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Machu Picchu pode voltar a receber turistas em 60 dias

Machu Picchu pode voltar a receber turistas em 60 dias

Redação

04/02/2010 - 23h30
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A cidade histórica de Machu Picchu, isolada em consequência das inundações provocadas pelas fortes chuvas no sul do Peru, será reaberta em sete ou oito semanas, “se Deus e o clima permitirem”, afirmou na terça-feira, 2, o ministro de Turismo do país, Martín Pérez. “Esperemos que Deus e o clima nos ajudem e isso nos permita que em sete ou oito semanas possamos ter novamente os turistas que sempre nos acompanham em Machu Picchu”, afirmou o ministro à Rádio Programas del Perú (RPP). Pérez lembrou que as ruínas históricas não foram danificadas, mas a localidade mais próxima dos pontos históricos, que se chamava Aguas Calientes e passou a ser denominada Machu Picchu Pueblo, teve grandes problemas em consequência de inundações e deslizamentos.

EM CAMPO GRANDE

Chefão de facção criminosa tem Porsche avaliado em R$ 1 milhão apreendido

Criminoso está foragido desde 2023 e investigação constatou que ele usa documento falso para continuar movimentando recursos provenientes do crime

11/03/2026 16h00

Porsche Panarama foi apreendido em Campo Grande

Porsche Panarama foi apreendido em Campo Grande Foto: Divulgação / Polícia Civil

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A Polícia Civil de Mato Grosso, com apoio do Departamento Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul,  apreendeu um Porsche Panamera de um dos chegões de uma facção criminosa, conhecido como Vovozona, em Campo Grande.

De acordo com a Polícia Civil, o Porsche, avaliado em aproximadamente R4 1 milhão, era alvo de medida de sequestro de expedido pela Justiça, dentro das investigações da Operação Imperium, deflagrada em fevereiro em Cuiabá.

A operação teve como foco o núcleo financeiro da facção criminosa, responsável pela movimentação e ocultação de recursos provenientes de atividades ilícitas.

O veículo apreendido estava em nome da esposa de “Vovozona”. Ela é apontada como integrante do esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio da facção criminosa. 

O automóvel foi localizado após trabalho conjunto entre as polícias de ambos os estados.

Vovozona é considerado um criminoso de alta periculosidade e apontado como liderança da facção criminosa em Rondonópolis e região. 

Ele está foragido desde 14 de julho de 2023, quando fugiu do Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande (MT). Na ocasião, ele e outro reeducando tiveram a saída autorizada da penitenciária, supostamente para realizar serviço extramuros e não retornaram à penitenciária.

Após a fuga, a investigação constatou que o foragido, sua esposa e pessoas sob sua influência direta faziam uso de diversos documentos falsos para abertura de contas bancárias e empresas de fachada, com o objetivo de movimentar dinheiro oriundo do crime e adquirir bens móveis e imóveis, para uso pessoal e demonstração de riqueza. 

Operação Imperium

Deflagrada no último dia 10 de fevereiro, a Operação Imperium teve como objetivo desarticular o núcleo financeiro de uma facção criminosa com atuação na região sul de Mato Grosso, responsável pela gestão e movimentação de recursos provenientes do crime.

Durante a operação foram cumpridos diversos mandados judiciais, entre prisões, buscas e sequestro de bens, com foco em atingir a estrutura patrimonial utilizada para sustentar e fortalecer a atuação da organização criminosa.

As investigações demonstraram que empresas situadas em Rondonópolis, área de maior influência e atuação do faccionado, eram registradas com o seu nome falso e em nome de pessoa diretamente ligada a ele.

No esquema de lavagem, as empresas recebiam dinheiro de integrantes da facção e reintroduziam em circulação, para compra de veículos, imóveis e repasses dos lucros aos membros da facção. 

FECHOU O CERCO

Conselho de Educação Física interdita academias por falta de documentos

A Blue Fit, na Avenida Mato Grosso, foi reaberta na tarde desta terça-feira

11/03/2026 15h23

Blue Fit passou a manhã interditada e foi reaberta hoje à tarde

Blue Fit passou a manhã interditada e foi reaberta hoje à tarde FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Conselho Regional de Educação Física da 11ª Região (CREF11/MS) interditou duas academias em Campo Grande entre a noite desta terça-feira (10) e a manhã de quarta-feira (11) por falta de documentos obrigatórios para o funcionamento.

As unidades interditadas foram a Blue Fit, localizada na Avenida Mato Grosso, e a Evoque, localizada no Jardim Paulista.

O fechamento da unidade pegou os alunos de surpresa durante a manhã, que precisaram se dirigir a outras unidades. 

Segundo nota do Conselho, todo estabelecimento de atividade física precisa possuir o Certificado de Registro de Pessoa Jurídica (CRPJ) emitido pelo próprio CREF, antes de começar a funcionar. 

A Blue Fit foi inaugurada em setembro de 2023 e já estava em funcionamento. No entanto, como foi feita a troca de CNPJ, todos os outros documentos também precisariam ser atualizados, inclusive o CRPJ. 

Ainda de acordo com o Conselho, a academia já havia sido notificada no mês de fevereiro, mas não regularizou a situação. Deste modo, sem a atualização, o local estava irregular. 

A academia precisa, ainda, ter um responsável técnico habilitado indicado no CRPJ para o funcionamento. O local em questão não apresentava este profissional no documento.

“Autuamos, orientamos e demos prazo. A regra que serve para uma grande academia é a mesma para uma pequena, e não podemos permitir que algumas sigam e outras não”, explica o presidente do CREF11/MS, Joni Guimarães.

Nas redes sociais, a Blue Fit apenas comunicou que o local se encontra temporariamente fechado e pediu a compreensão dos alunos. 

“Pedimos a compreensão de todos e orientamos que, durante esse período, os alunos se dirijam às outras unidades da rede para realizarem seus treinos normalmente. Em breve traremos novas atualizações. Agradecemos a compreensão de todos”, escreveu a rede. 

A academia Evoque, localizada no Jardim Paulista, foi interditada no final desta manhã, pelos mesmos motivos. De acordo com o Conselho, o estabelecimento estava em funcionamento sem o Certificado de Registro de Pessoa Jurídica, o CRPJ.

A Evoque também atuava sem a presença do Responsável Técnico habilitado indicado no documento. 

“Estamos de olho nesses estabelecimentos que insistem em trabalhar com irregularidades. 
Todas as tratativas buscando a regularização não foram atendidas. O fechamento deve acontecer nessas situações para não sermos injustos com os outros estabelecimentos que seguem a lei. A regra e a lei são para todos”, explicou Joni. 

O Correio do Estado constatou que, às 15h20 desta terça-feira, a Blue Fit foi reaberta e voltou ao funcionamento normal. A Evoque continua interditada por tempo indeterminado, até que a situação seja regularizada, de acordo com o CREF. 

A Evoque não se pronunciou sobre o assunto.

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