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Ofertas para americana que está leiloando a própria virgindade chegam a quase R$ 2 milhões

Ofertas para americana que está leiloando a própria virgindade chegam a quase R$ 2 milhões

r7

07/05/2014 - 05h00
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As ofertas para uma americana que está leiloando a própria virgindade chegaram aos 800 mil dólares, ou  R$ 1, 7 milhão. Ela, que se descreve como uma estudante de medicina de 27 anos, loira e esbelta, utiliza o pseudônimo de Elizabeth Raine.

Segundo o site americano Daily News, a mulher revelou recentemente seu rosto em seu site oficial, mas o nome verdadeiro continua sendo um mistério. Anteriormente, aqueles que desejassem fazer ofertas e arrematar a virgindade da moça só tinham acesso a fotos de seu corpo, nas quais o rosto estava coberto.

As ofertas terminam nesta quarta-feira (7), às 20h de Nova York. Dessa forma, é possível que o valor final seja ainda mais alto.

A mulher possui cabelos loiros e olhos azuis, 1,78 m de altura e 59 kg, e pede para ser chamada de Liz. Ela oferece ao pretendente desconhecido um encontro sensual de 12 horas.

Com o prazo para as ofertas se esgotando, ela adicionou em seu site pessoal, além de novas fotos, alguns detalhes sobre si mesma. Ela apresenta aos interessados suas notas em biologia e engenharia, seus planos para adquirir diplomas de M.D. e Ph.D., e dados de sua vida, como o fato de ter crescido na Arábia Saudita e ter perdido a mãe aos dez anos, morta em um acidente de avião.

Em seu blog, ela escreveu: “Não, eu não sou socialmente estranha ou sem sentimentos, eu não sou gay (ainda que às vezes eu pense que isso é uma pena), e eu não quero me casar. Eu sou apenas exclusivamente eu!”.

Ela diz em seu site que quer proteger sua identidade verdadeira, que será revelada apenas ao vencedor do leilão, para que isso não afete sua vida profissional. Além disso, a moça afirma que pode provar sua virgindade por um exame físico imparcial e/ou por um teste de polígrafo (também conhecido por “detector de mentiras”).

Além disso, explica que seu ato parece correto para ela e pede que não seja julgada por céticos. E uma das razões que a levaram a leiloar a própria virgindade é o benefício financeiro.

Liz Raine diz que nunca julgou ninguém por suas atividades sexuais, exceto pedófilos e estupradores, e que entende as visões de que a prostituição é moralmente errada e deveria ser ilegal. Porém, tais pessoas não deveriam impor isso a ela.

Para a moça, a perda da virgindade é uma experiência física banal e que, idealmente, a virgindade não deveria ser orçada, embora uma mulher possa ter o direito de colocar o valor que quiser em sua virgindade. Por outro lado, meninas jovens não deveriam leiloar sua virgindade.

“Acredito que meninas jovens não têm que se meter em assuntos de vender a própria virgindade. Há alguns anos, eu mesma não estaria preparada para esta experiência. Creio que minha idade mais madura, minha educação superior e minha independência financeira são pontos cruciais para que o leilão de minha virgindade seja ok, fora o fato de que a minha virgindade é muito rara. Então, meninas, por favor: esperem uma década para tomar a decisão, ou não façam isto.”

Os detalhes do leilão são conhecidos: 35% do valor da oferta será doado a instituições de caridade que educam mulheres em países em desenvolvimento. Além disso, Liz Raine pode vetar ofertas e não necessariamente irá premiar a maior com sua virgindade se estiver preocupada com a própria segurança.

Violência na Capital

Homem é morto a tiros dentro de piscina durante festa em Campo Grande

Dois homens em uma motocicleta invadiram espaço de eventos no Jardim Tarumã e abriram fogo contra as vítimas; outra pessoa foi baleada e socorrida pelo Samu.

08/10/2026 19h03

Imagens de câmera de segurança mostram a área da piscina onde um homem foi morto a tiros durante uma confraternização no Jardim Tarumã, em Campo Grande, nesta quinta-feira (8).

Imagens de câmera de segurança mostram a área da piscina onde um homem foi morto a tiros durante uma confraternização no Jardim Tarumã, em Campo Grande, nesta quinta-feira (8). Foto: Reprodução/Câmera de segurança do local.

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Uma festa terminou com um homem morto e outro ferido a tiros na tarde desta quinta-feira (8), no Jardim Tarumã, em Campo Grande. O crime aconteceu por volta das 16h, em um imóvel alugado para uma confraternização.

Dois homens chegaram de motocicleta, entraram no local e começaram a atirar contra as vítimas. Um dos participantes estava dentro da piscina quando foi baleado e morreu no local.

A vítima fatal, que ainda não teve a identidade divulgada, estava na piscina quando foi baleada. Apesar da gravidade da ocorrência, não foram informados, até o momento, quantos disparos atingiram o homem nem se ele era o principal alvo dos criminosos.

Outra pessoa que participava da confraternização também foi atingida pelos tiros. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para prestar socorro e encaminharam a vítima à Santa Casa de Campo Grande. O estado de saúde da pessoa ferida não foi informado.

Policiais são mobilizados após ataque

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, incluindo agentes do Batalhão de Choque, além de integrantes do Grupo de Operações e Investigações (GOI) da Polícia Civil.

Os policiais estiveram no imóvel onde aconteceu o ataque para realizar os primeiros levantamentos sobre as circunstâncias do crime.

Uma equipe funerária também foi acionada para realizar a remoção do corpo da vítima fatal.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a identificação dos dois homens que chegaram ao estabelecimento na motocicleta.

Polícia investiga motivação do crime

A Polícia Civil ficou responsável pela investigação do homicídio e das circunstâncias em que a segunda vítima foi baleada.

Entre os pontos que ainda precisam ser esclarecidos estão a motivação dos disparos, a identidade dos envolvidos e a possível relação entre os autores e as vítimas.

Também não foi informado se os suspeitos conheciam as pessoas que participavam da confraternização ou se o ataque foi direcionado a um dos presentes.

Até a divulgação das primeiras informações, não havia confirmação de prisões relacionadas ao caso. As circunstâncias do crime seguem sob investigação.

 

justiça

Homem que matou cadela envenenada é condenado a pagar R$ 15 mil aos tutores

Carne com veneno foi arremessada pelo homem no quintal vizinho, causando a morte do animal, em 2022

08/10/2026 18h44

Cadela Pantera foi morta por envenenamento em 2022

Cadela Pantera foi morta por envenenamento em 2022 Foto: Arquivo pessoal

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Um homem foi condenado a pagar R$ 15 mil de indenização por ter envenenado e matado uma cadela sem raça definida, em Amambai. O caso aconteceu em 2022 e a sentença foi divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

A decisão é do juiz Ricardo Adelino Suaid, da 2ª Vara da comarca de Amambai, que também determinou o ressarcimento de R$ 250 referentes a despesas veterinárias.

Conforme os autos do processo, no dia 16 outubro de 2022, o homem, que morava na casa ao lado de onde a cadela era criada, arremessou pedaços de carne envenenados pelo portão da residência dos vizinhos.

Um dos moradores da casa viu o momento em que o acusado jogou o alimento e correu para tentar evitar que a cadela comesse, mas não conseguiu impedi-la a tempo.

Após aproximadamente duas horas da ingestão da carne, a cachorra começou a apresentar sintomas de envenenamento e foi encaminhada ao médico veterinário.

Segundo consta no processo, Pantera apresentava sialorreia, ataxia, tremores e arritmia, bem como, após os primeiros atendimentos, apresentou convulsões, cianose, frequência cardíaca diminuída e baixa saturação.

A cadela morreu depois de cerca de 20 horas internada, com o atestado de óbito apontando a causa da morte como envenenamento.

O tutor da cadela registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil e também entrou com processo pedindo indenização e alegando que Pantera tinha cerca de 9 meses e servia de apoio emocional para sua tia-avó, que tinha idade avançada.

Na esfera criminal, o homem foi condenado pelo crime de maus-tratos a animais e a condenação foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. O processo criminal transitou em julgado em setembro de 2026.

Na ação de indenização, em depoimento, o acusado negou a prática criminosa, dizendo que não arremessou nenhum objeto ou alimento para o animal no dia dos fatos.

O juiz destacou que, diante da decisão definitiva na esfera criminal, não era mais possível discutir a existência do fato ou a autoria. A prova produzida no processo cível também confirmou o envenenamento.

A médica veterinária que atendeu a cachorra relatou que o animal chegou à clínica em estado de emergência, com salivação excessiva, tremores, convulsões, arritmia, hipertermia, cianose e baixa saturação. Segundo a profissional, o quadro era característico de intoxicação e a morte decorreu de envenenamento.

Ao analisar os danos morais, o magistrado considerou que a cadela fazia parte da rotina familiar e que havia vínculo afetivo concreto entre o animal e os autores.

Ele também levou em consideração o sofrimento provocado ao animal antes da morte, reconhecido no processo criminal, que apontou que o envenenamento ocorreu de forma cruel, causando tremores, convulsões, hemorragias e dor intensa.

Desta forma, o juiz fixou indenização de R$ 5 mil para cada um dos três tutores, totalizando R$ 15 mil por danos morais. O réu também deverá ressarcir R$ 250 em despesas com atendimento veterinário.

Também havia sido pedido para que o condenado custeasse campanhas educativas, doasse ração ou medicamentos a entidades de proteção animal ou apoiasse projetos de adoção, mas foi rejeitado pela Justiça.

Segundo a sentença, a ação tinha caráter individual e a responsabilidade civil não poderia ser convertida em obrigação de realizar prestações em favor de terceiros. Além disso, a questão preventiva já havia sido considerada na esfera criminal, que impôs ao réu a proibição de manter animais.

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