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IFMS abre inscrições para cursos gratuitos e a distância

Os cursos servem como capacitação profissional ou como horas complementares para a graduação; saiba como se inscrever

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O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) abriu inscrições para cursos livres e a distância, opção para quem deseja iniciar o primeiro semestre de 2026 reciclando os estudos.

São 44 opções de cursos livres, com carga horária que varia de 20 a 60 horas. O interessado pode acessar o conteúdo quando desejar e, ao final, deve emitir o certificado no próprio sistema.

São opções que vão desde álgebra básica, conceitos de química, filosofia e outros que irão auxiliar quem planejou iniciar o ano priorizando o aprendizado.

Confira a lista de cursos:

  • Álgebra Básica II (20 horas)
  • Assédio moral e sexual: prevenção e enfrentamento (20 horas)
  • Comunicação Eficaz para Vendas (30 horas)
  • Conceitos Básicos de Química (20 horas)
  • Conhecer para Incluir: TEA no contexto educacional (20 horas)
  • Criação de pintados em tanques elevados (20 horas)
  • Desenvolvimento de Jogos 2D com Unity (40 horas)
  • Diálogos sobre evasão escolar (20 horas)
  • Diversidade e relações étnico-raciais (45 horas)
  • Espanhol: Língua e Cultura (40 horas)
  • Estratégias de ensino e aprendizagem (20 horas)
  • Ética e Integridade na Pesquisa (20 horas)
  • Filosofia Antiga (45 horas)
  • Formação para Bancas de Heteroidentificação (50 horas)
  • Formação Pedagógica para EaD (50 horas)
  • Francês Básico (45 horas)
  • GeoGebra: Tópicos Fundamentais (50 horas)
  • Inclusão em ação: AEE (40 horas)
  • Inclusão no Ambiente Escolar: Tecnologias Assistivas (20 horas)
  • Iniciação ao Empreendedorismo (20 horas)
  • Informática Básica (60 horas)
  • Interdisciplinaridade no contexto da EPT (20 horas)
  • Introdução à Ciência de Dados (45 horas)
  • Introdução à Inteligência Artificial (30 horas)
  • Introdução à Lógica de Programação com Arduino (30 horas)
  • Introdução ao MATLAB (42 horas)
  • Introdução à Lógica (45 horas)
  • Let Us Play (20 horas)
  • Libras Básico (40 horas)
  • Libras Intermediário (40 horas)
  • Lógica de Programação com Arduino – intermediário (40 horas)
  • Luz, Câmera e Animação: stop motion na ciência (30 horas)
  • Marketing Digital (60 horas)
  • Matemática Financeira (35 horas)
  • Matemática: Álgebra Básica (40 horas)
  • Modelagem 3D de Sólidos – Básico (32 horas)
  • Modelagem Matemática nas Ciências Agrárias (50 horas)
  • Moodle Básico para Educadores (30 horas)
  • Narrativas Históricas de Mato Grosso do Sul (20 horas)
  • Operação de Tratores Linha 5E (20 horas)
  • Primeiros Socorros para Trabalhadores da Educação (40 horas)
  • Produção de Videoaulas (40 horas)
  • Programação de Robótica Lego EV3 (20 horas)
  • Redação e as Bases Científicas (20 horas)

Inscrições

O interessado deve estar atento ao prazo de inscrição, que vai até o dia 18 de junho. Basta acessar a plataforma de Cursos Livres do IFMS.

Na página, o usuário deve preencher o cadastro com nome, CPF e e-mail e, em seguida, será direcionado para a escolha do curso que pretende fazer.

Após fazer a seleção, basta escolher o melhor horário e iniciar os estudos. Cabe ressaltar que os cursos precisam ser concluídos até o dia 30 de junho; após essa data não será possível emitir o certificado.

Certificado

A certificação obtida pode ser usada para capacitação profissional, aperfeiçoamento em áreas específicas ou como horas complementares em cursos de graduação.

Em caso de dúvida sobre a oferta de cursos livres no IFMS, o contato com o Centro de Educação a Distância e Tecnologias Educacionais (Cread) deve ser feito pelo e-mail [email protected].
 

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Assédio Eleitoral

MPMS pede inquérito após ex-deputada falar em demitir lulistas

Ministério Público quer ouvir Bela Barros, funcionários e empresários para apurar possíveis demissões por motivação política e listas de boicote a estabelecimentos comerciais.

29/10/2026 17h16

Ex-deputada Bela Barros deverá ser ouvida após MP pedir investigação sobre possíveis demissões por motivação política em MS.

Ex-deputada Bela Barros deverá ser ouvida após MP pedir investigação sobre possíveis demissões por motivação política em MS. Foto: Reprodução Instagram.

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) requisitou, nesta quinta-feira (29), a abertura de um inquérito policial para apurar possíveis crimes relacionados à perseguição política, ameaças de demissão e divulgação de listas de boicote a estabelecimentos comerciais em Dourados.

Entre as pessoas que deverão ser ouvidas, conforme a solicitação, está a ex-deputada estadual e ex-vereadora Bela Barros (PDT), que ganhou repercussão após afirmar nas redes sociais que havia demitido um funcionário e pretendia dispensar outros oito em meio às discussões sobre o resultado das eleições presidenciais.

A medida foi determinada por meio de requisição assinada pelo promotor de Justiça João Linhares, supervisor das Promotorias de Justiça Criminais de Dourados, e encaminhada ao delegado regional da Polícia Civil, Adilson Stiguivitis Lima.

O documento, identificado como Ofício nº 9/2026, solicita a apuração de possíveis crimes de perseguição (stalking), incitação ao crime e associação criminosa, além de outras infrações que possam ser identificadas durante as investigações.

O pedido ocorre dois dias depois de o Correio do Estado revelar as declarações de Bela Barros e um dia após a publicação de sua retratação pública. Na ocasião, a ex-parlamentar pediu desculpas e negou que trabalhadores tivessem sido demitidos por motivação política.

Segundo o Ministério Público, chegaram ao conhecimento da instituição informações de que pessoas estariam elaborando e compartilhando listas de empresas situadas em Dourados para incentivar represálias econômicas contra estabelecimentos cujos proprietários teriam determinadas preferências político-eleitorais.

O órgão também recebeu relatos de manifestações que incentivavam a demissão de trabalhadores em razão de suas convicções políticas ou do exercício do direito de voto.

Para a Promotoria, as situações exigem investigação para esclarecer os fatos, identificar os envolvidos e verificar a possível ocorrência de infrações penais.

Ex-deputada e funcionários deverão ser ouvidos

Um dos principais pontos da requisição é a determinação para que a Polícia Civil identifique e ouça Bela Barros, a respeito das declarações feitas em uma publicação do Instagram.

Na terça-feira (27), o Correio do Estado mostrou que a ex-parlamentar havia comentado um vídeo do pastor Leandro Reis, da Igreja Deus Tem Mais, localizada no Rio de Janeiro (RJ), no qual eram discutidas supostas demissões de trabalhadores que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na ocasião, Bela afirmou:

 "Hoje nós tbem demitimos 1, mas vamos demitir uns oito em nome de Jesus."

Ex-deputada Bela Barros deverá ser ouvida após MP pedir investigação sobre possíveis demissões por motivação política em MS.
Ex-deputada Bela Barros afirma ter demitido um funcionário e anuncia outras oito dispensas em comentário publicado no Instagram do pastor Leandro Reis. Foto: Reprodução Instagram.

Em outras manifestações na mesma publicação, ela afirmou que a família possuía sete restaurantes e defendeu a compra de produtos de empresários que não fossem ligados ao Partido dos Trabalhadores.

Diante da repercussão, o Ministério Público quer esclarecer se houve alguma demissão relacionada à escolha política de funcionários e se trabalhadores foram submetidos a ameaças, intimidações ou exigências de apoio a determinado candidato.

O ofício solicita expressamente a identificação e o depoimento de uma funcionária supostamente demitida pela ex-deputada, além de outros empregados e ex-empregados dos estabelecimentos comerciais ligados à família.

A investigação deverá verificar se houve desligamento por preferência político-eleitoral, recusa de apoio a candidato ou manifestação de opinião política.

Bela Barros se retratou e negou demissões

Após a repercussão das declarações, Bela Barros publicou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas pelas manifestações. A retratação ocorreu na terça-feira (27) e foi noticiada pelo Correio do Estado no dia seguinte.

Na gravação, a ex-deputada afirmou que estava envergonhada, reconheceu que suas palavras foram inadequadas e garantiu que ninguém havia sido dispensado por motivos políticos.

 "Ninguém foi demitido e ninguém vai ser demitido."

Bela também afirmou que os restaurantes pertencem aos filhos e que não possui poder de contratação ou demissão nos estabelecimentos. Segundo ela, a declaração foi feita de maneira impensada, sem conhecimento dos familiares.

Apesar da retratação, o Ministério Público incluiu o vídeo entre os documentos que deverão instruir a investigação, juntamente com a captura de tela do comentário original.

A Promotoria pretende confrontar as declarações públicas com os depoimentos dos trabalhadores e demais elementos que vierem a ser reunidos, para esclarecer se houve alguma prática irregular.

Bella Parmegiana nega ligação com ex-deputada

A repercussão das declarações da ex-deputada Bela Barros também provocou confusão nas redes sociais, levando o restaurante Bella Parmegiana, de Campo Grande, a divulgar uma nota pública para esclarecer que não possui qualquer ligação com a ex-parlamentar ou com os estabelecimentos comerciais envolvidos na polêmica.

Em comunicado, a empresa destacou que suas únicas unidades estão localizadas no Shopping Campo Grande e no Shopping Norte Sul Plaza, ambos na Capital, e que não mantém estabelecimentos em Dourados, município onde ocorreu o episódio envolvendo a ex-deputada.

"Em quase 30 anos de história, sempre fizemos questão de tratar bem quem trabalha com a gente e quem vem comer com a gente, isso não muda, e aqui todo mundo é bem-vindo, independente de opinião ou posição política", afirmou o restaurante.

Polícia deverá identificar responsáveis pelas listas de boicote

Além das declarações da ex-deputada, a requisição do Ministério Público concentra esforços na identificação de pessoas que teriam organizado, produzido e divulgado listas de estabelecimentos comerciais para incentivar boicotes motivados por divergências políticas.

Entre as diligências solicitadas está o depoimento do vereador Franklin Schmalz (PT), de Dourados. O parlamentar deverá prestar esclarecimentos sobre a existência das listas, os possíveis responsáveis por sua circulação e eventuais represálias sofridas por empresários e trabalhadores.

O promotor também solicitou que Everaldo Leite Dias, diretor da Associação Comercial e Empresarial de Dourados (Aced), seja ouvido para informar se a entidade recebeu relatos sobre empresas incluídas nas relações de boicote e possíveis prejuízos econômicos.

A Polícia Civil deverá identificar os proprietários dos estabelecimentos mencionados nas listas e verificar se sofreram ameaças, constrangimentos, perseguições ou outras formas de retaliação.

O documento encaminhado à autoridade policial inclui, entre seus anexos, uma relação de empresas e profissionais liberais que seriam alvo de represálias, além de registros das manifestações nas redes sociais.

A Promotoria também pretende esclarecer se houve atuação coordenada entre os responsáveis pelas publicações e se existia algum vínculo permanente destinado à prática de crimes.

Declarações de empresária ligada ao Boticário também repercutiram

O episódio ocorre em meio a uma sequência de manifestações políticas envolvendo empresários de Mato Grosso do Sul após o segundo turno das eleições.

Conforme noticiado anteriormente pelo Correio do Estado, outra situação que ganhou repercussão envolveu Helenita Brum, integrante da diretoria executiva do Grupo Valebrum, responsável pela operação de franquias de O Boticário no Estado.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a empresária fez críticas a eleitores de Lula e afirmou que gostaria de ver um apoiador do presidente lhe pedir dinheiro ou emprego.

Na gravação, declarou: "Quero que passe fome".

Após a repercussão, o Grupo Boticário repudiou manifestações contrárias ao respeito, à diversidade e à pluralidade, esclarecendo que as declarações eram pessoais e não representavam os valores da companhia.

O ofício do Ministério Público de Dourados, entretanto, não menciona Helenita Brum nem o Grupo Boticário entre os possíveis envolvidos ou pessoas cuja oitiva foi solicitada.

O episódio integra o contexto das manifestações políticas que repercutiram no Estado, mas não há indicação, nesse documento, de que a empresária seja alvo da investigação requisitada.

Três crimes poderão ser investigados

Na requisição, o promotor João Linhares aponta três possíveis crimes: perseguição (stalking), incitação ao crime e associação criminosa.

O primeiro envolve perseguição reiterada que ameace ou prejudique a liberdade da vítima. O segundo ocorre quando há incentivo público à prática de crimes, enquanto o terceiro exige a união estável de pelo menos três pessoas com a finalidade de cometer infrações penais.

O Ministério Público ressalta que a liberdade de expressão e as divergências políticas são protegidas pela Constituição, mas não autorizam ameaças, perseguições ou outras práticas criminosas.

A investigação busca esclarecer os fatos e identificar eventuais responsáveis. Até o momento, não há comprovação de que os crimes tenham ocorrido.

MS já soma 62 denúncias de assédio eleitoral

Mato Grosso do Sul já contabiliza 62 denúncias de assédio eleitoral em 2026, superando os 58 registros de 2022, conforme balanço divulgado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-MS).

Desse total, 19 denúncias foram registradas nos três dias seguintes ao segundo turno. Campo Grande lidera com 32 ocorrências, seguida por Dourados, com 13.

O caso de Bela Barros também chegou ao MPT-MS, que notificou a ex-deputada para prestar esclarecimentos sobre possíveis demissões por motivação política.

Já o Ministério Público Estadual requisitou a abertura de inquérito criminal e solicitou resposta da Polícia Civil dentro do prazo legal. O documento não confirma se a investigação já foi instaurada.

O Correio do Estado mantém espaço aberto para manifestações dos envolvidos.

 

 

Exclusivo

Agora vai! Shopping Cidade Morena anuncia terraplenagem e prazo de entrega

Após anos de espera, empresa confirma terraplenagem em breve, revela investimento de R$ 165 milhões e estima conclusão em 36 a 42 meses.

29/10/2026 16h26

Terreno destinado à construção do Shopping Cidade Morena, que deverá receber os primeiros trabalhos de terraplenagem após a liberação da licença ambiental.

Terreno destinado à construção do Shopping Cidade Morena, que deverá receber os primeiros trabalhos de terraplenagem após a liberação da licença ambiental. Foto: Correio do Estado.

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O Shopping Cidade Morena, um dos empreendimentos comerciais mais aguardados de Campo Grande, deverá iniciar em breve os primeiros trabalhos no terreno destinado à construção do centro comercial, na região sul da Capital.

A informação foi confirmada com exclusividade ao Correio do Estado pela empresa responsável pelo projeto, que também revelou um investimento atualizado de R$ 165 milhões e novos detalhes da estrutura prevista para o empreendimento.

A confirmação ocorre um dia após a reportagem revelar que o shopping recebeu da Prefeitura de Campo Grande a licença ambiental de instalação, válida por 12 meses, a partir de 21 de outubro de 2026.

A autorização foi publicada na edição de quarta-feira (28) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande).

Em resposta aos questionamentos encaminhados pela reportagem, a administração do empreendimento informou que o processo de licenciamento foi concluído e que a próxima etapa será a terraplenagem do terreno, procedimento necessário para preparar a área que receberá a construção.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a região sul de Campo Grande concentra aproximadamente 218 mil moradores.

A implantação do Shopping Cidade Morena deverá ampliar as opções de compras, alimentação e lazer para essa população, que aguarda há anos a chegada de um empreendimento comercial desse porte."

"Estamos autorizados a iniciarmos os trabalhos e logo será feita a terraplenagem do terreno. Até o primeiro trimestre de 2027, soltaremos o cronograma de obras, muito embora os primeiros passos já estão sendo dados", informou a empresa.

Com a licença ambiental concedida, a empresa já está autorizada a iniciar os trabalhos e prevê realizar a terraplenagem em breve. O cronograma oficial das obras será divulgado até março de 2027, com o detalhamento das próximas etapas de construção do Shopping Cidade Morena.

Shopping poderá ser entregue em até 42 meses

Outra novidade revelada ao Correio do Estado é a estimativa de prazo para a conclusão do empreendimento. Segundo a empresa, a previsão atual é de 36 a 42 meses, o equivalente a três anos a três anos e meio.

A administração afirma que existe a possibilidade de antecipar a entrega, mas prefere trabalhar com uma projeção conservadora diante da complexidade da construção.

"Estamos estimando um prazo entre 36 e 42 meses, mas existe a possibilidade de entregarmos a obra antes dessa previsão. Por hora, seremos conservadores e trabalharemos com a real expectativa", declarou.

Novo projeto terá mais de 150 lojas e cinema com cinco salas

Além do início dos trabalhos, a administração apresentou detalhes das modificações realizadas no projeto original do Shopping Cidade Morena.

De acordo com as informações encaminhadas à reportagem, o empreendimento contará com mais de 150 lojas e mais de 800 vagas de estacionamento, além de espaços destinados à alimentação, lazer e entretenimento.

Uma das principais mudanças está prevista para o primeiro piso, que terá uma área semicoberta destinada à instalação do cinema e de dois restaurantes. A proposta, segundo a empresa, é oferecer um ambiente moderno e agradável aos visitantes.

“Fizemos algumas adaptações no projeto: no primeiro piso teremos uma área semi-coberta que receberá o cinema e dois restaurantes. Teremos um empreendimento com características modernas e agradáveis para o público.”

O cinema contará com cinco salas de exibição. Também haverá uma área de jogos voltada ao público infantil, ampliando as opções de entretenimento para famílias.

Na área gastronômica, o projeto prevê 18 operações de alimentação rápida na praça de alimentação, além de oito restaurantes distribuídos pelo empreendimento.

A nova configuração representa uma atualização da proposta apresentada nos últimos anos, período em que o shopping passou por diferentes alterações de estrutura e planejamento.

Investimento atualizado será de R$ 165 milhões

O valor necessário para a implantação do Shopping Cidade Morena também foi atualizado. Em resposta em primeira mão, a empresa informou que o investimento total previsto atualmente é de R$ 165 milhões.

O montante é inferior aos aproximadamente R$ 300 milhões mencionados em divulgações anteriores sobre o empreendimento, conforme histórico já publicado pelo Correio do Estado. A administração não detalhou, nas respostas encaminhadas, os fatores responsáveis pela diferença entre as estimativas.

O empreendimento será construído na Avenida Gury Marques, nas proximidades da Avenida dos Cafezais, na região do Bairro Centro-Oeste, na região sul de Campo Grande, ao lado do Atacarejo Fort Atacadista.

A localização foi novamente confirmada pela assessoria do shopping à reportagem, após a publicação da licença ambiental de instalação.

Empresa explica demora para tirar shopping do papel

O Shopping Cidade Morena acumula um histórico de anúncios, reformulações e adiamentos desde a apresentação inicial do empreendimento, em 2017.

Conforme já noticiado pelo Correio do Estado, o projeto recebeu alvará de construção em 2023, quando havia expectativa de que os trabalhos começassem ainda naquele ano. Posteriormente, novas previsões foram anunciadas, mas não se concretizaram.

Questionada sobre os motivos que impediram o avanço da construção, a empresa explicou que desenvolve o empreendimento no terreno atual desde meados de 2019 e que a pandemia de Covid-19 provocou mudanças no planejamento.

Segundo a administração, o período também foi utilizado para reformular o projeto e adequá-lo a novas exigências ambientais e sociais.

A empresa reconheceu que o licenciamento demandou um processo prolongado, em razão do impacto que a implantação do shopping poderá representar para a região sul e para Campo Grande.

“Por ser um projeto com grande impacto para a região Sul e para a cidade de Campo Grande, tivemos um trâmite longo, porém, contamos com o apoio técnico da Prefeitura para eliminar todos os obstáculos.”

De acordo com a administração, houve apoio técnico da Prefeitura durante a tramitação, o que contribuiu para superar os obstáculos relacionados à obtenção das autorizações.

Após anos de espera, empresa reafirma compromisso com construção

Mesmo diante dos sucessivos adiamentos, a administração afirma que mantém o compromisso de executar o empreendimento e entregar o novo espaço comercial à população.

Em resposta ao Correio do Estado, os responsáveis destacaram a importância do projeto para os moradores da região sul, que aguardam há anos a implantação de um centro comercial de grande porte.

"Estamos ansiosos para a entrega do Shopping Cidade Morena. Sabemos o quanto a população da região Sul de Campo Grande espera e necessita de um local como o que estamos projetando", afirmou a empresa.

A administração acrescentou que as adequações foram necessárias para garantir um planejamento mais consistente, especialmente em relação às responsabilidades ambientais.

Com a licença de instalação concedida, a previsão de terraplenagem e a divulgação do novo investimento, o Shopping Cidade Morena entra em mais uma etapa de sua trajetória.

A expectativa agora se concentra no início efetivo dos serviços no terreno e na apresentação do cronograma oficial, prometido para o primeiro trimestre de 2027.

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