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"O pós-pandemia não trouxe um alívio no trânsito, na realidade, ele trouxe piora"

Atual diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade disse em entrevista ao Correio do Estado que, após o período de reclusão maior, por conta da pandemia, o número de acidentes cresceu

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Em um ano com muitas novidades para o trânsito de uma forma geral, com mudanças na legislação e a volta à normalidade após um período mais recluso, por conta da pandemia de Covid-19, o atual diretor do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS), Rudel Trindade, falou um pouco sobre cada tema.

Para Trindade, entre as mudanças na legislação de trânsito que passaram a vigorar a partir deste ano, a que mais impactou o trabalho do órgão foi a alteração em relação ao tempo de renovação da carteira de habilitação.

Segundo ele, o aumento do período possibilitou que as agências do Detran-MS tivessem mais qualidade no atendimento, uma vez que a quantidade de serviço teria diminuído.

Outro ponto importante abordado pelo diretor-presidente foram os acidentes. De acordo com ele, após passar o momento de reclusão por conta da pandemia de Covid-19, o número de acidentes aumentou consideravelmente em relação a períodos anteriores.

“O pós-pandemia não trouxe um alívio ao setor do trânsito. Na realidade, ele trouxe uma piora, e nós estamos atentos a isso, principalmente nos assusta a questão de dirigir alcoolizado. É absurda a quantidade de pessoas que nós apreendemos”, declarou Trindade.

 
Com as mudanças na legislação de trânsito, qual foi o maior impacto para o Detran-MS?

Eu acho o seguinte, o trânsito está sempre em alteração, em movimento. A legislação está sempre mudando, porque é algo muito complexo, com várias áreas. Envolve desde o motorista profissional, o motociclista.

Então, você tem toda uma estrutura que está sempre mudando, e são importantes essas mudanças, elas afetam todo mundo. 

Para você ter ideia, nós temos no Estado 1,7 milhão de veículos registrados e 1,3 milhão de condutores habilitados. É um universo enorme e qualquer medida traz uma certa alteração. 

O que mudou muito, e eu acho que para melhor, mas na ocasião muita gente reclamou, foi em relação ao tempo de renovação da CNH. Aquilo lá deu um impacto positivo muito grande, porque desburocratizou.

Facilitou para o cidadão, que não precisa ficar fazendo a sua renovação em períodos curtos, e diminuiu também a demanda em cima dos órgãos.

Você tem menos gente para atender, então pode atender com mais conforto, com mais eficiência. Eu acho que esta foi a principal alteração deste ano, a mudança no período da habilitação.
 
Neste ano, o governo do Estado criou o programa CNH Social. Como foi a seleção das pessoas e quantas CNHs já foram emitidas?

Estava exatamente conversando sobre isso. É um programa importante, é o primeiro nosso, alguns estados já estão mais avançados. Nós tivemos alguns percalços neste ano em relação à falha da comunicação na hora de chamar o cidadão. 

Em um primeiro momento, nós tivemos muito pouca procura. Quando nós chamamos para apresentar os documentos para começar o processo, pouca gente apareceu, isso nos assustou muito. No primeiro momento, 10% dos convocados apareceram. 

Então, nós renovamos o chamamento e começou a normalizar. Hoje em dia, eu acho que está todo mundo bem-avisado, todo mundo comparecendo. Temos feito mutirões aos sábados para atender o pessoal para dar início ao processo.

Na verdade, a CNH Social é um processo normal de habilitação. A pessoa faz todos os exames, passa pelo médico, faz o teste psicológico, o teórico e o prático. A diferença é que o governo está custeando isso. O governo do Estado investiu R$ 15 milhões nesse projeto. 

Muita gente já está fazendo as aulas e estamos monitorando esse processo. Consideramos que, entre os dias 28 ou 29 de dezembro, vamos entregar o primeiro. 

A partir de então, começa uma sequência grande, para várias pessoas, porque é o Estado inteiro, não é só Campo Grande. Nós temos poucos ajustes para fazer para o próximo de CNH Social, mas vamos ter de aprender ainda, isso foi um tempo de aprendizado. 

Existe uma demanda reprimida enorme de habilitação, que atualmente é um documento para o cidadão trabalhar, e esse foi o propósito do governo, facilitar o acesso.

Há, por exemplo, essas empresas de celulose no Estado, que estão contratando muitos caminhoneiros. Essas pessoas precisam ser habilitadas e o governo do Estado precisa reduzir os custos para elas, e é o que ele está fazendo. Este é o propósito do CNH Social.

E já tem projeto para a continuação do programa?

Nós, este ano, comentamos a respeito. O governo que vem vai analisar, mas a gente acha que seria muito interessante ter dois CNH Social, dois projetos diferentes.

Um CNH Social só para motociclistas, porque existe uma demanda gigantesca e são pessoas que precisam do seu equipamento para trabalhar. Então, fazer o normal – de carro, caminhão – e um para motociclistas, pois a demanda é altíssima.

O que a gente nota é que grande parte dos acidentes ocorre com motociclistas não habilitados. O motociclista habilitado tem um outro tipo de comportamento, outro tipo de treinamento, e isso vai ajudar muito também, não só na capacitação para emprego, mas na questão da redução dos acidentes. 

A gente que está formatando [a ideia], deixando formatado, e o próximo governo deve analisar essa questão com todo carinho. Certamente ele deve implementar.

Um dos maiores problemas do Detran sempre foi os carros apreendidos que lotavam os pátios, principalmente na região de fronteira. Conseguiu resolver essa situação? Como?

Há dois anos nós tínhamos uma estimativa de que, entre carros, motos, etc., havia 50 mil veículos apreendidos em todo o Estado. Número extremamente alto, causando um desconforto gigantesco para todos.

O nosso cliente que vai na agência – agência lotada –, então, [com os pátios lotados] isso pode causar doença, dengue, é uma coisa muito ruim, muito ruim mesmo.

Fora o prejuízo, porque você está com aquele veículo no pátio, deteriorando, quando você for leiloar, recebe um valor muito menor, por conta da deterioração do tempo.

Nós conseguimos, nesses dois últimos anos, leiloar aproximadamente 20 mil veículos. Eu estive na semana passada em Ponta Porã, nós fomos reinaugurar a agência que foi reformada. E a agência de Ponta Porã era impraticável você entrar, [por causa da] quantidade de motos apreendidas.

Eu me lembro que, na primeira vez que eu fui lá, só de motos paraguaias, havia 1.400. Aquele pátio era lotado de motos.

A legislação depende da situação, por exemplo, motos paraguaias obrigam você a leiloar como sucata, independentemente do estado da moto, porque elas não têm documentação, e nós fizemos muito isso.

Eu fui, na semana passada, até Ponta Porã, e o pátio está com poucas motos, pouquíssimos carros. Isso tem acontecido em todo o Estado.

O que ainda nos dificulta é [a falta de] um regramento nacional para que você pudesse, por exemplo, ter agilidade com aqueles veículos apreendidos pela Justiça, que são os famosos veículos com Renajud [Restrições Judiciais Sobre Veículos Automotores].

Então, a gente ainda enfrenta determinada burocracia, existe um trabalho de avanço nesse setor e, assim que essa área avançar, vai ser muito melhor, a gente vai ter realmente uma agilidade maior.
 
Durante e depois da pandemia, muitas pessoas mudaram alguns comportamentos. No trânsito, essa maior conscientização também ocorreu? Houve redução no número de multas ou não?

Ele piorou [o trânsito]. Peguei uma estatística esta semana na Folha de São Paulo, no Estadão: 70% dos leitos de traumatologia da cidade de São Paulo são ocupados por motoristas de aplicativo e motociclistas de entrega, então, piorou. Porque, na realidade, o volume de trânsito foi retomado muito rapidamente.

Da mesma forma, a economia se aqueceu muito rápido, você viu aqui em Mato Grosso do Sul. Então, quando voltou da pandemia, ela [economia] voltou com muito mais vigor. E a gente estava também conversando sobre isso, dizendo que a gente está sentindo um pouco mais de desrespeito à legislação.

Eu acho que alguma coisa aconteceu que as pessoas estão mais destemidas.

Como se acostumaram muito com as entregas na pandemia, esse setor continuou com toda força e não se vê mais um motorista de aplicativo respeitar a sinalização de trânsito, e isso acaba ocasionando muitos acidentes, acidentes sérios, o que acaba lotando os nossos hospitais e gerando uma quantidade de mortes absurda.

Então, o pós-pandemia não trouxe um alívio ao setor do trânsito. Na realidade, ele trouxe uma piora, e nós estamos atentos a isso, principalmente nos assusta a questão de dirigir alcoolizado. É absurda a quantidade de pessoas que nós apreendemos.

Todo mundo sabe que não pode, todo mundo tem ciência disso, mas ninguém tem respeitado. É uma multa caríssima, um ano de suspensão da CNH, mas essa infração ainda existe e com um volume muito mais alto do que o normal.

E a gente vai ter de trabalhar bastante nesse sentido, com fortes campanhas publicitárias para reduzir [esses casos] e aumento da fiscalização, para tentar diminuir esse volume, porque acaba impactando muito a área de saúde.

O governo de Reinaldo Azambuja termina no dia 31. Já há definição se você permanece no comando do Detran-MS na próxima gestão?

Tive uma reunião com o governador Reinaldo Azambuja esta semana, e ele falou principalmente da satisfação pelo desempenho que nós tivemos: o Detran-MS teve um avanço enorme nesses últimos tempos, mas é um novo governo, um governo que tem de estar oxigenado, com novas cabeças, e eu acho que o novo governo tem uma série de técnicos excelentes à sua escolha e só quero desejar para o governador eleito sucesso, missão cumprida aqui.

O governador Reinaldo entrega o Detran-MS hoje como um dos primeiros do País, com certeza, o primeiro do País em investimento, nós reformamos agências no interior e avançamos muito no atendimento.

Estamos hoje reformando toda a nossa sede, reformando a agência do Shopping Campo Grande e inúmeras agências do interior, para trazer qualidade ao nosso atendimento, atacando em todas as áreas.

Então, fizemos um bom governo, mas eu acho que na verdade sempre é hora de uma oxigenação e de desejar ao governador eleito muito sucesso.

Perfil: Rudel Trindade Júnior - Engenheiro civil com ênfase em Engenharia de Transportes pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui doutorado em Engenharia de Transportes pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da UFRJ (Coppe).

Já foi diretor-presidente da Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul (MSGás), ex-diretor-presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos de Campo Grande (Agereg) e ex-diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

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Tragédia em Kitnet

Homem é encontrado morto e carbonizado após incêndio em kitnet em MS

Bombeiros encontraram a vítima no interior do imóvel após enfrentarem dificuldades para entrar; objetos bloqueavam a porta pelo lado de dentro.

24/08/2026 20h09

Equipes atuam no local onde homem foi encontrado morto e com sinais de carbonização após incêndio em kitnet.

Equipes atuam no local onde homem foi encontrado morto e com sinais de carbonização após incêndio em kitnet. Foto: Corpo de Bombeiros.

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Um homem foi encontrado morto e com sinais de carbonização após um incêndio atingir, na tarde desta segunda-feira (24), uma kitnet no Bairro Santa Terezinha, região sul de Três Lagoas. O caso mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. As circunstâncias do incêndio e da morte serão investigadas pela Polícia Civil.

As primeiras informações apontam que uma moradora chegou ao local e percebeu indícios de que uma das kitnets estava em chamas. Diante da situação, o 5º Grupamento de Bombeiros Militar foi acionado para combater o fogo.

A Polícia Militar também foi chamada e enviou uma equipe ao endereço para acompanhar a ocorrência e prestar apoio ao trabalho dos bombeiros.

Porta estava bloqueada por dentro

Ao chegarem ao imóvel, os militares encontraram um obstáculo para acessar a residência. Objetos haviam sido colocados atrás da porta pelo lado de dentro, formando uma espécie de barricada e dificultando a abertura da entrada.

Depois de conseguirem romper o bloqueio e entrar na kitnet, os bombeiros encontraram um homem já sem vida. O corpo apresentava sinais de carbonização.

Equipes atuam no local onde homem foi encontrado morto e com sinais de carbonização após incêndio em kitnet.Porta da kitnet ficou danificada durante o atendimento à ocorrência; objetos colocados pelo lado de dentro dificultaram a entrada dos bombeiros. Foto: Corpo de Bombeiros.

O incêndio provocou danos severos no interior do imóvel. Após controlar e extinguir as chamas, a equipe realizou os procedimentos de segurança e preservação da área para permitir os trabalhos das autoridades responsáveis pela investigação.

Equipes atuam no local onde homem foi encontrado morto e com sinais de carbonização após incêndio em kitnet.Fachada da kitnet atingida pelo incêndio que terminou com um homem encontrado morto no interior do imóvel. Foto: Corpo de Bombeiros.

A existência da barricada é uma das circunstâncias que deverá ser esclarecida durante a apuração. Até o momento, as informações disponíveis não permitem determinar por que os objetos estavam posicionados atrás da porta nem estabelecer qualquer relação entre o bloqueio, o incêndio e a morte.

Documento é encontrado no imóvel

Durante o atendimento da ocorrência, foi localizado dentro da kitnet um documento em nome de Luciano Cristiano dos Santos. Apesar disso, a identidade do homem encontrado morto ainda depende de confirmação oficial pelas autoridades competentes. A vítima aparentava ter cerca de 50 anos.

Segundo relatos de testemunhas, o morador da kitnet trabalhava em uma vidraçaria situada nas proximidades da residência.

A Polícia Civil foi acionada e deverá investigar tanto as circunstâncias da morte quanto a origem do incêndio. A perícia também deverá auxiliar na reconstrução do que aconteceu dentro do imóvel.

Até o momento, não há confirmação sobre o ponto de início nem sobre a causa das chamas. Também não foi esclarecido se o homem morreu em consequência direta do incêndio ou se havia outra circunstância relacionada à morte. Essas respostas dependerão dos exames periciais e do avanço da investigação.

Alerta de Tempestade

Campo Grande entra em alerta para tempestade e ventos fortes nesta terça

Aviso do Inmet começa às 23h desta terça-feira (25) e prevê chuva intensa, rajadas de vento e risco de alagamentos e descargas elétricas na Capital.

24/08/2026 18h09

Tempo fechado em Campo Grande em imagem de arquivo; Capital tem alerta para tempestade entre terça (25) e quarta-feira (26).

Tempo fechado em Campo Grande em imagem de arquivo; Capital tem alerta para tempestade entre terça (25) e quarta-feira (26). Foto: Arquivo Correio do Estado

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Depois de dias marcados pelo tempo seco, Campo Grande volta a ficar sob alerta para tempestades. A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil emitiu nesta segunda-feira (24) um novo comunicado para a possibilidade de chuva forte e ventos intensos na Capital entre a noite de terça-feira (25) e quarta-feira (26).

O aviso amarelo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) começa às 23h desta terça e permanece válido até as 22h59 de quarta-feira.

Durante o período, há possibilidade de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros ao longo de um único dia, além de ventos intensos.

Apesar de o nível amarelo representar perigo potencial, o alerta aponta risco de ocorrências como interrupção no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

A mudança ocorre depois de um período de calor e baixa umidade e está relacionada ao avanço de instabilidades sobre Mato Grosso do Sul.

Segundo previsão divulgada pelo Inmet nesta segunda-feira (24), a formação de uma área de baixa pressão, associada à passagem de um cavado, uma faixa alongada de baixa pressão atmosférica que favorece a formação de nuvens carregadas e aumenta a instabilidade, deve alterar as condições do tempo no Centro-Oeste.

O fenômeno cria um ambiente favorável à ocorrência de pancadas de chuva, rajadas de vento e trovoadas.

Instabilidade avança sobre MS

A mudança deve começar a ser percebida ao longo de terça-feira. O Inmet prevê que o sistema favoreça a formação de áreas de instabilidade principalmente sobre o centro-sul de Mato Grosso do Sul, com possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas. As condições devem permanecer durante a quarta-feira.

Além da chuva, a combinação entre a queda da pressão atmosférica e a intensificação das correntes de vento em níveis mais altos da atmosfera cria condições para episódios de tempo severo.

O Inmet aponta possibilidade de tempestades e eventual ocorrência de granizo nas áreas atingidas pelo sistema entre terça e quarta-feira.

A previsão representa uma mudança significativa em relação ao cenário registrado nos últimos dias no Centro-Oeste, quando o calor e a baixa umidade predominaram.

A tendência, porém, é que a instabilidade seja passageira: a partir de sexta-feira (28), o Inmet prevê o retorno do tempo seco e estável à região, condição que deve permanecer até o fim da semana. 

Temperaturas

Em Campo Grande, a terça-feira (25) terá temperatura mínima de 18°C e máxima de 31°C. Na quarta-feira (26), os termômetros devem variar entre 19°C e 30°C.

Já na quinta-feira (27), apesar da instabilidade prevista nos dias anteriores, o calor volta a ganhar força, com mínima de 19°C e máxima de 35°C.

Cuidados durante a tempestade

Em caso de temporal, a orientação é evitar áreas abertas e locais próximos a árvores, postes e estruturas que possam ser atingidas pelas rajadas de vento. Objetos soltos em quintais e varandas também devem ser recolhidos diante da possibilidade de ventos fortes.

Moradores que enfrentarem ocorrências relacionadas ao temporal podem acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou solicitar serviços municipais pelo 156.

Em situações envolvendo risco elétrico, como árvores ou galhos sobre a rede de energia, a orientação é procurar o Corpo de Bombeiros pelo 193.
 

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