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Lobista que supostamente atuava no TJMS é preso em Cuiabá

Andreson Gonçalves, que tinha forte ligação com o desembargador Marcos Brito, afastado desde 24 de outubro, foi preso por ordem do STF

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Alvo da operação Ultima Ratio, que em 24 de outubro resultou no afastamento de cinco desembargadores e de um juiz do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, o empresário e lobista Andreson de Olviera Gonçalves foi preso na manhã desta terça-feira em Cuiabá. 

A prisão, por determinação do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Trtibunal Federal, ocorreu no âmbito da Operação Sisamnes, que apura suposto esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. 

Porém, o mesmo ministro também é o responsável pela operação Ultima Ratio, ocorrida no dia 24 de outubro em Mato Grosso do Sul. E nesta operação o lobista já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão em endereços nas cidades de Cuiabá e Brasília. 

Andreson, segundo a Polícia Federal, atuava na venda de influências sobre ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), além de negociar decisões antecipadas de processos. A operação desta terça-feira também mira assessores de ministros do STJ, incluindo chefes de gabinete de ministros. Mas, não existe confirmação de que algum ministro do STJ esteja sendo investigado

As investigações indicam que Gonçalves, empresário e lobista, teria acesso privilegiado a decisões antecipadas de ministros do STJ e, por meio desse acesso, vendia sua influência para garantir decisões favoráveis a clientes que pagavam por esses serviços.

Ele se apresentava como advogado, embora não tenha registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Sua esposa, porém, é advogada ele seguidas vezes fala em seu nome, mostra a investigação da PF.

A investigação ganhou força após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, ocorrido no fim de 2023, em Cuiabá, quando o celular da vítima foi apreendido pelo Ministério Público 

Durante a apuração do crime, foram encontrados diálogos comprometedores nos quais Zampieri, conhecido por sua atuação no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, trocava informações com Andreson sobre a venda de decisões judiciais.

Os diálogos indicam que o lobista compartilhava minutas antecipadas de decisões do STJ e mencionava ter influência direta sobre assessores dos ministros, como Gallotti e Og Fernandes.

O ESQUEMA

O esquema investigado envolvia uma rede de advogados, lobistas, assessores de ministros, chefes de gabinete e até desembargadores. Andreson de Oliveira Gonçalves, o principal operador do grupo, atuava como intermediário, obtendo informações privilegiadas sobre decisões judiciais ainda não publicadas e utilizando sua rede de contatos no Judiciário para garantir resultados favoráveis a seus clientes.

Gonçalves compartilhava com seus interlocutores as minutas das decisões antecipadas de ministros do STJ e negociava sua influência para que essas decisões fossem direcionadas de acordo com os interesses dos envolvidos, mediante pagamento de vantagens financeiras.

Além das prisões preventivas e das buscas e apreensões realizadas em Mato Grosso, Pernambuco e Distrito Federal, a operação resultou em medidas cautelares, como o afastamento de funções públicas de servidores envolvidos, o monitoramento eletrônico de suspeitos e o bloqueio de bens e valores.
 

ANDRESON EM MS

Na operação Ultima Ratio, o lobista aparece principalmente por conta de suas ligações com o advogado Félix Jayme Nunes da Cunha, para o qual repassou em torno de R$ 1 milhão de reais, por meio da empresa Florais Transportes. 

O advogado Félix, por sua vez, apurou a PF, sacou praticamente todo o dinheiro na boca do caixa e a suspeita da PF é de que tenha sido destinado ao pagamento de decisões judiciais que ele tenha comprado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. 

Além disso, Andreson aparece na investigação da PF por conta das trocas de mensagens com o desembargador Marcos Brito, um dos cinco afastados no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. 

Embora Marcos Brito não estivesse diretamente envolvido no processo, eles trocaram informações sobre uma série de ações milionárias. “Em consulta ao site do TJMS, verifica-se que tais ações fazem parte de um conjunto de processos com valor da causa de mais de R$ 64 milhões”, escreve o delegado Marcos Damato, responsável pela investigação em Mato Grosso do Sul. 

“Considerando que ANDRESON envia os extratos dos processos a MARCOS BRITO e que ele proferiu decisão em pelo menos um processo relacionado a eles, somado à proximidade entre eles e demais elementos que serão expostos, além das altas movimentações do primeiro com FELIX JAYME, entendemos haver fortes indícios de que tal desembargador estivesse recebendo propina de ANDRESON”, diz o relatório da PF. 

A investigação da PF também revela que Andreson e Marcos Brito trocaram dezenas de mensagens de texto e de áudio ao longo do ano passado. Andreson fazia parte, inclusive, de um grupo de watsapp criado pelo desemgargador afastado. 
 

COMBATE À CORRUPÇÃO

Juiz manda prender ex-vereadores envolvidos em farra das diárias

Sete ex-vereadores de Ribas do Rio Pardo foram condenados quase 12 anos depois de serem denunciados por desviou da ordem de R$ 3,5 milhões

12/09/2026 12h01

Operação do Gaeco que desmantelou o esquema de corrupção na Câmara de Ribas ocorreu em novembro de 2014

Operação do Gaeco que desmantelou o esquema de corrupção na Câmara de Ribas ocorreu em novembro de 2014

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Quase 12 anos depois de terem sido denunciados e afastados da câmara de Ribas do Rio Pardo por suposto desvio de recursos públicos da ordem de R$ 3,5 milhões, ex-vereadores, ex-servidores e empresários da cidade foram condenados a até 12 anos de prisão em regime inicialmente fechado.

O escândalo, que envolveu principalmente o pagamento de diárias por viagens que nunca aconteceram, veio a público em 14 de novembro de 2014, durante uma operação do Gaeco.

Na época, sete dos 11 vereadores foram acusados de envolvimento no esquema de corrupção e a condenação de boa parte dos envolvidos ocorreu em decisão do juiz Francisco Soliman, de Ribas do Rio Pardo, assinada na última quinta-feira (10).

A pena maior coube ao ex-presidente da Câmara, Adalberto Alexandre Domingues, e ao então diretor da Casa, Cacildo Pedro Camargo, ambos condenados a 12 anos de prisão. Da decisão ainda cabe recurso, mas se não conseguirem reverter o decreto do magistrado de primeira instância, terão de cumprir a pena imediatamente.

Outros oito envolvidos, quatro deles ex-vereadores, foram condenados a cumprirem pena no regime semi-aberto. Como não existe estrutura para isso em Ribas do Rio Pardo, terão de cumprir a pena em Campo Grande, determinou o juiz.

Nesta relação estão os ex-vereadores Cláudio Lins, Fabiano Duarte da Silva, Justino Machado Nogueira e Célia Regina Rodrigues Ribeiro. Também levaram a mesma pena os ex-servidores ou empresários Natanael Fernandes Godoy Neto, Edimilson Dias Barbosa, Rinaldo da Rocha Nunes e Cleiton Gomes Teodoro.

O juiz também condenou outros seis acusados, dois deles ex-vereadores (Antônio Angelo e Diany Erick) ao regime aberto. Na sentença, o juiz mandou avisar ao atual presidente da Câmara para que, "no âmbito de suas atribuições, adote as providências necessárias à perda do cargo, função ou mandato eletivo em relação aos agentes políticos e/ou agentes públicos apenados e que ainda ostentam os mesmos cargos”. Dos envolvidos no escândalo, nenhum ex-vereador segue com mandato. 

Em sua decisão, o juiz afirmou “que o Ministério Público Estadual descreveu e existência de estrutura criminosa instalada no âmbito da Câmara, nos anos de 2013 e 2014, envolvendo agentes políticos, servidores públicos, empresários e representantes de empresas contratadas pelo Legislativo Municipal, com atuação mediante divisão de tarefas,direcionamento de licitações, contratação de empresas previamente escolhidas, pagamento de diárias indevidas, saques ou retiradas de produtos custeados com recursos públicos, além de ocultação ou dissimulação patrimonial”

Ao aplicar as penas, o juiz declarou que o pagamento de diárias não pode ser considerado um mero drible ao baixo salário ou ser considerado uma espécie de pendiricalho. “As provas revelaram um cenário que ultrapassa a esfera de mera irregularidade administrativa, como alguns réus sustentaram, e se projeta, com bastante nitidez, para a prática de delitos contra a Administração Pública”, escreveu.

Conforme o magistrado “políticos, agentes públicos e particulares atuavam de forma coordenada e com divisão funcional de tarefas para: (i) apropriar-se e desviar valores públicos mediante a concessão fraudulenta de diárias; (ii) simular participação em cursos e eventos inexistentes ou não frequentados; (iii) fraudar procedimentos licitatórios e contratos administrativos, por meio da simulação de certames, ausência de efetiva competitividade e direcionamento das contratações;(iv) utilizar empresas vinculadas aos próprios agentes ou a pessoas a eles vinculadas, como mecanismo para a transferência e apropriação indevida de verbas públicas; (v) ocultar e dissimular a origem ilícita dos valores, inclusive mediante aquisições patrimoniais incompatíveis com a renda declarada”.

Na sentença ele destacou o “episódio relacionado ao suposto curso ocorrido em Curitiba/PR, entre os dias 19 e 22 de junho de 2013. A prova documental evidenciou que listas de presença foram encaminhadas em branco para posterior preenchimento e que certificados foram expedidos sem lastro em participação efetiva. E mais, as provas atestaram que os beneficiários das diárias permaneceram no município de Ribas doRio Pardo/MS durante o período em que deveriam estar em viagem, havendo inclusive registros de movimentações bancárias e realizações de compras no comércio local, incompatíveis com a alegada participação no evento”.

Uma das testemunhas-chave do caso foi João Alfredo Danieze, que anos depois, em 2020, acabou sendo eleito prefeito de Ribas do Rio Pardo. Ele ficou quatro anos e não conseguiu se reeleger. E, de acordo com seu depoimento à Justiça, “o uso de diárias era uma prática generalizada para suplementar o subsídio dos vereadores, que era de aproximadamente R$ 3.000,00 a R$ 4.000,00.Alegou que existia um "esquema" com a União dos Vereadores de Mato Grosso do Sul, que organizava seminários em cidades turísticas”. De acordo com seu depoimento, “o montante total desviado em diárias no período (2013 e 14) ultrapassou os R$ 450.000,00”.

Além da farra das diárias, os desvios também o ocorriam por meio de contratos de prestação de serviço. Cacildo Pedro Camargo, o diretor da Câmara que foi condenado a 12 anos de cadeia, por exemplo, tinha uma empresa no nome de um filho e faturava milhões.

Depois a operação do Gaeco, os contratos foram cancelados e “a interrupção dessas práticas e a revisão dos contratos firmados pelos acusados geraram uma economia estimada entre R$ 6.000.000,00 e R$ 7.000.000,00 milhõesde reais para o município no período subsequente”, descreveu o magistrado em sua sentença.
 
Outro grande ralo do dinheiro público era por meio da contratação de empresas de informática. Na investigação, uma das testemunhas “destacou a existência de diversos contratos de informática com a empresa Ágil/CMT que somavam cerca de R$ 700.000,00 por objetos diversos, sendo que referida empresa era dos familiares do réu Orgínio”. A testemunha se referia a Orgínio César de Medeiros Teixeira, condenado a cumprir sua condenação no regime semi-aberto.

Falta de Luz

Dois dias após temporal, moradores em 13 bairros seguem sem energia

Energisa afirma que 95,9% dos clientes afetados já tiveram o serviço restabelecido, mas ocorrências mais complexas ainda atingem diferentes regiões da Capital.

12/09/2026 11h29

Equipes trabalham na recuperação da rede elétrica em Campo Grande neste sábado (12), dois dias após o temporal que provocou estragos na Capital.

Equipes trabalham na recuperação da rede elétrica em Campo Grande neste sábado (12), dois dias após o temporal que provocou estragos na Capital. Foto: Alicia Miyashiro/Correio do Estado.

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Dois dias depois do forte temporal que atingiu Campo Grande, moradores de diferentes regiões da cidade ainda enfrentam falta de energia elétrica neste sábado (12). Embora a maior parte do fornecimento já tenha sido restabelecida, ocorrências consideradas mais complexas permanecem em atendimento, enquanto a chuva que voltou a cair durante a madrugada dificultou os trabalhos na rede elétrica.

Em boletim divulgado às 11h deste sábado, a Energisa informou que 95,9% dos clientes que tiveram o fornecimento interrompido já estão novamente com energia. Cerca de 800 profissionais trabalham neste momento na recuperação dos danos provocados pela tempestade.

Os bairros que concentram os maiores impactos são Jardim Noroeste, Centro, Monte Castelo, Tiradentes, Vila Nasser, Vila Margarida, Vila Merli, Parque do Lageado, Universitário, Chácara das Mansões, Jardim Itamaracá, Vila Santa Luzia e Santo Antônio, conforme o balanço mais recente da concessionária.

A Energisa não informou quantos consumidores correspondem aos 4,1% que ainda aguardam o restabelecimento, nem estabeleceu prazo para a normalização completa do serviço.

Falta de energia chegou a afetar cerca de 300 mil pessoas

A dimensão do problema chegou a ser ainda maior nas primeiras horas após a tempestade. Na sexta-feira (11), a Defesa Civil estimava que cerca de 300 mil pessoas haviam sido afetadas pela falta de energia em Campo Grande.

Já às 18h de sexta-feira, a Energisa informou que 91% dos clientes atingidos tinham recuperado o fornecimento. No boletim das 11h deste sábado, o índice avançou para 95,9%.

Se o percentual atual fosse aplicado apenas como referência à estimativa inicial da Defesa Civil, 95,9% de 300 mil representam aproximadamente 287,7 mil pessoas, enquanto os 4,1% restantes equivaleriam a cerca de 12,3 mil.

O cálculo, porém, não representa um número oficial de pessoas que continuam sem energia. Isso porque os levantamentos utilizam bases diferentes: a Defesa Civil apresentou uma estimativa de pessoas afetadas, enquanto a Energisa calcula o percentual sobre seus clientes que tiveram o fornecimento interrompido.

Chuva da madrugada dificulta reparos

Os trabalhos para restabelecer completamente o serviço continuaram durante toda a madrugada. A nova chuva que atingiu Campo Grande, porém, agravou a situação e dificultou a atuação das equipes, segundo a Energisa.

Dados repassados pelo meteorologista Natálio Abrão mostram que, até as 6h deste sábado, o acumulado chegou a 21,3 milímetros na região na região sul da Capital, 16,6 mm no Jardim Panamá, 11,4 mm no Carandá Bosque e 7,4 mm na região do Shopping Norte Sul Plaza.

Além da chuva, a madrugada foi marcada por vento forte e grande quantidade de raios. Até as 6h, 905 raios haviam sido registrados na Capital. Por volta das 2h30, uma rajada de vento atingiu 53 km/h.

A nova instabilidade chegou justamente quando a rede elétrica ainda passava por reparos em diferentes pontos da cidade, aumentando a complexidade de algumas ocorrências.

Reforço chega de oito estados

Para acelerar a recuperação da rede, profissionais de outras partes do País foram deslocados para Campo Grande. Além das equipes de outros municípios de Mato Grosso do Sul, a força-tarefa recebeu técnicos da Paraíba, Tocantins, Sergipe, Acre, Rondônia, Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais.

Ao todo, cerca de 800 profissionais estavam mobilizados neste sábado. Os trabalhos estão concentrados principalmente nos casos mais complexos, que envolvem danos provocados pela queda de árvores, galhos e outros impactos sobre postes, cabos e equipamentos da rede.

Temporal derrubou cerca de 100 árvores

O tamanho da operação também é explicado pela dimensão dos estragos deixados pela tempestade. Conforme levantamento da Defesa Civil informado no boletim da concessionária, cerca de 100 árvores de grande porte caíram em Campo Grande.

O temporal atingiu a Capital no fim da tarde de quinta-feira (10), com seu período mais intenso concentrado em aproximadamente 20 a 30 minutos. Apesar da curta duração, as fortes rajadas de vento derrubaram árvores, atingiram imóveis, bloquearam ruas e provocaram danos na rede elétrica.

Os ventos chegaram a quase 84 km/h, deixando um rastro de ocorrências em diferentes regiões da cidade. O trânsito também sofreu os reflexos. No primeiro balanço após a tempestade, a Agetran contabilizou 76 semáforos apagados por falta de energia e outros 18 equipamentos danificados.

Desde então, equipes trabalham na retirada de árvores, liberação de ruas e avenidas e recuperação das estruturas atingidas.

Casos mais complexos permanecem

Apesar de o índice de restabelecimento ter avançado de 91% na noite de sexta-feira para 95,9% na manhã deste sábado, os últimos pontos tendem a exigir intervenções mais complexas.

A Energisa afirma que os trabalhos seguem de forma ininterrupta e que as ocorrências restantes também foram agravadas pela chuva iniciada durante a madrugada.

A concessionária informou ainda que novos boletins serão divulgados conforme houver evolução nos atendimentos.

Leia, na íntegra, a nota da Energisa:

Boletim 6 - Energisa - 12/09 - 11h

A Energisa segue atuando ininterruptamente nos estragos provocados pelo temporal que atingiu Campo Grande desde o final da tarde desta quinta-feira, dia 10. Durante toda a madrugada, equipes trabalharam no atendimento às ocorrências.  

A chuva das últimas horas agravou a situação, dificultando os trabalhos. Segundo a Defesa Civil, foram registradas queda de cerca de 100 árvores de grande porte.

Até o momento, 95,9% dos clientes que tiveram o fornecimento interrompido já foram restabelecidos. Cerca de 800 profissionais atuam neste momento nos trabalhos de restabelecimento do fornecimento de energia.

Equipes técnicas de outras cidades de Mato Grosso do Sul e também dos estados da Paraíba, Tocantins, Sergipe, Acre, Rondônia, Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais também estão em Campo Grande, somando esforços nos trabalhos de reparo e retomada do serviço. 

A Energisa reforça que os atendimentos seguem em andamento com os casos mais complexos e agravados devido da chuva iniciada nessa madrugada.

Neste momento, os bairros mais afetados são Jardim Noroeste, Centro, Monte Castelo, Tiradentes, Vila Nasser, Vila Margarida, Vila Merli, Parque do Lageado, Universitário, Chácara das Mansões, Jardim Itamaracá, Vila Santa Luzia e Santo Antônio.

Novas atualizações serão divulgadas assim que houver evolução no atendimento.

 

 

 

 

 

 

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