Cidades

SAÚDE

Mato Grosso do Sul registra mais uma morte e 908 novos casos por Covid

O Estado registra até o momento 92 óbitos e mais de 17 mil casos confirmados em 2023

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES) registrou nesta terça-feira (11), através do boletim epidemiológico semanal, um óbito e mais 908 novos casos de Covid-19 em Mato Grosso do Sul. Os registros foram feitos entre os dias 4 e 11 de abril.

O estado clínico não apresentou grandes mudanças referente aos registros da semana anterior. No momento, 11 pessoas estão hospitalizadas, 9 em leitos clínicos e 2 em leitos de UTI no devido à doença. No panorama geral, Mato Grosso do Sul registrou até o momento 17.484 casos confirmados em 2023.

A única morte notificada no boletim é de uma mulher, de 39 anos, residente de Bela Vista. A vítima apresentava doença renal crônica e faleceu no dia 7 deste mês. Agora, o número de óbitos soma 92 em todo o Estado. 

Dos novos casos, Campo Grande segue liderando a lista com 654 novas ocorrências, seguida por Dourados (176), Brasilândia (49), Alcinópolis (15), Deodápolis (10), Itaquiraí (6), Ponta Porã (6), Anaurilândia (5), Chapadão do Sul (5) e Coxim (4). Ao todo 30 cidades registraram casos nesta semana.

Influenza

No último boletim epidemiológico de Influenza da SES, três novas mortes foram confirmadas em Mato Grosso do Sul e 1.640 casos  notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Estado. O relatório foi divulgado ontem (10) no portal da Vigilância Sanitária. 

Entre as vítimas estão duas crianças entre 0 e 9 anos e um idoso de 80 anos de idade. O município que mais apresentou casos de SRAG foi Campo Grande com 870 notificações, seguido por Corumbá (116), Dourados (59), Sidrolândia (51) e Ponta Porã (40).

Ao Correio do Estado a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), informou que, só em Campo Grande, foram registradas 602 internações de pacientes com SRAG, dentre elas  adultos e crianças. No público de crianças entre 0 e 9 anos foram notificadas 419 internações, aproximadamente 70% do total.

Vacinação

Conforme noticiado pelo Correio do Estado anteriormente, a vacina bivalente está disponível para novos públicos em Mato Grosso do Sul, já as demais doses, que também protegem contra a Covid-19, estão disponíveis para toda a população. 

Agora poderão receber o imunizante que protege contra a cepa original e as variantes do coronavírus pessoas com comorbidades e que que tenham 12 anos ou mais, grávidas e as puérperas que deram à luz há até 45 dias. 

De acordo com a superintendente de vigilância em saúde, Veruska Lahdo, é preciso reforçar a vacina nos grupos prioritários, pois são os que apresentam maiores complicações ao contrair o vírus.

 “Temos que reforçar a vacinação em todo o qualquer indivíduo que está mais vulnerável ou exposto ao vírus, uma vez que essa é a forma mais eficaz de se evitar quadros graves da doença”.

Além destes públicos, a bivalente está disponível também para trabalhadores da saúde, população com 60 anos ou mais, indígenas aldeados e quilombolas a partir dos 12 anos de idade, para isso é necessário o esquema vacinal completo e a última dose ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. 

O reforço também está disponível para quem finalizou o esquema primário e tem pelo menos 12 anos de idade. E quem tem 18 anos ou mais e completou o mesmo período após receber o primeiro reforço, já está apto para o segundo. 

Crianças a partir de seis meses se enquadram para iniciar o esquema vacinal. Aquelas iniciaram o esquema com a Pfizer baby devem receber a segunda dose após um intervalo de quatro semanas e a terceira após oito semanas da dose anterior.  

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Combate à Corrupção

MP lança 2.ª fase de operação contra falsos exames no interior do MS

Ao todo foram cumpridos um total de 17 mandados, sendo cinco de prisão preventiva e outros 12 de busca e apreensão

13/08/2026 10h01

Direcionamento de licitação e desvio de recursos eram todos feitos com um sistemático pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos

Direcionamento de licitação e desvio de recursos eram todos feitos com um sistemático pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos Reprodução/LeitorC.E

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Pelas ruas do interior do Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (13), o Ministério Público do Estado (MPMS) deflagra uma segunda fase da chamada Operação "Auditus", contra falsos exames, através de seus grupos Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) e de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) ,e da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Nioaque. 

Ao todo foram cumpridos na manhã de hoje (13) um total de 17 mandados, sendo cinco de prisão preventiva e outros 12 de busca e apreensão, nos seguintes municípios: 

  • Bela Vista 
  • Bonito, 
  • Guia Lopes da Laguna,
  • Jardim e
  • Nioaque. 

Toda essa investigação pelo Gecoc, em apoio à 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Nioaque, teve início com a apuração de fraudes que ocorriam em licitações executadas pela Prefeitura de Nioaque. Esses certames miravam a contratação de uma empresa para prestação de serviços de especialidades médicas: consultas, realização de exames e procedimentos médicos, como bem aponta o MPMS em nota. 

A primeira fase da Operação "Auditus" foi realizada em 1° de julho de 2025, quando dez mandados de busca e apreensão foram cumpridos em: Nioaque, Bonito e Jardim. À época, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul havia constatado que o potencial dano dos contratos suspeitos já era estimado em mais de R$3 milhões em um esquema entre 2019 e 2024. 

Feita análise das apreensões da primeira fase, somadas à diligências posteriores, os agentes puderam reunir elementos que comprovaram a "existência de um esquema criminoso estruturado", como descreve o Ministério Público. 

Segundo o MPMS, esse esquema criminoso estruturado funcionava com o direcionamento das contratações, o que em outras palavras significa que os pagamentos eram feitos e os serviços médicos não eram executados.

Esse direcionamento e desvio de recursos públicos eram todos feitos através de suborno de funcionários, como bem aponta o Ministério, com um sistemático pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos. 

Efeitos do crime

Sendo que "Auditus" trata-se de um termo latim que faz referência à "audição", com a Operação batizada dessa forma em menção aos exames auditivos que eram apenas simulados como um dos meios para desvio do dinheiro. 

Foi constatado posteriormente, porém, que diversos outros exames e serviços médicos fraudados também foram englobados no esquema criminoso para terem seus valores sistematicamente desviados. 

Em balanço sobre os reflexos das práticas criminosas, nota-se um aumento de mais de mil por cento (1.713%) no gasto com tais serviços médicos, no recorte feito pelo MPMS entre 2022 e 2025. 

"Ao passo que o total de 83% (oitenta e três por cento) dos exames e consultas pagos pelo Município foram simulados pelo grupo criminoso, composto por agentes públicos e privados, mediante a falsificação de documentos", complementa o Ministério Público em nota.

Além disso, a estimativa dos prejuízos aos cofres públicos somente em Nioaque já ultrapassa os quatro milhões de reais. 

Elementos coletados indicam inclusive a atuação na expansão do esquema criminoso para demais municípios, o que o Ministério classifica como continuidade e agravamento dessas atividades ilícitas. 

Até o momento não há identificação dos alvos dos mandados de prisão. 

 

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Polícia Federal

PF prende homem por armazenar conteúdo de abuso sexual infantojuvenil

Investigação da Polícia Federal visa desarticular redes de compartilhamento de material ilícito na internet

13/08/2026 09h45

Divulgação Polícia Federal

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A Polícia Federal cumpriu uma ordem de busca e apreensão na cidade de Campo Grande na manhã desta quinta-feira (13). A Operação denominada “Aeges 7” resultou na prisão de um homem acusado de armazenar material de abuso sexual infantojuvenil. 

A batida policial faz parte da “Operação Aeges 7”, que visa combater crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet.

Durante a abordagem policial na residência do rapaz foi apreendido também um aparelho celular, uma CPU e diversas mídias, que serão encaminhados à perícia com o objetivo de aprofundar as investigações e de identificar eventual participação de outros envolvidos.

A operação faz parte de um conjunto realizado para combater este tipo de crime e já ocorreu outras vezes no estado, sendo uma delas em Anastácio, no último mês de abril. 

A outra  que aconteceu no início do mês de julho, além de uma que ocorreu no final do mês passado e a mais recente que foi realizada na manhã desta quinta-feira (13). 

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