Cidades

emprego

Ministério do Trabalho registra 67 mil
novas vagas de trabalho

Segundo Caged, contratações superaram as demissões

G1

17/07/2017 - 17h16
Continue lendo...

As contratações superaram as demissões em 67.358 trabalhadores com carteira assinada no primeiro semestre deste ano, informou nesta segunda-feira (17) o Ministério do Trabalho, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Essa foi a primeira vez, desde 2014, que foram abertas vagas formais nos seis primeiros meses do ano. No mesmo período de 2016, houve a demissão de 531.765 trabalhadores com carteira assinada e, em 2015, 345.417 empregos foram fechados. Deste modo, foi o melhor resultado para o primeiro semestre em três anos. A série histórica, nesse caso, começa em 2002.

Os números de criação de empregos formais do primeiro semestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro a maio. Os dados de junho ainda são considerados sem ajuste.

Mês de junho

Os dados do mês de junho também mostraram criação de postos com carteira assinada. No mês passado, foram abertas 9.821 vagas formais. Foi a primeira vez, desde 2014, que houve criação de postos formais no mês de junho. Naquele ano, foram abertas 25.363 vagas com carteira assinada.

Além disso, junho foi o terceiro mês consecutivo de criação de postos de trabalho. Em janeiro deste ano, foram fechados 40.865 vagas. Em fevereiro, foram abertos 35.612 postos de trabalho, mas em março houve o fechamento de 63.624 vagas. Em abril e maio, foram criados, respectivamente, 59.856 e 34.254 postos de trabalho com carteira assinada.

"Gostaríamos de estar comemorando números melhores do que esses. Mas a economia dá sinais de recuperação, e melhor que seja gradual e em patamares menores, do que venhamos a ter uma bolha e depois [queda]. Isso é uma sinalização de que a economia se estabelece de forma mais segura", avaliou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Em 12 meses, mais de 749 mil demissões

Apesar da criação de empregos formais em junho e no primeiro semestre deste ano, o Ministério do Trabalho informou que, nos últimos doze meses até junho, foi registrada a demissão de 749.060 trabalhadores com carteira assinada.

Por setores

No primeiro semestre deste ano, de acordo com o Ministério do Trabalho, cinco setores da economia admitiram trabalhadores. O setor que mais contratou no primeiro semestre foi a agricultura, com 117.013 vagas abertas.

Neste período, a indústria de transformação registrou a abertura de 27.775 empregos com carteira assinada, ao mesmo tempo em que o setor de serviços contratou 60.757 trabalhadores formais. A administração pública registrou a contratração de 18.372 pessoas.

Por outro lado, o comércio ainda teve resultado negativo, com a demissão de 123.238 trabalhadores com carteira no primeiro semestre deste ano. A construção civil, por sua vez, fechou 33.164 vagas formais no período, enquanto a indústria extrativa mineral demitiu 1.444 empregados.

Números regionais

Segundo o Ministério do Trabalho, houve o registro de contratações em três das cinco regiões do país no primeiro semestre de 2017.

A região Sudeste foi a que mais abriu vagas formais seis primeiros meses deste ano, quando 67.414 pessoas foram contratadas. Na região Centro-Oeste, foram abertas 62.025 vagas e, na região Sul, outros 46.662 foram contratados.

A região Nordeste, entretanto, registrou a demissão de 96.330 trabalhadores nos seis primeiros meses deste ano, enquanto a região Norte contabilizou o fechamento de 12.413 vagas formais.

VOLTA ÀS AULAS

Alunos da rede estadual terão educação jurídica na programação escolar

Os encontros terão dinâmicas, como jogos educativos e ações interativas, pensadas para facilitar o aprendizado e estimular a participação dos estudantes

12/01/2026 17h14

A implementação do programa foi viabilizada pela assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a PGE do Estado e a de São Paulo,

A implementação do programa foi viabilizada pela assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a PGE do Estado e a de São Paulo, Divulgação: Governo do Estado

Continue Lendo...

Os alunos da rede estadual de ensino terão novidades na volta às aulas neste ano.  O programa "Procurando Saber" tem como objetivo promover o conhecimento sobre o sistema de justiça, direitos e deveres dos cidadãos, utilizando linguagem simples e metodologia participativa, de modo a aproximar os jovens das instituições públicas. A iniciativa será promovida pela Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul (PGE-MS).

Os encontros terão dinâmicas, como jogos educativos e ações interativas, pensadas para facilitar o aprendizado e estimular a participação dos estudantes da rede estadual.

O programa contará com a participação de procuradores do Estado e apoio da Secretaria de Estado de Educação (SED).  As ações estão previstas para escolas estaduais de Mato Grosso do Sul.

A implementação do programa foi viabilizada pela assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a PGE do Estado e a de São Paulo, que prevê o compartilhamento de metodologias e boas práticas do programa desenvolvido em São Paulo.

De acordo com dados da PGE de São Paulo, o projeto alcançou 560 estudantes, em 23 escolas públicas do estado.

O documento foi assinado neste mês pela procuradora-geral do Estado, Ana Carolina Ali Garcia, pela procuradora-geral de São Paulo, Inês Coimbra, e o secretário estadual de Educação, Hélio Queiroz Daher.

Assine o Correio do Estado

Trânsito

Saiba quais regras para ciclomotores passam a valer a partir de hoje em Campo Grande

Em todo o MS, estão cadastrados mais de 4 mil veículos da categoria

12/01/2026 16h15

Regras começaram a valer no dia 01 de janeiro de 2026 em todo o Brasil

Regras começaram a valer no dia 01 de janeiro de 2026 em todo o Brasil Divulgação

Continue Lendo...

A partir desta segunda-feira (12), os motoristas de ciclomotores devem ficar atentos às novas regras de trânsito impostas à categoria pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). 

Os critérios passaram a valer no dia 1 de janeiro de 2026 em todo o território nacional, porém, em Campo Grande, a primeira semana foi voltada a ações e campanhas de conscientização aos motoristas que ainda não estavam regularizados. 

A partir de agora, os proprietários de bicicletas elétricas e motos com acelerador e motor de até 50 cilindradas devem registrar seus veículos no Departamento de Trânsito de seus respectivos estados. 

Além disso, passará a ser cobrado efetivamente o uso de capacete e a obrigatoriedade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de categoria A (moto) ou uma Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC). 

A resolução foi publicada e aprovada em 2023 e passou a valer agora, dando aos condutores tempo hábil para regularizarem cada situação. 

Além do registro no Detran, a resolução inclui o emplacamento e licenciamento do ciclomotor. Sem a documentação exigida, os veículos são proibidos de circularem nas vias.

Também é obrigatório a presença de retrovisores, farol dianteiro branco ou amarelo, lanterna traseira e luz de freio vermelho, velocímetro, buzina, pneus em boas condições e dispositivo para controle de ruído do motor.

Os veículos não podem circular em ciclovias, ciclofaixas ou calçadas, devem trafegar na rua, utilizando as faixas centrais ou da direita, não em vias rápidas.

A partir de hoje (12), quem estiver em desconformidade com as regras, receberá multa gravíssima no valor de R$ R$ 293,47 e perder 7 pontos na carteira de habilitação, além de ter o veículo apreendido. 

Bicicletas elétricas, skates e patinetes elétricos não são classificados como ciclomotores, então não estão incluídos nas novas regras. 

São classificados como ciclomotores os veículos de duas ou três rodas com motor de até 50 cc (combustão) ou 4 kW (elétrico), que tenham velocidade máxima de 50 km/h. 

Números em MS

De acordo com o Detran MS, o Estado tem, atualmente, 4.393 veículos ciclomotores cadastrados, sendo 4.300 movidos a combustível e 89, elétricos. 

Destes, 1.293 são registrados na capital Campo Grande; 1.103 estão em Dourados; 68 em Ponta Porã; 521 em Três Lagoas; 450 em Paranaíba; 168 em Nova Andradina; 80 em Jardim; 274 em Naviraí; e 88 em Aquidauana. 

O valor para compra de um ciclomotor varia, no Brasil, entre R$ 7 mil para os modelos mais simples, até R$ 19 mil para modelos mais robustos, dependendo do ano e das condições dos modelos. 
 


 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).