Cidades

SAÚDE

Mato Grosso do Sul registra mais 601 casos e sete mortes por Covid

As vítimas tinham entre 41 e 87 anos e eram dos municípios de Bela Vista, Dourados, Sidrolândia, Paranhos, Naviraí, Campo Grande e Dourados

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Em uma semana, Mato Grosso do Sul registrou 601 novos casos e sete mortes de Covid-19, conforme o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado na manhã desta terça-feira (6).

As sete vítimas que não resistiram aos sintomas da doença tinham entre 41 e 87 anos e eram dos municípios de Bela Vista, Dourados, Sidrolândia, Paranhos, Naviraí, Campo Grande e Dourados.

De acordo com a SES, todas apresentavam doenças crônicas como hipertensão e problemas respiratórios. A taxa de mortalidade no Estado é de 4,3 para cada 100 mil habitantes

Com isso, desde o início da pandemia, o Estado totaliza 613.443 pessoas infectadas e 11.059 perderam a vida no estado. 

Entre os casos ativos, 1.327 pessoas estão em isolamento domiciliar, 14 estão hospitalizadas, com 8 pacientes em leitos clínicos e outras seis em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Os municípios que registraram o maior número de novos casos foram: Campo Grande (+282), Naviraí (+142), Dourados (+67), Jardim (+24) e Guia Lopes da Laguna (+13).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, no dia 5 de maio, o fim da emergência de Saúde Pública de Importância Internacional referente à Covid-19.

Porém, vale ressaltar que o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional não significa que a COVID-19 tenha deixado de ser uma ameaça à saúde.

Sintomas da Covid-19

É possível que o cidadão esteja infectado com o vírus da Covid-19 caso apresente os seguintes sintomas:

  • Febre
  • Tosse seca
  • Perda do olfato
  • Perda do paladar
  • Falta de ar
  • Dificuldade para respirar
  • Dor ou pressão do peito

Transmissão

O meio de transmissão da Covid-19 se dá por inalação ou contato com gotículas de saliva, secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Portanto, a transmissão pode ocorrer por meio de:

  • Tosse
  • Espirro
  • Catarro
  • Apertos de mão
  • Contato pessoal próximo
  • Contato com objetos contaminados

Prevenção

Existem inúmeras formas de se prevenir o contágio e proliferação da Covid-19. Confira:

  • Vacinação contra Covid-19
  • Uso de máscara
  • Uso de álcool gel
  • Lavagem das mãos com água e sabão
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca
  • Não compartilhar objetos pessoais
  • Ventilar ambientes
  • Evitar aglomerações e espaços fechados

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Rede Municipal de Ensino

Em dois dias, 8,5 mil novos alunos se matricularam na rede municipal

O número de novos alunos corresponde a 40% da meta da Semed para 2026

09/01/2026 18h15

40% das vagas na REME já foram preenchidas

40% das vagas na REME já foram preenchidas FOTO: Marcelo Victor/Correio do Estado

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O período de matrícula na Rede Municipal de Ensino (REME) de Campo Grande iniciou na última quinta-feira (8) e já registrou 8,5 mil novos alunos. 

Esse número é o equivalente a 40% da meta de 20 mil novos alunos na Rede para o ano de 2026, estabelecido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed). 

Atualmente, a REME tem capacidade para atender 112 mil alunos. Destes 92 mil já garantiram a vaga nas escolas para este ano através da rematrícula, que aconteceu até o dia 12 de dezembro de 2025. 

As 20 mil vgas restantes, foram destinadas a novos alunos da Capital. 

Segundo a Semed, a preferência das famílias tem sido pelo atendimento online. Das 8,5 mil matrículas, apenas 650 foram feitas por atendimento presencial na Central de Matrículas, o que mostra que o sistema online tem funcionado de forma estável, segundo a Secretaria. 

A maior procura é para as crianças nos primeiros níveis escolares. Metade das inscrições é para alunos do Grupo 4 (para crianças de quatro a cinco anos) e para o 1º ano do Ensino Fundamental.

Como fazer a matrícula

Para realizar a matrícula é necessário que o solicitante acesse o site https://matricula.campogrande.ms.gov.br/ e preencha os dados do aluno que irá ocupar a vaga.

No site, é possível indicar três unidades de ensino da preferência pessoal, que será escolhida para o aluno baseada nos critérios de disponibilidade da unidade e proximidade da moradia do estudante.

O período é para novas matrículas do Ensino Fundamental e EJA, e as vagas serão definidas e divulgadas no dia 21 de janeiro pela Secretaria Municipal da Educação.

Nas EMEIs, para a educação infantil, é necessário fazer o cadastro no banco de dados da Semed e acompanhar as informações por meio da área do candidato, em que terá detalhes sobre as vagas disponíveis nas unidades escolares do município.

A primeira lista foi divulgada em 3 dezembro e a efetivação aconteceu entre 3 e 12 de dezembro de 2025.

As aulas terão início em 5 de fevereiro, mas a Rede Municipal já está em serviço com atendimento ao público, e durante o mês de janeiro com matrículas e organização das turmas e salas.

A REME alerta para algumas dicas importantes:

  • Atenção aos dados: O sistema não permite editar informações depois de finalizar o cadastro. Se houver erro, é necessário cancelar e fazer uma nova inscrição.
  • Transferências: Quem deseja mudar de uma escola municipal para outra também deve fazer o pedido pelo site.
  • Efetivação: Após o dia 21 de janeiro, os pais devem ir até a escola indicada com os documentos (originais e cópias) para assinar o requerimento e garantir a vaga.

Se houver dificuldade com a internet ou perda de senha, os canais para contato são pelo telefone 0800 615 1515 ou através do site matricula.campogrande.ms.gov.br.

*Colaborou Noysle Carvalho

CIDADES

Trânsito na Rachid Neder é liberado após obras serem finalizadas na avenida

As placas da via se soltaram devido ao forte temporal que atingiu Campo Grande na última terça-feira (6)

09/01/2026 18h00

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A recomposição do asfalto na Avenida Rachid Neder foi finalizada na tarde desta sexta-feira (9). Com isto, o trânsito está liberado no trecho entre as ruas Pedro Celestino e Rui Barbosa. A força da enxurrada durante o temporal registrado na última terça-feira (6) causou estragos em várias áreas da Capital, inclusive nesta via que já encara problemas com chuvas fortes há algum tempo.

Em 14 de novembro do ano passado, também após tempestades, a rotatória da Rachid Neder com a Ernesto Geisel amanheceu com o asfalto rachado e “em pedaços”, situação parecida com a que ocorreu no último temporal.

Os trabalhos para reconstituir o pavimento iniciou logo após a chuva, com limpeza da pista e a remoção das placas de asfalto que se soltaram. Antes da aplicação da nova capa asfáltica, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) executou um serviço de manutenção em toda a extensão da avenida, resultando no fechamento de 260 buracos.

Para a restauração completa do trecho afetado, foram utilizadas aproximadamente 60 toneladas de massa asfáltica. 

Com a conclusão da obra e a retirada da sinalização de interdição, o fluxo de veículos na região segue normalizado. As equipes da Sisep permanecem na região para atender outras demandas remanescentes do período de chuvas na Capital.

Pedido ao governo federal

A Prefeitura de Campo Grande refez o pedido ao governo federal para que fosse incluso no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) o projeto que prevê R$ 80 milhões para uma solução parcial ao problema de enchentes na Avenida Rachid Neder.

A Prefeitura de Campo Grande já havia solicitado o recurso em 2023, na época do lançamento do Novo PAC, para serem investidos na margem direita do Córrego Segredo.

Segundo Marcelo Miglioli, titular da Sisep, a obra seria feita na Rua Corguinho, mas resolveria parte do problema, já que a margem esquerda do Segredo ainda ficaria para um futuro. Somando as duas margens, o projeto totalizaria R$ 200 milhões, verba que o secretário afirma ser mais difícil de conseguir.

“É um problema complexo, é uma drenagem muito antiga, muitos condomínios foram abertos naquela região desde que essa drenagem foi feita e quando acontece uma tromba d’água como a de ontem [terça-feira] a tubulação não aguenta. A obra que solicitamos é na [Rua] Corguinho, mas com a margem esquerda fica R$ 200 milhões. Sabemos da dificuldade de conseguir esse montante, então se conseguirmos os R$ 80 milhões já resolve parte do problema”, alega o secretário.

Conforme o titular da Pasta de obras, o projeto também foi apresentado à bancada federal, porém, eles optaram por outros projetos, que preveem asfalto novo em outras regiões da cidade.

“Todo mundo é conhecedor desse problema, mas a bancada fez a opção de colocar R$ 100 milhões para novas pavimentações. Eles não estão errados. Campo Grande tem problemas muito grandes que necessitam de muito dinheiro, o que a prefeitura não tem neste momento”, explicou Miglioli ao Correio do Estado.

*Colaborou Daianny Albuquerque

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