Cidades

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OMS decreta fim da pandemia de gripe suína, mas mantém alerta

OMS decreta fim da pandemia de gripe suína, mas mantém alerta

Redação

10/08/2010 - 14h15
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou hoje (10) o fim do alerta de pandemia de influenza A (H1N1) ? gripe suína. Os especialistas advertiram que o mundo entra agora na fase de pós-pandemia. A mudança de status foi causada por uma série de análises sobre riscos de contaminação feitas em vários países. A advertência é que o vírus Influenza H1N1 assume o comportamento da gripe sazonal e que não foi extinto.

No entanto, o fim do alerta de pandemia não deve levar à suspensão das atividades de vigilância e combate ao vírus, afirmam especialistas. Experiências anteriores indicam que é esperado que o Influenza H1N1 continue a circular como um vírus sazonal. Os grupos de risco incluem crianças, mulheres grávidas e pessoas com problemas respiratórios ou com doenças crônicas ? como asma e diabetes.

Em entrevista coletiva concedida hoje, a diretora-geral da OMS, Margareth Chan, alertou que as pandemias têm características próprias, como a imprevisibilidade. "Como eu disse, as pandemias são imprevisíveis e propensas a oferecer surpresas. Não há duas pandemias iguais. Essa pandemia acabou sendo mais afortunada em relação ao que se temia há um ano", disse ela

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Segundo Chan, a sorte contribuiu com a saúde mundial. "Desta vez fomos ajudados por pura sorte. O vírus não se transformou, durante a pandemia, em uma forma mais letal. A resistência generalizada ao oseltamivir [substância antiviral para o tratamento da nova gripe] não se desenvolveu. A vacina demonstrou ser uma boa forma de combate ao vírus circulante e mostrou ser um excelente perfil de segurança", disse ela.

De acordo com a diretora-geral, a comunidade internacional contribuiu positivamente para evitar o agravamento da pandemia. "Graças à extensa preparação e apoio da comunidade internacional, mesmo em países com sistemas de saúde muito frágeis, foi possível detectar os casos e comunicá-los prontamente", afirmou. "Se as coisas tivessem corrido mal, em qualquer dessas áreas, estaríamos numa situação muito diferente hoje."

Neste período de pós-pandemia, foram localizados focos de magnitude diferentes que indicam níveis significativos de transmissão de H1N1. Há um alerta nos hemisférios Sul e Norte em decorrência de surtos da gripe supostamente causados pelo vírus Influenza H1N1. Também existem duas situações observadas, segundo a OMS, na Nova Zelândia e Índia. Os especialistas elogiaram as ações das autoridades sanitárias dos dois países que adotaram medidas de vigilância, detecção, além do tratamento rápido e de vacinação recomendada.

A OMS identificou que houve casos, incluindo os jovens saudáveis, de desenvolvimento de forma grave de pneumonia viral primária a partir da contaminação pelo Influenza H1N1. Segundo os especialistas, esse tipo de pneumonia exige um tratamento próprio e mais complexo. Eles não sabem, por enquanto, se o padrão vai mudar durante o período pós-pandemia. Por isso, há um alerta de necessidade de vigilância.

Paralelamente, os especialistas vão se basear em experiências anteriores para verificar que doenças podem ser causadas a partir do vírus Influenza H1N1. Serão observadas ainda as faixas etárias mais suscetíveis ao agravamento de uma doença, por exemplo. Em geral, eles afirmam que crianças e idosos são os principais afetados.

Ivinhema

Ciclista morre atropelado por carro na MS-141

Vítima retornava do município de Angélica no momento do acidente, ocorrido próximo ao Córrego Azul

08/03/2026 09h15

Foto: Divulgação: Iviagora

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José Antônio Dias Feitosa, de 39 anos, morreu  no início da noite deste sábado (7) após ser atingido por um carro em trecho da MS-141, em Ivinhema, interior do Estado.

Conforme o Portal IviAgora, José seguia de bicicleta no sentido ao município quando foi atingido por um veículo que estava na direção contrária.  Recentemente ele teria se mudado ao município de Angélica, distante cerca de 20 km. 

Ao ser questionado, o motorista disse que retornava de um ensaio de música realizado em uma chácara próxima e não conseguiu avistar o ciclista porque o farol de outros veículos teriam ofuscado sua visão. Com o impacto da colisão, o ciclista morreu no local.

Foto: Reprodução / Iviagora 

Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas para atender a ocorrência e realizar a sinalização do trânsito. O Corpo de Bombeiros também esteve no local. As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades.

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Fatalidade

Jovem morre após colidir moto contra árvore em Dourados

José Leonir Souza Silva, de 27 anos, morreu na madrugada deste domingo

08/03/2026 08h30

Foto: Dourados News / Reprodução

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José Leonir Souza Silva, de 27 anos, morreu na madrugada deste domingo (8), um grave acidente de trânsito na Avenida Marcelino Pires, região central de Dourados. 

Conforme o Portal Dourados News, o jovem, morador do bairro Estrela Verá, pilotava uma motocicleta modelo Biz quando perdeu o controle do veículo e colidiu violentamente contra uma árvore.

José Leonir chegou a ser socorrido e levado ao Hospital da Vida (HV) mas não resistiu aos ferimentos e morreu às 3h20 da manhã. As circunstâncias do acidente ainda estão sendo investigadas pela polícia. 

Números 

Em 2025, Mato Grosso do Sul registrou o maior número de mortes no trânsito desde 2017, considerando acidentes fatais em vias urbanas e rodovias estaduais.

Segundo o portal de estatística da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul (Sejusp), ocorreram 394 mortes no trânsito no ano passado no Estado, 13 a mais que o número registrado em 2024.

Levando em conta os últimos 10 anos, 2025 fica atrás somente de 2016 e 2017, quando ocorreram 514 e 504 óbitos no trânsito, respectivamente.

Na Capital, a tendência não foi diferente. Em 2025, foram registradas 87 mortes no trânsito campo-grandense, um aumento de 26,09% em relação ao ano anterior, quando ocorreram 69. Novamente, o ano passado ficou atrás de 2016 e 2017, quando foram registradas 115 e 102 mortes, respectivamente.

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