Cidades

CAPITAL

Mercado na Avenida Guaicurus é assaltado

Mercado na Avenida Guaicurus é assaltado

BEATRIZ LONGHINI

07/08/2011 - 08h51
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Um supermercado na Avenida Guaicurus, no Jadrim Colibri, foi assaltado no começo da noite de ontem (06).

Dois homens retiraram o dinheiro do caixa e fugiram em uma bicicleta vermelha, porém foram seguidos e um deles foi rendido.

Raphael, um dos autores do assalto foi preso na Rua Inúbia Paulista. Ele informou que estava em companhia de um menor, conhecido como Maikinho, na quadra de esportes do Jardim Marajoara e resolveram sair para cometer o assalto.

A princípio, o plano era assaltar um posto de gasolina na mesma avenida, porém desistiram e acertaram assaltar o mercado.

Segundo Raphael, o menor ficou com um valor aproximado de R$ 140, retirado de um dos caixas, e com ele foi encontrado R$ 183. Raphael informou ainda que somente ele estava armado.

Em depoimento, uma das vítimas explicou que autores entraram no mercado e anunciaram o assalto, apontado a arma em sua direção e de outra funcionária mandando 'passar o dinheiro'. Em seguida chegou Marcelo, que é funcionário do mercado e também foi rendido.

Os assaltantes pediram que ele encostasse no balcão e retiraram o dinheiro de dois caixas, sempre apontando a arma em direção das pessoas, segundo os relatos.

Após o roubo, eles fugiram na bicicleta, foram alcançados e caíram. O menor pulou um muro e fugiu. Somente Raphael foi preso.


 

BR-262

Carreta é apreendida na fronteira com material para fabricar 40 toneladas de cocaína

O motorista do veículo foi preso e ação ocorreu em conjunto com equipes de São Paulo

12/06/2026 15h30

Divulgação

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Uma ação conjunta de agentes da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal na região de fronteira entre Corumbá e a Bolívia apreendeu na última quinta-feira (11) uma carreta com 20 toneladas de acetato de etila, ingrediente fundamental para a produção da cocaína. 

Segundo as autoridades aduaneiras, 1 litro do produto é o suficiente para produzir dois quilos de cocaína.

Assim, considerando a proporção média utilizada por traficantes que produzem a droga, estima-se que aproximadamente 40 toneladas poderiam ser produzidas utilizando o material ilícito apreendido. 

Quando o volume do produto foi apreendido, causou "surpresa" para a fiscalização, devido a grande quantidade. 

Segundo os agentes, isso revela "a ousadia do crime organizado na fronteira, onde as apreensões de drogas são rotineiras em ônibus ou no posto aduaneiro, ao final da rodovia BR-262". 

O motorista do veículo foi preso por causa da irregularidade na documentação da carga e apreensão do produto. 

A ação contou com a participação da equipe de análise de risco da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal, da 8ª Região Fiscal em São Paulo, de agentes de vigilância e repressão do órgão federal em Corumbá e da Polícia Rodoviária Federal.

Tráfico internacional

Ainda no início deste mês, a Polícia Federal deflagrou a Operação Mens Occulta, para conter a ação de um grupo criminoso especializado no tráfico internacional de drogas. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Campo Grande. 

Em Corumbá, rota conhecido de tráfico internacional, foram apreendidos 2,9 toneladas de cocaína. 

O grupo criminoso, sediado na cidade de Uberlândia (MG), é suspeito de movimentar R$ 70 milhões em valores sem lastro, no período de cinco anos, conforme relatórios de inteligência financeira.

Para lavar o dinheiro do crime organizado, empresas de fachada eram usadas para adquirem bens de luxo, como ranchos, apartamentos, cavalos de raça, embarcações e veículos. Os policiais apreenderam motos, armas e munições durante a ação.

Educação

Campo Grande: paralisação de professores afeta 110 mil alunos da rede municipal

Levantamento nacional coloca a Capital na primeira posição entre as capitais com maior vencimento-base para o magistério municipal

12/06/2026 14h59

Professores se manifestaram na manhã desta sexta-feira (12)

Professores se manifestaram na manhã desta sexta-feira (12) Divulgação

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A paralisação dos professores da Rede Municipal de Ensino (REME), realizada nesta sexta-feira (12), afetou cerca de 110 mil alunos matriculados nas 207 unidades escolares e Centros de Educação Infantil Municipal (EMEIs) de Campo Grande. 

O movimento foi aprovado em assembleia que reuniu aproximadamente 300 profissionais da educação. A suspensão das atividades em um dia útil gerou questionamentos entre pais e responsáveis, que defendem que a mobilização poderia ter sido realizada em um fim de semana, reduzindo os impactos na rotina dos estudantes.

A Rede Municipal de Ensino conta com aproximadamente 8,9 mil professores e é considerada uma das maiores do Estado. Nos últimos anos, a administração da prefeita Adriane Lopes promoveu a convocação de mais de mil professores concursados, avançou no pagamento de progressões funcionais e realizou investimentos em climatização, reformas e ampliação da estrutura das unidades escolares. Em 2025, a categoria recebeu reajuste de 6,27%, além da continuidade do acordo para implementação gradual do piso salarial dos profissionais do magistério.

Em declarações recentes, a prefeita Adriane Lopes afirmou que a discussão sobre o reajuste referente a 2026 precisaria ser reavaliada em razão das mudanças promovidas pelo Governo Federal em relação ao percentual do piso nacional e da necessidade de análise do impacto financeiro nas contas do município.

Levantamento divulgado pelo portal PEBSP aponta que Campo Grande ocupa a primeira colocação nacional em vencimento-base dos professores municipais entre as capitais brasileiras. Segundo o estudo, a remuneração inicial dos profissionais da rede municipal da Capital sul-mato-grossense supera o piso nacional do magistério, colocando a cidade na liderança do ranking nacional.

A paralisação desta sexta-feira também ocorreu em um cenário pré-eleitoral, marcado pela presença e pelo apoio de pré-candidatos e lideranças políticas ao movimento. O envolvimento de agentes políticos gerou críticas de setores que avaliam que a pauta da educação tem sido utilizada para ampliar o debate eleitoral. Apesar disso, a categoria mantém a reivindicação pelo reajuste referente ao Piso 20 horas, cuja proposta apresentada pelo Executivo Municipal foi rejeitada em assembleia realizada pelo Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP).

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