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Indefinição sobre valor da tarifa gera ameaça de nova paralisação na Capital

Motoristas de ônibus afirmam que combinado foi que reajuste seria definido até dia 17, caso contrário categoria para no dia seguinte

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A cinco dias do fim do prazo para o reajuste da tarifa de ônibus da Capital, a Prefeitura de Campo Grande ainda não definiu um porcentual de aumento. Com isso, os motoristas de ônibus já ameaçam fazer uma nova paralisação, já que o aumento salarial da categoria está atrelado à alta da passagem.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande (STTCU-CG), Demétrio Freitas, em reunião na Câmara Municipal com o Consórcio Guaicurus e membros do Ministério Público, ficou definido que a categoria aguardaria até o dia 17 de janeiro – terça-feira – para que fosse publicado o reajuste da tarifa de ônibus, e só então seria definido o reajuste dos motoristas.

“Depois desta reunião, foi definido que o sindicato desse mais um prazo, a gente deu esse prazo, e agora definimos que não vamos mais esperar depois do dia 17. Caso isso não aconteça [o reajuste] até o dia 17, nós vamos parar no dia 18”, declarou Freitas ao Correio do Estado.

A ameaça de greve havia sido feita no ano passado, após atraso no pagamento de dezembro e também pela falta de um reajuste salarial no período, porém, após conversas entre a concessionária responsável pelo transporte público da Capital, a prefeitura e a categoria e também depois do pagamento do valor em atraso, o aumento salarial da categoria voltaria a ser discutido com a publicação da nova tarifa de ônibus, o que ainda não aconteceu.

De acordo com o presidente do Consórcio Guaicurus, João Rezende, o acordo feito com a prefeitura era de que até o dia 17 deste mês seria feita a publicação da nova tarifa de ônibus. Entretanto, até ontem, a cinco dias do prazo, não havia informação se a publicação aconteceria realmente nessa data, muito menos de qual seria o valor do reajuste para os usuários do serviço.

“Nós estamos trabalhando com essa data [17 de janeiro] já a nosso contragosto, porque o contrato determina que o reajuste deve ser feito no dia 25 de outubro, mas como a prefeitura entende que essa data que deve ser usada [por ter sido a do reajuste do ano passado], nós respeitamos”, afirmou Rezende.

FALTA DE PESSOAL

Entretanto, conforme matéria publicada na terça-feira, a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg), responsável por fazer o cálculo do reajuste da passagem de ônibus, estaria com falta de pessoal, o que atrasaria a publicação do novo valor.

De acordo com o diretor-presidente da Agereg, Odilon de Oliveira Júnior, entre os 2,7 mil servidores da Prefeitura de Campo Grande que foram exonerados (1,5 mil comissionados e 1,2 mil concursados que tinham cargos de chefia), no fim do ano passado, estavam funcionários da Agência. Por causa disso, a autarquia alega dificuldade para realizar o cálculo da nova tarifa técnica do transporte coletivo da Capital.

“Estou só com concursados, praticamente. Acredito que este mês nós devemos ter este número, mas preciso dos servidores para fazer estes cálculos, não é um cálculo simples”, afirmou Oliveira para a reportagem.

Oliveira ainda não confirmou se até a próxima semana a nova tarifa pode ser decretada. Isso porque ele ainda espera que os servidores sejam nomeados para completar o quadro da Pasta.

“Eu não estou ciente de nenhuma data, mas, assim que for definida [a nova tarifa técnica], ela precisa passar pelo Conselho de Regulação, para só então ser publicada”, explicou o diretor-presidente da Agereg na matéria.

NOVO VALOR

O cálculo da nova tarifa do transporte coletivo é feito em todos os fins de ano e deveria ser decretado sempre em outubro, entretanto, há anos, o novo valor tem sido deixado para dezembro.

No entanto, a última tarifa do transporte público foi decretada apenas no dia 17 de janeiro de 2022 porque o ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) prolongou as conversas com a concessionária, o que postergou a decretação do valor.

Este cálculo é feito todos os anos pela Agereg e discutido com a Prefeitura de Campo Grande, que nem sempre decreta o valor estabelecido por meio dos cálculos fornecidos por sua autarquia.
No ano passado, por exemplo, apesar de a agência apontar que o valor seria de R$ 5,15, a passagem que foi decretada foi de R$ 4,40.

Conforme o contrato de concessão, são levados em consideração para o cálculo o porcentual do acumulado da inflação no período, o valor do óleo diesel, o índice de passageiros por quilômetro, o valor gasto pela concessionária com seus trabalhadores e também com a manutenção dos carros que integram a frota.

Em reunião com Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) no ano passado, a Agereg apresentou um cálculo que mostrava que a passagem de ônibus poderia chegar a quase R$ 8,00.

Conforme o Consórcio Guaicurus, a tarifa ideal, chamada de técnica, seria de R$ 7,80, conforme apresentação à Corte, porém, o diretor-presidente da Agereg afirmou que esse valor deve ser corrigido agora, uma vez que alguns números já foram alterados.

“Aquele valor da reunião com o Tribunal [de Contas] não é o mesmo, e nele também tínhamos colocado o cálculo do acréscimo que deve ser feito de sete em sete anos, mas a tarifa técnica ainda não está definida, precisamos discutir se vamos acrescentar esse aumento [de sete em sete anos] no cálculo”, finaliza Oliveira.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Campo Grande para saber sobre a data do anúncio da nova tarifa, se ele seria respeitado e se já havia um porcentual de reajuste, mas até o fechamento desta matéria não obteve resposta.

Saiba: Subsídio de R$ 12 milhões deve continuar - Apesar da demora na definição sobre o reajuste da tarifa do transporte coletivo, a Prefeitura de Campo Grande já confirmou que vai manter para este ano o subsídio de R$ 12 milhões anuais que começou em 2022 e tem como objetivo pagar o valor do passe dos estudantes da Rede Municipal de Ensino (Reme) e das pessoas com deficiência.

A medida, porém, precisa ser aprovada pelos vereadores da Capital, o que só deve acontecer em fevereiro, quando se encerra o recesso Legislativo. Concomitante a isso, o governo do Estado também deve manter o subsídio de R$ 1,2 milhão por mês que começou a ser pago em junho do ano passado referente aos estudantes da Rede Estadual.

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Violência Indígena

Relatório aponta sequestro de indígenas e cães enterrados vivos em MS

Documento do Cimi relata ataque contra comunidade Guarani-Kaiowá em Caarapó, com disparos, indígenas levados para sede de fazenda e destruição de pertences.

18/08/2026 18h19

Indígenas durante mobilização pela demarcação de terras em Mato Grosso do Sul; relatório do Cimi reúne denúncias de violência contra comunidades no Estado.

Indígenas durante mobilização pela demarcação de terras em Mato Grosso do Sul; relatório do Cimi reúne denúncias de violência contra comunidades no Estado. Foto: Arquivo/Correio do Estado.

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Indígenas teriam sido sequestrados, levados para a sede de uma fazenda e integrantes de uma comunidade Guarani-Kaiowá teriam sido recebidos a tiros ao tentar buscá-los durante um ataque registrado em Caarapó, Mato Grosso do Sul. O episódio, ocorrido em setembro de 2025, é relatado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, Dados de 2025.

O documento descreve uma sequência de conflitos envolvendo a Terra Indígena Guyraroka e afirma que, em um dos episódios, dois cães foram enterrados vivos em um ato de intimidação. O relato é atribuído pelo Cimi à apuração de uma comissão de direitos humanos que esteve no local. 

O ataque ocorreu em 25 de setembro de 2025, na retomada da Fazenda Ipuitã, área que, conforme o relatório, está sobreposta à TI Guyraroka.

A comunidade havia retomado a propriedade dias antes, em meio a uma disputa territorial e a denúncias relacionadas à pulverização de agrotóxicos nas proximidades das moradias indígenas. 

Indígenas teriam sido levados para sede de fazenda

Segundo o relato apresentado pelo Cimi, o episódio do dia 25 teria envolvido jagunços e forças policiais. O documento afirma que indígenas foram sequestrados e levados para a sede da propriedade rural.

Ao tomarem conhecimento da situação, outros integrantes da comunidade Guarani e Kaiowá foram até o local para tentar recuperá-los. Conforme o relatório, eles foram recebidos a tiros por pistoleiros, que posteriormente deixaram a área. 

O documento não informa quantos indígenas teriam sido sequestrados, por quanto tempo permaneceram retidos nem identifica os supostos autores. Também não detalha eventual responsabilização criminal relacionada especificamente ao episódio.

Além dos disparos, o Cimi afirma que uma comissão de direitos humanos esteve no local e apurou outras formas de violência.

De acordo com esse relato, pertences dos indígenas teriam sido destruídos e dois cães foram enterrados vivos, em uma ação descrita como forma de intimidação.

O relatório classifica o episódio entre os ataques contra comunidades, aldeias e retomadas e afirma que situações dessa natureza representam graves violações de direitos humanos. 

Conflito havia começado dias antes

O episódio não aparece isoladamente no documento. O relatório descreve uma sucessão de confrontos em Guyraroka após a retomada realizada pela comunidade em setembro.

Três dias antes do ataque relatado, em 22 de setembro, a Tropa de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul atuou na retomada da Fazenda Ipuitã.

Na versão apresentada pelo Cimi, a ação resultou em um despejo realizado sem ordem judicial e sem a presença da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). 

Ainda conforme o documento, pelo menos dois indígenas foram atingidos por disparos de balas de borracha e outros sofreram agressões.

O Cimi registra também que indígenas recolheram cápsulas de bombas de gás que estariam vencidas. Essas informações são apresentadas pelo relatório com base em relatos de lideranças, do Cimi Regional Mato Grosso do Sul e da assessoria de comunicação da entidade. 

A retomada havia ocorrido no dia anterior. Conforme a versão registrada no relatório, uma das motivações da comunidade era impedir a pulverização de agrotóxicos nas proximidades das moradias e pressionar pela conclusão do procedimento de demarcação do território. 

Violência continuou após setembro

O relatório aponta que os conflitos não terminaram naquele mês. Em 17 de outubro, a comunidade voltou a entrar em confronto com a Tropa de Choque durante um protesto contra o avanço de tratores e a pulverização de agrotóxicos em uma área próxima à aldeia.

De acordo com o Cimi, os indígenas mantinham uma estrada vicinal bloqueada desde o dia anterior. O protesto teria começado após a comunidade perceber movimentação para o plantio em uma área próxima à ocupação.

O documento relata a utilização de drones, escudos, bombas de gás e disparos de balas de borracha durante a ação policial. 

O próprio relatório apresenta Guyraroka como um dos casos emblemáticos de sobreposição de diferentes formas de violência registradas em 2025.

Segundo o Cimi, a maior parte da Terra Indígena permanece ocupada por fazendeiros enquanto o processo demarcatório aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

O documento também menciona recorrentes episódios de intoxicação relacionados à pulverização de agrotóxicos nas proximidades das moradias Guarani e Kaiowá. 

MS teve 18 tentativas de assassinato de indígenas

Os episódios de Guyraroka estão inseridos em um cenário mais amplo retratado pelo relatório. Em 2025, o Cimi contabilizou 38 casos de tentativa de assassinato de indígenas no Brasil, e 18 ocorreram em Mato Grosso do Sul.

Com isso, o Estado respondeu por aproximadamente 47% das ocorrências registradas no País nessa categoria.

O relatório afirma que ataques contra comunidades e retomadas em diferentes territórios Guarani e Kaiowá resultaram em diversas tentativas de assassinato contra lideranças. 

Mato Grosso do Sul também aparece entre os estados com maior número de invasões, exploração ilegal de recursos naturais e danos ao patrimônio indígena. Foram 18 ocorrências envolvendo 13 terras indígenas no Estado durante 2025. 

No indicador mais grave, o de assassinatos consumados, 37 indígenas foram mortos em Mato Grosso do Sul em 2025, conforme os dados reunidos pelo relatório. O Estado teve o terceiro maior número do Brasil, atrás de Roraima, com 82, e Amazonas, com 47. 

Entre as mortes citadas pelo documento está a de Vicente Fernandes, indígena Guarani-Kaiowá, morto com um tiro na cabeça durante um ataque contra uma retomada no tekoha Pyelito Kue, na Terra Indígena Iguatemipegua I, em 16 novembro de 2025. 

Os episódios descritos nesta reportagem têm como base o relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, Dados de 2025, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), e refletem as informações, relatos e denúncias reunidos pela entidade.

O documento cita, entre as fontes utilizadas para os acontecimentos em Mato Grosso do Sul, lideranças indígenas, o Cimi Regional MS, a assessoria de comunicação da organização e, em determinados episódios, apurações de entidades que estiveram nos locais.

As circunstâncias narradas correspondem, portanto, à versão apresentada pelo Cimi no relatório

novidade

Paraguai começa a entregar compras no Brasil e facilita acesso a produtos importados

País que faz fronteira com o Brasil é um famoso reduto de compras de brasileiros devido aos preços competitivos, mas até então, compras só podiam ser feitas presencialmente

18/08/2026 18h00

Brasileiros poderão comprar no Paraguai pela internet e receber no Brasil

Brasileiros poderão comprar no Paraguai pela internet e receber no Brasil Foto: Marcos Labanca

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Os brasileiros que têm o Paraguai como um destino para compras internacionais agora terão mais uma facilidade, a possibilidade de compra on-line com entrega no Brasil, através de uma parceria com os Correios. Até então, o comércio no país vizinho de Mato Grosso do Sul, famoso pelos preços competitivos e atrativos de diversos produtos, era possível apenas de forma presencial.

A nova operação, com entrega via Correios, será feita inicialmente pela New Zone Importados, que tem lojas em Ciudad del Este.

De acordo com o anúncio da empresa, os brasileiros poderão acessar a plataforma online, escolher entre os produtos disponíveis, realizar a compra e receber o produto em um endereço do Brasil. As operações seguirão as normas da Receita Federal para compras internacionais, respeitando a legislação tributária vigente.

No site, os preços já estarão em dólar e real e o próprio sistema fará o cálculo do imposto. As compras até US$ 50 são isentas de importação.

Inicialmente, a operação começa com perfumes e fragrâncias, cosméticos e maquiagens, que são as categorias de maior destaque na loja, além de artigos de cama, mesa e banho, mas a proposta é ampliar gradualmente o número de categorias e itens disponíveis para entrega em território brasileiro.

O tempo estimado de entrega será no máximo em 21 dias, com cota de US$ 3 mil para cada consumidor.

"Durante muito tempo, nossos clientes brasileiros precisaram atravessar a fronteira para viver a experiência de compras. Agora queremos estar mais perto deles e levar nossos produtos diretamente para suas casas. Dar esse passo representa uma conquista histórica para a New Zone e também para Ciudad del Este, porque estamos avançando para uma nova forma de conectar nossa cidade ao consumidor brasileiro", afirma Franciele de Souza, gerente de Marketing da New Zone.

Entrega no Brasil ainda patina

Paraguai é um famoso destino para compras internacionais dos brasileiros devido à facilidade de ir até o país, que faz fronteira terrestre com o Brasil por várias cidades, e os preços mais baixos em produtos diversos, especialmente eletrônicos.

O chamada paraíso das compras dos brasileiros, onde há concentração de várias lojas, está localizado nas regiões de fronteira, sendo em Pedro Juan Caballero (PY) com Ponta Porã (MS), Ciudad del Este (PY) com Foz do Iguaçu (PR), e Salto del Guairá (PY) com Guaíra (PR) e Mundo Novo (MS).

É comum que pessoas de todo o País façam o turismo de compras presenciais no país vizinho.

No entanto,embora várias lojas paraguaias ofereçam serviços de e-commerce, não havia, até então, entrega direta para o Brasil.

Um dos fatores que torna o comércio eletrônico internacional não atrativo são as burocracias e taxações, que ocorrem neste tipo de transação.

Estrangeiros que compram presencialmente no Paraguai têm isenção do Imposto de Valor Agregado (IVA). Por ser possível ir ao país de carro ou ônibus, esta modalidade de compra presencial é bastante adotada. 

O limite de compras mensal no Paraguai para trazer ao Brasil, sem pagamento de impostos, é de 500 dólares americanos por via terrestre e 1 mil dólares americanos por via aérea ou marítima. Isso inclui todos os itens adquiridos e deve ser respeitado para evitar a cobrança de impostos adicionais na alfândega brasileira. 

No caso das compras online, a isenção é para valores bem mais baixos, de 50 dólares, com as demais passíveis de taxação, que, aliada as demais cobranças de importação aplicadas pela Receita Federal quando os produtos entram no País, acabam por aumentar o preço, fazendo com que não seja vantajosa a compra e venda.

No site da Receita Federal é disponibilizada uma calculadora de impostos, onde é possível fazer cálculos com a estimativa dos impostos para mercadorias comuns.

Compra presencial

Para as compras presenciais, como já citado, o limite para isenção é de 500 dólares por via terrestre e 1 mil dólares americanos por via aérea ou marítima. 

Esses valores são válidos por um período de 30 dias. Se um viajante retornar ao Brasil antes desse prazo e realizar novas compras, essas não estarão cobertas pela isenção da cota. 

Além do valor, também existem limites quantitativos para determinados produtos, como bebidas alcoólicas, cigarros, perfumes e eletrônicos. Por exemplo:

  • Bebidas alcoólicas: até 12 litros
  • Cigarros: até 10 maços (ou 200 unidades)
  • Perfumes: até 10 unidades
  • Eletrônicos: geralmente limitados a um por categoria (por exemplo, um celular, um notebook, etc.)

Esses limites estão sujeitos a alterações, por isso é sempre bom verificar as regras atuais da Receita Federal antes de viajar.

Se as compras excederem esses limites, o viajante deve declarar os bens e pagar um imposto de 50% sobre o valor que ultrapassar a cota.

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