em R$ 8,49. Ou seja, uma variação de R$ 2,60 entre o menor e o maior preço. 

Esta tendência de altas sem justificativa no preço da gasolina ocorre desde o fim do ano passado. Na pesquisa fechada no dia 27 de dezembro de 2025, o preço médio do combustível em Campo Grande estava em R$ 5,78. Desde então, subiu 57 centavos, ou 9,8%.

No começo do ano os estados elevaram em 10 centavos o ICMS sobre a gasolina. Mas, em tese, esta alta deveria ser sido anulada pelo redução de 14 centavos por litro que a Petrobras anunciou dias depois. Na prática, porém, os preços subiram após o aumento do imposto estadual e não recuaram quando a Petrobras ofereceu o desconto. 

ETANOL

E apesar de a guerra no Irã ser pelo controle da exploração do combustível fóssil,  o biocombustível tipicamente brasileiro também esta pegando carona nesta guerra que distribuidoras e donos de postos declararam contra o consumidor local. 

Nos últimos 30 dias, o preço do etanol produzido a partir do milho e da cana brasileiros subiu do valor médio de R$ 4,18 para R$ 4,31, uma alta de 13 centavos nos postos de Campo Grande. No último dia do mês passado ele variava de R$ 4,03 e R$ 4,29. Neste sábado, varia de R$ 4,15 a R$ 4,48.
 

CRIME

Discussão por pagamento termina em morte a facadas em município de MS

Vítima foi perseguida e atingida por golpes de faca; suspeito, que seria vizinho, fugiu após o crime

28/03/2026 14h30

O principal suspeito do crime é um vizinho da vítima, que já foi identificado pelas autoridades

O principal suspeito do crime é um vizinho da vítima, que já foi identificado pelas autoridades Aquidauana News

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Um homem identificado como David Vareiro Machado foi morto a golpes de faca na noite de sexta-feira (27), no Bairro Cristo Rei, em Anastácio, na região leste de Mato Grosso do Sul.

De acordo com informações do portal Aquidauana News, equipes da Força Tática foram acionadas inicialmente para atender uma ocorrência de lesão corporal com uso de arma branca. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram a vítima caída, já sem sinais vitais.

O Corpo de Bombeiros também foi chamado e confirmou o óbito ainda no local.

De acordo com informações apuradas, o principal suspeito do crime é um vizinho da vítima, que já foi identificado pelas autoridades, mas ainda não teve o nome divulgado. Testemunhas relataram que os dois teriam discutido por causa do pagamento de um serviço, o que teria motivado o desentendimento.

Durante a briga, o suspeito teria se armado com uma faca e passado a perseguir David, desferindo vários golpes. Após o ataque, ele fugiu em uma caminhonete e não foi mais localizado.

O caso foi registrado como homicídio e está sob investigação da Polícia Civil, que realiza diligências para encontrar o autor e esclarecer as circunstâncias do crime.

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