Cidades

São Paulo

jovem matou e esquartejou mãe por causa de tarefas domésticas

jovem matou e esquartejou mãe por causa de tarefas domésticas

band

12/11/2014 - 03h00
Continue lendo...

O menor de 17 anos que matou sua mãe e depois esquartejou o corpo, na segunda-feira (10), em São Paulo, teria cometido o assassinato por causa das cobranças que a vítima fazia.

Segundo a polícia, o jovem não trabalhava nem estudava, e sua mãe queria que ele a ajudasse com os afazeres domésticos, como na limpeza da casa.

A mãe do assassino, Marleide Barbosa de Souza, teve seu destino selado ontem, ao chegar em casa, no Grajaú, zona Sul de São Paulo, e se irritar com o assassino. Após cobrar novamente uma atitude do filho, ela recebeu oito facadas – três no tronco, três no pescoço e duas nas costas.

pós o crime, o rapaz esquartejou o corpo com a ajuda de sua namorada, de 15 anos, e de um maior de idade, de 19. Eles cortaram o cadáver em diversos pedaços e os espalharam por terrenos da região, dentro de sacos plásticos, aproveitando que a irmã do assassino, de 11 anos, tinha saído de casa.

O tronco da vítima ficou na casa onde ela morava. Após o crime, a namorada do rapaz o ajudou a limpar o local e foi para a escola, enquanto o jovem permaneceu na residência, onde comeu, fumou e dormiu.

Os dois menores foram apreendidos na segunda-feira, mas o maior de idade só foi detido hoje pela manhã.

Comportamento estranho e satanismo

Pelas ruas do bairro, o comportamento do assassino era considerado estranho, Segundo vizinhos, ele quase não falava e as pessoas sempre tinham que  perguntar o que ele queria quando comprava alguma coisa. Normalmente, ele se limitava a mostrar com os dedos a quantidade de um produto que precisava.

A polícia diz que o crime foi premeditado - existem mensagens de celular que corroboram a tese - e investiga se os três suspeitos faziam parte de alguma seita satânica. Conforme familiares, o jovem e sua namorada costumavam dormir em cemitérios.

Segundo o relato de familiares do adolescente, ele não mostrou nenhum arrependimento pelo crime e chegou a rir ao falar sobre o crime na delegacia.

A avó materna do criminoso, Joselita, veio do Paraná, onde mora, para reconhecer o corpo da filha morta. Após ver o cadáver no Instituto Médio Legal, na zona Oeste de São Paulo, ela deu uma entrevista ao programa "Brasil Urgente", da Band.

"Não estou acreditando que ele fez isso", disse, visivelmente abalada.  Joselita disse ainda disse que nunca mais quer ver o neto e deseja que ele não saia da cadeia. "Só quero saber a notícia: seu neto de hoje para amanhã foi eliminado."

O corpo da vítima foi sepultado na tarde desta terça-feira (11) no Cemitério Valle dos Reis, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

NOTA DE REPÚDIO

TJMS publica nota de repúdio por ataques racistas em evento judiciário online

Dois magistrados foram alvos de racismo no chat durante transmissão dos eventos ocorridos na última semana

23/03/2026 11h20

Divulgação/TJMS

Continue Lendo...

Após casos de racismo durante dois eventos virtuais promovidos pela Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (Ejud-PR), em parceira com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), o órgão público do Estado Sul-Mato-Grossense publicou uma nota de repúdio.

O crime online aconteceu no chat dos eventos “Programa Paraná Lilás” e “Apresentação do Programa Brasil Lilás”, que abordam principalmente à prevenção da violência de gênero e à promoção da igualdade por meio da educação.

Na ocasião, o evento estava disponível para terceiros que utilizaram o espaço de conversa online e comentários do evento para proferir ataques racistas ao conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fábio Franscisco Esteves, e a juíza auxiliar da Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), Franciele Pereira do Nascimento.

Confira a nota na íntegra:

"O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vem a público manifestar veemente repúdio aos ataques racistas proferidos contra o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, Fábio Francisco Esteves, e a juíza auxiliar da Presidência do Supremo Tribunal Federal, Franciele Pereira do Nascimento, durante a transmissão virtual dos eventos “Programa Paraná Lilás” e “Apresentação do Programa Brasil Lilás”, promovidos pela Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (Ejud-PR), no dia 18 de março, por terceiros que participam do chat então disponibilizado.

É inaceitável que, no exercício de suas funções institucionais e em espaço destinado ao debate de questões de direito, políticas públicas e à promoção de direitos fundamentais, agentes públicos sejam alvo de manifestações criminosas que atentam contra a dignidade da pessoa humana, em quaisquer de suas formas ou meios utilizados.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul reafirma que o racismo, além de configurar crime imprescritível e inafiançável, representa grave afronta aos valores democráticos e aos fundamentos da Constituição Federal, especialmente ao princípio da promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor ou quaisquer outras formas de discriminação.

A Corte sul-mato-grossense expressa solidariedade aos magistrados atingidos, cujas trajetórias são marcadas pelo compromisso com a Justiça e com a causa pública.

O Supremo Tribunal Federal, o Conselho Nacional de Justiça e o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná já adotaram as medidas necessárias à apuração dos fatos, com o bloqueio das manifestações ofensivas, o registro e a preservação das provas digitais, bem como a adoção de diligências para identificação e responsabilização dos autores.

Mais do que repudiar episódios dessa natureza, o Tribunal sul-mato-grossense reforça seu compromisso ativo e permanente com o enfrentamento ao racismo, por meio de ações institucionais, políticas de inclusão e do fortalecimento de práticas que promovam a equidade racial no âmbito do Poder Judiciário e da sociedade.

O Poder Judiciário permanecerá firme e vigilante no enfrentamento ao racismo, assegurando a aplicação rigorosa da lei e a defesa intransigente da igualdade e da dignidade da pessoa humana."
 


Assine o Correio do Estado

PERIGO

Granadas são encontradas com passageiro em ônibus em MS

Suspeito foi preso em Ribas do Rio Pardo após abordagem; artefatos foram neutralizados pelo BOPE

23/03/2026 10h32

Durante a abordagem, o suspeito apresentou versões contraditórias sobre a origem e o destino dos artefatos

Durante a abordagem, o suspeito apresentou versões contraditórias sobre a origem e o destino dos artefatos Reprodução / ribasordinario

Continue Lendo...

Uma abordagem de rotina da Polícia Militar resultou na apreensão de artefatos explosivos e na prisão de um homem, na manhã desta segunda-feira (23), em Ribas do Rio Pardo, a cerca de 90 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com a corporação, equipes do Batalhão de Choque fiscalizavam um ônibus intermunicipal quando localizaram, na mochila de um dos passageiros, diversas granadas defensivas. O material chamou atenção pela alta periculosidade e potencial de letalidade.

Durante a abordagem, o suspeito apresentou versões contraditórias sobre a origem e o destino dos artefatos, mencionando diferentes estados brasileiros, o que levantou suspeitas sobre o transporte ilegal.

Diante da situação, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) foi acionado. A equipe especializada realizou os procedimentos necessários para neutralizar os explosivos e garantir a segurança no local.

O homem foi preso e encaminhado às autoridades competentes. A ocorrência será investigada para apurar a procedência das granadas e possível ligação com atividades criminosas.

A Polícia Militar informou que ações como essa fazem parte de operações permanentes realizadas em diferentes regiões de Mato Grosso do Sul, com foco no combate ao crime e na prevenção de riscos à população.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).