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Hopi Hari reabrirá com três brinquedos interditados

Hopi Hari reabrirá com três brinquedos interditados

terra

24/03/2012 - 01h00
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Três atrações do parque de diversão Hopi Hari ficarão lacradas provisoriamente a partir deste domingo, quando o local reabre após 20 dias fechado. A decisão foi anunciada pela promotora de Justiça do Ministério Publico de Vinhedo, Ana Beatriz Sampaio Vieira, em entrevista na tarde desta sexta-feira. No entanto, a Torre Eiffel, brinquedo que levou à morte da adolescente Gabriela Nichimura, 14 anos, em 24 de fevereiro, fechará por tempo indeterminado.

As outras duas atrações que estarão interditadas são o West River Hotel, que deve atender às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ( ABNT) e o Simulakron, que precisa de um dispositivo de segurança caso o cinto não esteja posicionado. A assessoria do parque informou que pretende adequar estes dois brinquedos até domingo, mas considerou muito difícil esta possibilidade.

"No Simulakron é um tipo de cinema de terceira dimensão e qualquer pessoa poderia tirar o cinto e vir a se machucar. O West River, um trem fantasma, não oferece saídas de seguranças em caso de fobia", afirmou a promotora. O fechamento provisório do local, após um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre as partes no dia 2 de março permitiu a realização de uma avaliação criteriosa nas condições do parque.

Com o fim deste período, o Ministério Público entendeu que são necessárias novas adequações de segurança, e para isso foi firmado outro TAC que norteou o funcionamento do parque. O documento tem 21 cláusulas explicativas para as mudanças sugeridas. Dependendo do brinquedo, o prazo para as adequações varia de 60 a 120 dias. Caso não seja atendido, o parque fica sujeito a multa diária de R$ 95 mil.

falsificação documental

Esquema de diplomas falsos é alvo da Polícia Civil em interior de MS

Suspeitos ofereciam 'serviço' de falsificação dos documentos e diziam a estudantes de escolas estaduais que não era necessário ir a aulas e provas

27/05/2026 11h30

Divulgação

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga um esquema de falsificação de diplomas do ensino médio em duas cidades do interior do estado, Bataguassu e Santa Rita do Rio Pardo, a 310 e 242 quilômetros da Capital, respectivamente. Os investigados de comprar os documentos falsos são menores de idade.

A investigação iniciou após uma escola estadual identificar irregularidades em documentos apresentados por alguns estudantes. De acordo com as informações policiais os certificados de conclusão do ensino médio eram pagos por pix.

Para conseguir o serviço, os alunos contatavam um dos suspeitos, que prometia emitir os documentos sem necessidade dos alunos frequentarem a escola ou realizarem as provas.

Até o momento, a investigação apreendeu históricos escolares e certificados suspeitos, além dos comprovantes de pagamento feito nas negociações. A polícia aponta o envolvimento de mais de uma pessoa, mas não divulgou identificação e quantos são os envolvidos.

Porém, entre os envolvidos, há indivíduos de fora do ambiente escolar que também adquiriram outros documentos falsos, além de suspeitos maiores de idade, que agiam no contato e abordagem dos 'clientes' e em movimentações financeiras.

As duas cidades que ocorrem a investigação são vizinhas e apresentam distância de aproximadamente 68 quilômetros.

O caso segue em andamento para identificação completa dos envolvidos no esquema, assim como a organização e modus operandi da produção e comercialização da falsificação.

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Em MS

Mulher é condenada por ofensas racistas contra a ex-cunhada em Terenos

O caso aconteceu em 2023 e os insultos e ameaças foram feitos partir de áudios enviados via Whatsapp

27/05/2026 10h30

A ré foi condenada à dois anos de prisão por injúria racial e um mês pelas ameaças

A ré foi condenada à dois anos de prisão por injúria racial e um mês pelas ameaças Foto: Divulgação

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Após atuação do Ministério Público de Mato Grosso Sul (MPMS), uma mulher foi condenada em Terenos pelos crimes de ameaça e racismo (injúria racial equiparada), por ofensas direcionadas à ex-cunhada. A atuação aconteceu por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Terenos. 

O caso ocorreu em junho de 2023 e completará três anos no próximo mês, na época do acontecimento a ré encaminhou áudios por meio do Whatsapp para familiares da vítima e proferindo inúmeras ofensas verbais de cunho racista, ainda nos áudios foram feitas ameaças de violência física e morte. 

Entre os conteúdo dos áudios encaminhados à vítima constava ameaças como “não sairia viva” e ainda declarou que “cortaria o pescoço” dela e de seus filhos. Em depoimento a vítima confirmou os fatos e alegou ter sentido medo real das ameaças. 

A irmã da vítima confirmou o acontecido e afirmou ter recebido os áudios contendo insultos de cunho racial e ameaças à ofendida.

Já a defesa da ré negou parte dos fatos, sustentando o argumento que estava fazendo apenas um mero desabafo em um contexto de abalo emocional. Ela ainda alegou que não se recorda de ter feito as ameaças mencionadas na denúncia. 

Porém o Juízo recusou a alegação da defesa e acolheu a denúncia do MPMS, reconhecendo que as provas se mostraram coerentes e suficientes para a condenação. 

Por fim, a ré foi condenada a 2 anos de prisão, pelo crime de injúria racial equiparada e um mês de detenção pelo crime de ameaça, inicialmente ela irá cumprir em regime aberto. 

Ainda foi fixado pelo Juízo um pagamento de dez dias-multa, quando o condenado é obrigado a pagar uma quantia ao Fundo Penitenciário Nacional (FUMPEN), tendo em vista a gravidade das ameaças. 
 

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