Cidades

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"Negócio da China" para empresas

"Negócio da China" para empresas

Redação

26/04/2010 - 22h16
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O presidente do Sindicato das empresas de ônibus, Oswaldo Possari, reconhece  que a construção da “Cidade dos Ônibus” é um excelente negócio para as concessionárias, que vão ganhar em termos de logística com a proximidade  do condomínio com a rodoviária.

Ele aposta em redução de custos com o compartilhamento de serviços como segurança, lavagem dos veículos, refeitórios, instalação de um posto de atendimento médico do Sest/Senat, centro de educação infantil para os filhos dos funcionários. A previsão é que o condomínio reúna 1.500 funcionários.

Outro diferencial vislumbrado por Possari é que, com a concentração de garagens num só lugar, as empresas vão ganhar  o poder de negociação de preços com fornecedores para compra conjunta de peças de uso comum, pneus, combustível. “Por exemplo, podemos negociar com a instalação de uma base de distribuição de combustível comum. “Se hoje uma empresa compra 6 milhões de litros de óleo diesel por mês, a aquisição conjunta de 20 milhões abre caminho para redução do preço”, explica.

Polícia

Com intervalo de um dia, duas ossadas humanas são encontradas em terrenos abandonados

A primeira ossada foi encontrada totalmente carbonizada. No segundo caso, um crânio foi localizado por um agente de saúde.

15/04/2026 16h30

Polícia Civil investiga as duas ossadas encontradas em Campo Grande

Polícia Civil investiga as duas ossadas encontradas em Campo Grande FOTO: Bruno Henrique/Correio do Estado

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Duas ossadas humanas foram encontradas entre a última terça-feira (14) e a manhã desta quarta-feira (15) em Campo Grande. 

A primeira foi localizada por um morador da Vila Bordon, que acionou a Polícia Civil. A testemunha teria entrado em uma área de mata para colher madeira quando encontrou a ossada.

A perícia confirmou que se tratava de uma ossada humana, mas a vítima não foi localizada porque os restos estavam carbonizados. 

Assim, o caso foi registrado como homicídio qualificado com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso, e como homicídio qualificado por traição ou emboscada. O caso foi encaminhado para a DEPAC-CEPOL.

Segundo a Polícia Civil, a perícia foi acionada e os ossos foram encaminhados para exame necroscópico. Devido ao estado carbonizado, a análise preliminar e determinação da causa da morte foi prejudicada. 

A segunda ossada foi encontrada em um terreno baldio na região da Mata do Jacinto por um agente de saúde que fazia a varredura do local. Ele localizou um crânio humano que já havia sido localizado por moradores no dia anterior.  

A Polícia Civil registrou a ocorrência como "achado de cadáver". O crânio foi encaminhado para perícia para uma possível identificação da vítima. 

A suspeita é que a ossada tenha apenas sido deixada no terreno, já que não foram encontrados indícios de crime no local.

O boletim de ocorrência foi registrado na 3ª Delegacia de Polícia Civil. 

Prisões

Operação Narco Fluxo: dono da página 'Choquei' é 'operador de mídia' do grupo, diz PF

Polícia Federal acredita ter reunido indícios suficientes para apontar o dono da "Choquei" como "operador de mídia" da organização

15/04/2026 16h00

Poze do Rodo, Mc Ryan SP e Raphael Sousa Oliveira, dono da

Poze do Rodo, Mc Ryan SP e Raphael Sousa Oliveira, dono da "Choquei" Fotos: Reprodução / O Globo

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O dono da página "Choquei", Raphael Sousa Oliveira, é suspeito de usar o perfil em rede social para "gestão de imagem e promoção digital" de um grupo suspeito de movimentar R$ 1,6 bilhão com rifas e bets ilegais patrocinadas pelo crime organizado, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo a Polícia Federal (PF). Ele foi preso temporariamente nesta quarta-feira, 15, pela Operação Narco Fluxo. MC Poze do Rodo também integra o esquema, segundo a PF. 

O Estadão busca contato com a defesa de Raphael, que foi detido em Goiânia. O espaço está aberto.

Ao longo da investigação, a Polícia Federal acredita ter reunido indícios suficientes para apontar o dono da "Choquei" como "operador de mídia da organização", com "recebimento de valores elevados diretamente" de MC Ryan SP, funkeiro apontado como líder do esquema e também detido nesta manhã.

Em nota, a defesa de MC Ryan informou que "os esclarecimentos necessários serão prestados oportunamente".

Segundo a investigação, Raphael era responsável por divulgar conteúdos favoráveis a MC Ryan, promover plataformas de apostas e rifas e atuar na contenção de crises de imagem relacionadas às apurações da Polícia Federal. O perfil no Instagram da "Choquei" tem 27 milhões de seguidores.

O dono da "Choquei" também recebeu, segundo a PF, valores milionários de Tiago de Oliveira, operador financeiro de Ryan e "braço direito" do funkeiro. Ele também foi preso nesta quarta-feira.

Apontado como responsável pelas atividades de marketing e pela circulação financeira do grupo, José Ricardo dos Santos Junior também teria transferido valores elevados a Raphael. Ele foi preso pelos federais nesta manhã.

Segundo as investigações da Narco Fluxo, a Polícia Federal identificou um esquema que utilizava plataformas de apostas de quotas fixas, as chamadas bets, para lavar dinheiro de origem ilícita, incluindo recursos ligados ao tráfico internacional de drogas.

A apuração também aponta a atuação de uma possível organização criminosa dedicada à movimentação de grandes quantias, com uso de dinheiro em espécie, transferências bancárias e operações com criptoativos, especialmente a moeda digital USDT (Tether), tanto no Brasil quanto no exterior.

Narco Fluxo

Cerca de 200 policiais federais cumpriram 90 mandados judiciais expedidos pelo juiz da 5.ª Vara Federal em Santos, Roberto Lemos da Silva Júnior, em endereços nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Ao todo, o magistrado mandou prender 39 investigados - 31 mandados foram cumpridos nesta manhã. Outros três alvos já estavam no exterior.

O juiz federal também determinou medidas para bloquear o patrimônio dos investigados, como o sequestro de bens e restrições à atuação de empresas ligadas ao grupo.

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