Cidades

GRATUIDADE

Ônibus será gratuito em dias de Enem e vestibular; veja como garantir passe livre

Transporte coletivo será de graça para estudantes que farão provas em 9, 16 e 23 de novembro e 7 e 14 de dezembro

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Estudantes que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e vestibular das Universidades Estadual e Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS e UEMS) poderão usar o transporte público de graça, nos dias de prova, em Campo Grande.

Com isso, a gratuidade vale exclusivamente para os dias:

  • 9 de novembro de 2025, domingo – primeiro dia de ENEM
  • 16 de novembro de 2025, domingo – segundo dia de ENEM
  • 23 de novembro de 2025, domingo – vestibular UEMS
  • 7 de dezembro de 2025 – vestibular UFMS
  • 14 de dezembro de 2025 – PASSE UFMS

O objetivo é garantir meio de locomoção para estudantes que não têm condições de se deslocar até o exame, para realizar as provas e concorrer a uma vaga no ensino superior.

A isenção da tarifa aos candidatos ocorre somente nos dias de realização das provas.

O benefício é exclusivo para os estudantes residentes no município de Campo Grande, com direito a dois passes (ida e volta), para todas as linhas dos ônibus.

COMO OBTER O PASSE GRATUITO?

Para ter direito ao benefício, o estudante deve:

  1. Se cadastrar antecipadamente neste site;
  2. Informar dados pessoais;
  3. Informar número de inscrição na prova;
  4. Preencher o formulário;
  5. Imprimir o formulário; e
  6. Pronto! Agora é só aproveitar o passe gratuito nos dias de prova.

A gratuidade é lei em Campo Grande desde 2023 e de autoria do vereador Ronilço Guerreiro (Podemos).

ENEM

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ocorrerá em 9 e 16 de novembro no Brasil.

A primeira prova, em 9 de novembro, é de Redação; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias, com duração de 5 horas e meia.

A segunda prova, em 16 de novembro, é de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. A duração é de 5 horas.

As matérias cobradas na prova são português, literatura, matemática, química, física, biologia, história, geografia, sociologia, filosofia, artes e inglês ou espanhol.

No Estado, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) aceitam a nota do ENEM como porta de entrada.

Com a nota do ENEM, é possível cadastrar-se no Sistema de Seleção Unificado (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Financiamento Estudantil (Fies).

VESTIBULAR UFMS

Vestibular e Programa de Avaliação Seriada Seletiva (PASSE - 1ª, 2ª e 3ª etapa) 2026 da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) serão realizados em 7 e 14 de dezembro.

O exame será aplicado no período matutino, das 8h às 13h.

As inscrições para o vestibular da UFMS estão abertas até 12 de novembro. A taxa de inscrição é de R$100,00 e o período para solicitar a isenção da taxa foi até 3 de outubro de 2025. São mais de 5.000 mil vagas em dezenas de cursos.

VESTIBULAR UEMS

Vestibular da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) será realizado em 23 de novembro. As provas serão aplicadas, na parte da manhã, em 18 municípios do Estado, incluindo Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Naviraí, Ponta Porã e Corumbá. 

As inscrições começaram em 19 de setembro e vão até 6 de novembro. A taxa de inscrição custa R$ 100. São mais de 800 vagas em dezenas de cursos.

Aprovação

Entenda quais os próximos passos da PEC que reduz a maioridade penal para 16 anos no Congresso

A aprovação na CCJ é apenas a primeira etapa jurídica de uma PEC

10/06/2026 19h00

Proposta reduz maioridade penal para 16 anos

Proposta reduz maioridade penal para 16 anos Divulgação/ Reprodução

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 10, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.

A aprovação na CCJ é apenas a primeira etapa jurídica de uma PEC. A CCJ analisa apenas a admissibilidade, se o texto viola ou não a Constituição.

A PEC irá agora para uma comissão especial. Como mostrou o Estadão, já há um acordo entre os deputados para alterar a redação e retirar os trechos relativos à obrigatoriedade do voto e à alteração da idade mínima exigida para candidatura a cargos políticos.

Comissão Especial

O próximo passo será a discussão em uma Comissão Especial. Cabe ao presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), instalar a comissão para o debate sobre mérito da proposta.

Motta define os partidos que farão parte da comissão, e o colegiado elege seu presidente, que por sua vez designa um relator. Se o presidente da Casa decidir segurar o projeto, a proposta pode ficar travada nesta fase por tempo indeterminado.

Com a comissão instalada, os deputados terão dez sessões para apresentar emendas ao texto. Para ser incluída no texto final, cada emenda necessita de pelo menos 171 assinaturas. O relator estuda o impacto e elabora um parecer. A comissão tem, ao todo, 40 sessões para votar esse parecer, que pode alterar drasticamente o texto original, criar um substitutivo ou até rejeitar a proposta.

Votação em plenário

Se aprovada na Comissão Especial, a PEC vai para o Plenário da Câmara. Por alterar a Constituição, ela exige um quórum qualificado: são necessários os votos favoráveis de, no mínimo, 308 dos 513 deputados.

Após a aprovação em primeiro turno, o regimento exige um intervalo de cinco sessões antes da nova votação. No segundo turno, o texto precisa passar novamente pelo mesmo crivo: 308 votos favoráveis.

Se a Câmara aprovar o texto nos dois turnos, o projeto segue para o Senado. O texto passa por uma análise na CCJ do Senado e depois por votação em dois turnos no Plenário, exigindo o voto favorável de 49 dos 81 senadores.

Imunizante

MS recebe 8,3 mil doses de vacina que amplia proteção contra pneumonia

Primeiro lote com 8,3 mil doses será distribuído aos municípios e amplia a proteção contra pneumonia, meningite e outras doenças causadas pelo pneumococo

10/06/2026 17h28

Fotos: Divulgação SES

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A rede pública de saúde de Mato Grosso do Sul iniciou uma nova etapa no combate a doenças graves causadas pela bactéria pneumococo.

O Estado recebeu nesta quarta-feira (10) o primeiro lote com 8,3 mil doses da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20), imunizante recentemente incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) e que oferece proteção ampliada contra infecções responsáveis por milhares de internações todos os anos no país.

As doses chegaram à Rede de Frio Estadual e serão distribuídas aos municípios conforme os critérios definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A expectativa é que a nova vacina fortaleça a prevenção contra doenças como pneumonia, meningite, otite média e infecções generalizadas, principalmente entre crianças pequenas, idosos e pessoas com condições de saúde que aumentam o risco de complicações.

A principal novidade da VPC20 é a ampliação da cobertura imunológica. Enquanto a vacina atualmente utilizada no calendário nacional protege contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova versão passa a oferecer proteção contra 20 variantes do microrganismo, considerado um dos principais causadores de doenças respiratórias graves e infecções invasivas.

Segundo a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Ana Paula Goldfinger, a incorporação da vacina representa um avanço importante para a saúde pública brasileira.

“A Pneumo 20 é uma importante inovação incorporada ao calendário vacinal do SUS. Ela amplia significativamente a proteção oferecida às crianças e demais grupos contemplados, fortalecendo a prevenção contra doenças graves e contribuindo para reduzir internações e óbitos causados pelo pneumococo”, afirmou.

Como será a vacinação

Neste primeiro momento, a implantação da nova vacina ocorrerá de forma gradual. Como Mato Grosso do Sul ainda possui estoque da vacina pneumocócica conjugada 10-valente (VPC10), os dois imunizantes serão utilizados simultaneamente durante o período de transição.

O esquema vacinal definido pelo Ministério da Saúde prevê:

  • Uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade;
  • Uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses;
  • Uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses.

Após o esgotamento dos estoques da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a nova vacina.

Para garantir a implementação adequada da estratégia, a SES informou que realizará orientações técnicas e capacitações destinadas aos profissionais de saúde dos municípios.

Públicos prioritários

Além das crianças menores de cinco anos, a vacinação com a Pneumo 20 contemplará grupos considerados mais vulneráveis às complicações causadas pelo pneumococo.

Entre os públicos prioritários estão:

  • Povos indígenas com mais de cinco anos sem histórico de vacinação pneumocócica conjugada;
  • Idosos acamados ou institucionalizados com 60 anos ou mais;
  • Pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, a distribuição das doses será feita de forma proporcional à população-alvo de cada município.

Redução de internações e mortes

A chegada da nova vacina ocorre em um cenário em que as doenças pneumocócicas continuam sendo uma importante causa de hospitalizações, especialmente entre crianças e idosos.

Dados do Ministério da Saúde apontam que, desde a introdução da vacina pneumocócica no calendário nacional, em 2010, o Brasil registrou reduções expressivas nos casos de doença pneumocócica invasiva e meningite pneumocócica em crianças pequenas.

A expectativa das autoridades sanitárias é que a ampliação da cobertura vacinal proporcionada pela Pneumo 20 contribua para reduzir ainda mais a circulação dos sorotipos mais agressivos da bactéria, diminuindo o número de casos graves, internações hospitalares e óbitos relacionados à doença.

Com a chegada das primeiras 8,3 mil doses ao Estado, Mato Grosso do Sul passa a integrar a estratégia nacional de modernização do calendário vacinal do SUS, ampliando o acesso gratuito da população a uma das mais recentes tecnologias disponíveis para prevenção de doenças infecciosas.

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