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Mutirão na conta de luz terá desconto de até 100% e parcelamento em até 60 vezes

Com possibilidade, inclusive, de abatimento do valor da dívida, a ação inicia no dia 22 e segue até 24 de setembro, em Campo Grande

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Clientes da Energisa que possuem contas em atraso podem aproveitar condições especiais para regularizar a situação na segunda-feira (22), como 100% de desconto e parcelamento de até 60 vezes.

O mutirão de negociação, com facilidades para colocar os débitos em dia, está sendo promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) e pela concessionária de energia.

A ação será feita pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) e visa facilitar a negociação de quem possui dívidas com a prestadora de serviços.

Entre as facilidades estão descontos de até 100% em juros e multas, parcelamento em até 60 vezes e, inclusive, abatimento no valor original da dívida.

A forma de pagamento será definida conforme o perfil de cada cliente, levando em consideração uma avaliação da situação e condições viáveis para o consumidor.

Quem pode participar?

Serão contemplados clientes que receberam informações da concessionária sobre as vantagens de participar do mutirão.

Caso algum consumidor não tenha recebido o informe, a recomendação é verificar os canais digitais da empresa para conferir se há condições especiais disponíveis para a sua unidade consumidora, por meio de um dos canais de atendimento da Energisa: site energisa.com.br, WhatsApp Gisa: (67) 99980-0698 ou aplicativo Energisa On.

O coordenador comercial da Energisa MS, Jonas Ortiz, enfatizou que a distribuidora busca oferecer alternativas para que os clientes regularizem seus débitos e evitem medidas como a suspensão do fornecimento.

“Essa parceria com o TJMS permite um atendimento ainda mais próximo, com condições que fazem a diferença”, afirmou.

A ação será realizada até 24 de setembro, das 8h às 12h.

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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