Cidades

violência doméstica

Homem que agrediu esposa e ameaçou matar a filha para fazê-la sofrer é preso

Vítima tinha medida protetiva, mas foi agredida e teve a casa invadida por diversas vezes pelo suspeito, em Campo Grande

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Um homem de 48 anos, considerado de alta periculosidade, foi preso nesta segunda-feira (19), em um assentamento rural próximo a Sidrolândia, em cumprimento de mandado de prisão preventiva. Ele é acusado de agredir reiteradamente a ex-mulher. Em um dos casos, ele ameaçou matar a filha do casal para atingir a ex.

De acordo com a Polícia Civil, o homem já estava sendo monitorado há algum tempo devido a uma série de agressões e descumprimentos de ordens judiciais.

As agressões ocorriam durante o relacionamento, mas o histórico de violência se intensificou em junho de 2025, após o término do relacionamento de quatro anos.

Conforme as investigações, no dia 7 de junho de 2025, o homem agrediu a ex-companheira com um cinto e, com faca, riscou o braço e pescoço da vítima.

Foi nessa ocasião que ele ameaçou a criança, que é filha de ambos, afirmando que a mataria para fazer a ex sofrer.

No dia seguinte, a Justiça deferiu medida protetiva, mas mesmo assim o homem passou a invadir a casa da vítima por diversa vezes.

Em um dos episódios, ocorrido em 29 de agosto de 2025, o homem arrombou a janela da residência e furtou objetos pessoais da mulher.

As investigações apontam que a medida protetiva foi descumprida pelo menos três vezes, em curto espaço de tempo, em situações que colocaram a mulher em situação de risco.

Devido a isso, a mulher precisou abandonar seu lar por receio de que as ameaças de morte fossem concretizadas.

Mandado de prisão preventiva foi decretada pelo Poder Judiciário em setembro de 2025, e cumprido por policiais da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

O homem tem extenso histórico criminal, incluindo condenação por homicídio, com sentença transitada em julgado em 2010. Ele também tem passagens por estupro, lesão corporal, ameaça e descumprimento de medidas protetivas. 

Ele foi encaminhado ao sistema prisional e deverá passar por audiência de custódia para que o juiz avalie se os fundamentos que motivaram a prisão se mantêm e se houve eventual tratamento desumano ou degradante, já que contra ele havia mandado de prisão preventiva.

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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