Cidades

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Nove milhões de brasileiros ainda não conhecem Dilma

Nove milhões de brasileiros ainda não conhecem Dilma

Redação

25/04/2010 - 15h35
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A maratona de viagens e o "banho de mídia" a que a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, se submeteu nos últimos dois meses não ajudaram a reduzir o grau de desconhecimento sobre ela em parte significativa da população. Desde fevereiro, a parcela que afirma "conhecer bem" a petista passou de 13% para 14%, e a que diz conhecê-la "mais ou menos" se estabilizou em 33%, de acordo com duas pesquisa do instituto Ibope feitas no intervalo de 60 dias. Outros 7% - o equivalente a 9,2 milhões de brasileiros - nunca ouviram falar na ex-ministra-chefe da Casa Civil, que nunca concorreu a cargos eletivos.

Os números referentes ao tucano José Serra também não tiveram variação significativa, mas, para o tucano, que já disputou oito eleições, a desinformação do eleitorado não é um entrave: cerca de 70% dizem conhecê-lo "bem" ou "mais ou menos".

Em termos geográficos, o principal bolsão de desconhecimento sobre Dilma é o Nordeste, onde 11% da população nada sabe a seu respeito. Apenas 8% dos nordestinos afirmam conhecê-la bem. Paradoxalmente, a região é a única em que a petista está à frente de Serra. Tanto no Nordeste como nas demais regiões, a desinformação a respeito de Dilma é maior entre os eleitores mais pobres. Como é esse contingente o que mais aprova o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o PT aposta na associação entre a imagem do presidente e a da pré-candidata para alavancá-la.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

JOGO POLÍTICO

Trad critica rejeição para ministro do Supremo com parábola dos 'Messias da morte e da vida'

Pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Fábio viu o próprio irmão votar contra indicação

30/04/2026 09h29

Segundo o ex-deputado federal, nada disso foi surpresa e nunca é, pois, de acordo com o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul,

Segundo o ex-deputado federal, nada disso foi surpresa e nunca é, pois, de acordo com o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, "quem tem o poder sempre preferiu o Messias da Morte".  Arquivo/Correio do Estado/Marcelo Victor

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Pré-candidato a governador por Mato Grosso do Sul, o ex-deputado federal Fábio Trad acompanhou e teceu críticas após a rejeição da mais recente indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tecendo comparativo em uma parábola sobre os "Messias da morte e da vida". 

Com o STF criado em 1890, após ser proclamada a República do Brasil, Jorge Rodrigo Araújo Messias dependia do voto favorável de pelo menos 41 senadores, sendo essa a primeira rejeição em 132 anos de história. 

"Dois mil anos depois, nada mudou. Senado brasileiro com dois Messias à sua frente. Um riu de 700 mil mortos; jogou vacina fora; planejou e assinou papel de golpe; abraçou fuzil; atacou urna, traiu a Constituição. O outro Messias estudou a vida inteira, passou em concurso, construiu com mérito, é um evangélico de fé, não de marketing eleitoral, limpo de ficha, limpo de alma", cita Fábio Trad em vídeo compartilhado em suas redes sociais.

Antes desse veto a uma indicação presidencial para um ocupante ao cargo de ministro do Supremo, as últimas rejeições haviam sido registradas ainda no governo do marechal Floriano Peixoto, todas presenciadas em 1894, quatro anos após a criação do STF. 

Antes de ir ao plenário, Messias passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa obrigatória no processo de escolha de ministros do STF, em uma com cerca de oito horas marcada por questionamentos técnicos e políticos.

Ao final, o indicado recebeu 16 votos favoráveis e 11 contrários, resultado que já indicava um cenário de divisão no Senado.

Messias da morte e Messias da vida

Sendo que essa rejeição aconteceu durante votação secreta no plenário, com placar de 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção, Para Fábio Trad a maioria dos parlamentares do Senado Federal fez exatamente "o que a multidão fez há dois mil anos". 

"Quis soltar Barrabás, o messias da morte, e crucificou o justo, o messias da vida, que estudou, que não faz propaganda da sua fé e que é um democrata", complementou. 

Com três parlamentares sul-mato-grossenses no Senado Federal, a maioria de MS votou contra o nome de Messias ao cargo de ministro do Supremo, o que inclui a rejeição do próprio irmão de Fábio, Nelsinho Trad, além do voto declarado contrário também de Tereza Cristina. 

Segundo o ex-deputado federal, nada disso foi surpresa e nunca é, pois, de acordo com o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, "quem tem o poder sempre preferiu o Messias da Morte". 

"A diferença é que desta vez a história está sendo gravada e a falta de vergonha na cara da maioria do Senado também está sendo gravada. Nome por nome, voto por voto, porque em outubro não será Pilatos lavando as mãos, será o povo lavando a alma", conclui.

Durante sua vinda a Mato Grosso do Sul, para a 15ª Reunião da Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), Lula chegou a reunir-se, ainda no Aeroporto Internacional de Campo Grande, com lideranças do partido para dar o aval às pré-candidaturas da sigla nas majoritárias.

Com isso, a partir de agora, o PT só precisa oficializar nas convenções da legenda os seguintes nomes: do ex-deputado federal Fábio Trad para governador, da ex-primeira-dama do Estado, Dona Gilda, para vice-governadora, do deputado federal Vander Loubet para senador da República e da senadora da República Soraya Thronicke, que está no Podemos, mas vai se filiar ao PSB, para a reeleição no pleito de outubro.

 

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DOCUMENTO OFICIAL

MS abre 2,5 mil vagas para emissão do novo RG

São mil vagas para Campo Grande e 1,5 mil no interior

30/04/2026 09h15

Novo RG

Novo RG DIVULGAÇÃO

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Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS), abriu, nesta quinta-feira (30), 2,5 mil vagas/dia para agendamento e emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), o novo RG.

Das 2,5 mil vagas/dia, 1 mil são para Campo Grande e 1,5 mil para o interior, em uma rede de 93 postos de identificação distribuídos pelos 79 municípios.

A primeira via é gratuita e a segunda é paga, com taxa de R$ 50.

Mato Grosso do Sul já emitiu 741 mil CINs desde janeiro de 2024, o que representa 25,55% da população de MS.

COMO AGENDAR?

O agendamento pode ser feito através do site da Sejusp-MS. Confira o passo a passo:

  • Acesse o site http://servicos.sejusp.ms.gov.br;
  • Clique em 1ª ou 2º emissão do RG;
  • Selecione um posto de atendimento mais perto de sua residência;
  • Escolha o melhor dia e horário;
  • Preencha os campos obrigatórios;
  • Digite os caracteres de segurança;
  • Confira se o protocolo com o agendamento chegou no e-mail cadastrado.

DOCUMENTOS - É necessário ter em mãos, na data marcada, os seguintes documentos obrigatórios:

  • CPF;
  • Certidão de Casamento/Divórcio ou Certidão de Nascimento;
  •  documentos opcionais são: Certidão de Naturalização, NIS, PIS, PASEP, tipagem sanguínea, título de eleitor e outros.

NOVO RG

A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) é um documento seguro e confiável, disponível em formato físico ou digital, inclusive no aplicativo Gov.br. Ele possui um número único nacional (CPF).

Possui QR Code para verificação de autenticidade e traz a zona de leitura mecânica (MRZ), padrão internacional usado em passaportes.

A primeira via é gratuita e a segunda é paga, com taxa de R$ 50. O modelo antigo de RG continua válido até 2032, sem necessidade de substituição imediata.

O Decreto nº 10.977/22 estabelece que a CIN deve ser adotada como documento de identificação em todos os estados e no Distrito Federal, utilizando o número do CPF como registro geral.

O novo RG está sendo implementada em todo o país, substituindo o antigo RG. A emissão começou em 26 de julho de 2022. 

O prazo de validade da Carteira de Identificação Nacional (CIN) varia conforme faixa etária, sendo:

  • De 0 a 12 anos - validade por 5 anos;
  • De 12 a 60 - a validade por 10 anos;
  • A partir de 60 anos - a validade por tempo indeterminado.

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