Cidades

FESTA

Nova Alvorada do Sul comemora 24 anos com shows e festa do macarrão

Município criou a 1º Festa do Macarrão

NILCE LEMOS

27/10/2015 - 00h00
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O município de Nova Alvorada do Sul, distante 120 km de Campo Grande, completa nesta terça-feira (27), 24 anos. Para comemorar, a prefeitura preparou shows e atrações que acontecem desde o dia 24 até o dia 28.

Nos dias 24 a 26 aconteceram shows, feira de artesanato, culto, campeonato de futebol, 1ª Festa do Macarrão, entre outras atividades.

Veja a programação para essa terça e quarta-feira:

27 de outubro – Terça-feira

Local: Parque Nelson Tereré
7h – Campeonato Pratas da Casa de:
Voleibol, Futevôlei, Skate, Basquete
9h – Festival da Canção na Concha Acústica
9h30min – Brinquedos Infláveis da Fundesporte para crianças
16h – Abertura do Desfile com apresentações culturais:
“Meninas Cantoras de Porto Murtinho” e apresentação Acrobática “Dandys”
17h – Desfile das Escolas Municipais e Estaduais, Indústrias e Comércio e Entidades
Apresentação da Banda Municipal
18h – Feira Livre
19h30min – Entrega da Premiação no palco principal
Voleibol / Futevôlei / Skate / Basquete / Festival da Canção
21h – Show com A Banda de Ontem
22h – Show com Ângelo e Angel
23h30 – Show principal Luís Goiano & Fernando

28 de outubro – Quarta-feira
Local: Clube Benedito Coutinho

Festa para os Servidores Municipais*
10h – Recepção e Acolhida
10h30min – Apresentação do Palhaço Chalitto – 100Virtuose
11h – Almoço
11h30min – Show com Carlos & Alessandre
14h – Show com Gilson & Júnior
17h – Show com Los Celestiales

Oncojuris

Suspeitos de envolvimento em golpe de R$ 78 milhões em remédios contra câncer são soltos

Dois advogados, envolvidos no esquema que superfaturava venda de medicamentos contra a doença foram liberados pela Polícia Civil

28/04/2026 15h30

Operação foi deflagrada no dia 23 de abril e prendeu cinco suspeitos

Operação foi deflagrada no dia 23 de abril e prendeu cinco suspeitos FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Os cinco suspeitos de participar de um esquema de compras superfaturadas de medicamentos contra o câncer, que gerou “rombo” milionário aos cofres públicos de Mato Grosso do Sul foram liberados nesta terça-feira. 

Eles estavam detidos desde o dia 23 de abril e, após os cinco dias de prisão temporária, o pedido de prorrogação das prisões foi indeferido.

O pedido de prorrogação das detenções foi feito pelo  Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil de MS, com manifestação favorável do Ministério Público Estadual (MPMS) através do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc).

Ao todo, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e 5 mandados de prisão temporária em Campo Grande e Ribas do Rio Pardo, expedidos pelo Núcleo de Garantias do Poder Judiciário de Campo Grande.

Foram presos um advogado, dois farmacêuticos e dois ex-servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES) no âmbito da operação Oncojuris.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que a decisão da não prorrogação das prisões não significa que não existem indícios da prática criminosa ou invalidam as medidas tomadas anteriormente. 

"Limita-se à análise dos requisitos legais específicos para a manutenção da custódia cautelar naquele momento processual. Reafirmamos que as investigações prosseguem de forma regular e sigilosa, com o objetivo de elucidar integralmente os fatos, identificar a responsabilidade individual de todos os envolvidos e resguardar o interesse público, especialmente diante da gravidade das condutas investigadas, que envolvem  prejuízo ao erário e risco à saúde de pacientes". 

Suspeitos e o esquema

Os farmacêuticos envolvidos são Luiz Henrique Marino, o único preso em Ribas do Rio Pardo, e Reginaldo Pereira dos Santos, ambos donos das farmácias que entravam nos processos como fornecedoras dos medicamentos solicitados. Reginaldo também é sócio de uma empresa especializada em assessoria para compra de medicamentos importados.

Os dois ex-servidores envolvidos no esquema são Guilherme de Oliveira Neto e Altair Penha Malhada, que atuavam na área de assistência farmacêutica e eram responsáveis por fornecer informações privilegiadas dos orçamentos que seriam de acordo com os limites legais, ou seja, que estariam dentro do limite do PMVG.

O primeiro foi exonerado em junho de 2025 e, somente no mês que antecedeu sua saída, desembolsou mais de R$ 11 mil como funcionário público, função que desempenhou durante seis anos. Já o segundo foi demitido em agosto do ano passado depois de quase três anos e meio atuando na Pasta.

Por fim, o advogado preso é Victor Guilherme Lezo Rodrigues, que tinha a função de entrar no processo como representante das empresas, apresentando orçamentos que seriam do medicamento a um custo mais baixo, estando nos conformes do limite legal e passando despercebido pelo juiz responsável pelo caso, que acabava autorizando a aquisição.

Em suma, pequenas farmácias e empresas de assessoria, sem capacidade financeira ou estoque, acabavam ingressando nos processos como terceiros interessados, oferecendo medicamentos com preços muito inferiores ao Preço Máximo de Venda ao Governo (PMVG).

Após o repasse, grande parte dos recursos seria desviada sob a forma de “taxas de serviço” ou “assessoria”, chegando a porcentuais superiores a 70%, restando apenas uma pequena parcela para a aquisição efetiva dos medicamentos.

As investigações constataram que os remédios que chegavam às mãos dos pacientes não eram os mesmos determinados na judicialização, visto que eram importados de países asiáticos.

Além disso, esses medicamentos importados não tinham comercialização em território nacional autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em conversa com o Correio do Estado, a delegada responsável pelo Dracco, Ana Cláudia Medina, disse que o objetivo neste primeiro momento era desmontar o núcleo jurídico do esquema, justamente para evitar que a prática criminosa continue sendo feita e também resguardar os cofres públicos, que tiveram prejuízo estimado de R$ 78 milhões em 12 meses.

Ainda, segundo as investigações, pacientes podem ter morrido durante o período, mas não há confirmações que a principal causa tenha sido o medicamento. As investigações seguem de forma sigilosa. 

 

Colaborou Felipe Machado

Epidemia

Prefeitura confirma 8ª morte por chikungunya em Dourados; procura por vacina é baixa

Município registrou oitava morte nesta segunda-feira (28)

28/04/2026 15h00

Chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti (acima)

Chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti (acima) Foto: Pixabay

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A Prefeitura de Dourados confirmou nesta terça-feira (28) a 8ª morte por chikungunya no município, enquanto outras quatro seguem em investigação. Apesar do avanço da doença e do alto número de casos, a procura pela vacina no primeiro dia da campanha ficou abaixo do esperado pelas autoridades de saúde.

De acordo com o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), apenas 207 doses foram aplicadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nesta segunda-feira (27), primeiro dia de vacinação. Nas aldeias Bororó e Jaguapiru, áreas mais afetadas pela epidemia, somente 30 pessoas buscaram a imunização contra a arbovirose transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

A morte mais recente é de um homem indígena de 29 anos, morador da Aldeia Bororó, que apresentou os primeiros sintomas em 19 de abril e morreu no último dia 25 e estava no Hospital da Vida. Os casos em investigação envolvem um homem de 50 anos que estava internado na UPA. Também seguem sob análise as mortes de uma criança indígena de 12 anos e de um idoso de 84 anos.

O boletim epidemiológico mais recente aponta que Dourados registra 7.100 notificações da doença, com 5.187 casos prováveis e 2.554 confirmados. Há ainda 2.663 casos em investigação. Na Reserva Indígena, são 3.051 notificações, sendo 1.461 confirmações. As áreas indígenas concentram a maior parte dos óbitos, sete até o momento. 

Apesar da queda recente no número de internações (de 42 para 33 pacientes), a taxa de positividade da doença segue elevada. Os pacientes estão distribuídos entre hospitais públicos e privados da cidade, incluindo o Hospital Universitário, Hospital da Vida e unidades regionais.

Vacinação

Iniciada nesta semana, a campanha de vacinação integra um plano emergencial para conter o avanço da chikungunya. A meta é imunizar pelo menos 27% da população-alvo, pessoas com idade entre 18 a 59 anos, o equivalente a cerca de 43 mil moradores. O imunizante foi desenvolvido pela farmacêutica Valneva em parceria com o Instituto Butantan e aprovado pela Anvisa em 2025.

Gestantes, lactantes, imunossuprimidos, pacientes em tratamento contra o câncer, transplantados e pessoas com doenças autoimunes não podem vacinar-se. Também estão temporariamente impedidos aqueles com febre ou que tiveram chikungunya recentemente.

Cabe destacar que o município decretou estado de calamidade pública em saúde por 90 dias, considerando o risco de sobrecarga na rede de atendimento. Além da vacinação, a prefeitura reforça medidas preventivas, como eliminação de água parada e descarte correto de lixo, para conter a proliferação do mosquito transmissor.

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