O motociclista José Carlos Miquilino, de 43 anos, morreu na manhã desta quarta-feira (10) após bater em uma caminhão, que estava estacionada na Avenida Guaicurus, próximo ao Residencial Vinícius de Moraes e em frente a uma loja de Pisos e Revestimentos.
O acidente aconteceu por volta das 6h30 da manhã. Às 8h, a perícia ainda não havia chegado ao local, e a causa do acidente segue sendo apurada.
Em conversa com o Correio do Estado, o motorista da carminhão, Vanderlei Theis, 49 anos, contou que veio de Cuiabá, trazendo uma carga de 30 toneladas de argamassa, que seria entregue na loja. Ele teria estacionado em frente ao local e permanecido dentro do veículo, aguardando a abertura da loja. Pouco depois de parar no local, sentiu o impacto da batida.
Segundo Vanderlei, a colisão foi tão forte que ele pensou ter sido um carro, e não uma moto.
"Eu escutei a batida (...) mexeu o caminhão. Eu estava sentado no banco, assustei. Achei até que era um carro que tinha batido. Foi muito forte", contou o motorista.
Vanderlei contou ainda que imediatamente desceu do veículo para prestar socorro, mas que o motociclista já se encontrava imóvel. Uma outra testemunha, um Policial Civil que passava pelo local, parou para tentar ajudar, mas também constatou que o homem já estava morto.
"Eu tenho 30 anos de estrada, rodando o Brasil inteiro, nunca havia me envolvido em acidente. Eu cuido. Aqui eu parei, certinho. Ele bateu atrás, e pelo impacto ele estava em alta velocidade", acrescentou Vanderlei.
A dinâmica do acidente ainda é apurada.
Capotamento
Em horário próximo, uma condutora perdeu o controle do veículo, subiu no canteiro central e capotou na Avenida Prefeito Lúdio Martins Coelho, no bairro Jardim Leblon.

A jovem, de 21 anos, estava sozinha no veículo e não sofreu ferimentos graves, mas foi encaminhada para a Santa Casa de Campo Grande para a realização de exames. Segundo familiares, que foram até o local, ela estaria indo passar no Quartel do Exército, e posteriormente iria para o trabalho, localizado próximo ao Aeroporto Internacional de Campo Grande.
"Ela saiu de casa para trabalhar, não sei o que ocorreu. Ela me ligou quando já estava na viatura do Samu, avisou que tinha capotado o carro, estava chorando. Disseram que seria bom encaminhar ela para a Santa Casa de Campo Grande, para que ela passasse por exames, mas ela disse que não estava sentindo nada", disse o pai da condutora, que trabalha como motorista de carreta.
Ele contou ainda que é a segunda vez que o carro, um Volksvagen Voyage, capota, sendo a primeira vez com a outra filha dirigindo.
Ainda não se sabe o que causou o acidente.