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CONFORTO E BELEZA

Ouse na decoração de sua casa usando poltronas criativas

Ouse na decoração de sua casa usando poltronas criativas

TERRA

31/05/2012 - 01h00
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Um clássico das salas de espera, a poltrona agora é elemento de destaque na decoração graças aos imóveis cada vez menores. Existem diversos tipos de estrutura e estofados, além de um universo de tecidos. A peça não precisa necessariamente combinar com o sofá. Segundo a arquiteta Paula Ferraz, a dica é transformá-la no centro das atenções. “Nós falamos para o cliente que se for para dar um colorido na sala, é para fazer isso com a poltrona. Porque dá para trocar o revestimento mais facilmente, a metragem é menor que a do sofá e o custo fica mais baixo. Fora que ficar sem poltrona sem uns dias não é tão problemático quanto ficar sem sofá”, explica.

A arquiteta acredita que layout das salas de estar mudou. Em vez de ter um sofá grande e um pequeno, agora é mais usual encontrar um sofá e duas ou três poltronas. A vantagem é que o morador não precisa de muito espaço para acomodá-las. Isabela Miranda, diretora de arte da Infinitta, loja especializada em móveis restaurados, defende que o móvel deve deixar o ambiente mais aconchegante. “A poltrona não tem que combinar com nada, os móveis têm luz própria e cabem tanto num ambiente clean quanto num mais rococó. Faço modelos com atração na parte de trás também, uma pintura na madeira ou silkscreen no tecido.”

Na hora de escolher o modelo, a primeira coisa a ser pensada é o tamanho do móvel, que deve ser coerente com o tamanho do cômodo. Pensando nisso, as lojas de móveis confeccionam os modelos clássicos nos tamanhos P, M e G. Aí, é só casar o tamanho com a quantidade de móveis para determinar em qual dimensão investir. “O legal é usar uma peça com desenho diferente ou estampa colorida e o sofá mais neutro.

Se tiver mais de uma poltrona, só uma delas deve ser destacada. As outras têm que ser mais básicas justamente para que uma não ofusque a outra”, afirma Paula. “Se o cliente fala que quer uma poltrona, a gente vai pensar juntos para ver que estampa combina com a personalidade dele”, conta Isabela. “E o cômodo vai determinar quantas usar e de que tamanho devem ser. O que mais vendo é a poltrona compacta, porque os apartamentos mais novos são menores. Mas se a sala for grande, dá para colocar um cadeirão”, completa.

Pela praticidade das dimensões e a possibilidade de ousar no modelo, a poltrona está migrando do lugar cativo na sala para ser encontrada também nos quartos ou até na varanda. “Como a maioria das sacadas e varandas gourmets são cobertas, dá para colocar uma poltrona no cômodo sem medo de que ela estrague com a ação da chuva ou do sol. Ela vai fazer a ponte entre os móveis da sala, que é ali do lado, e os do lado de fora”, resume Paula. As peças são bastantes usadas em áreas de leitura no quarto ou na biblioteca e em quartos de bebê, para que a mãe possa amamentar com conforto.
 

MATO GROSSO DO SUL

MP recomenda mudanças em transferências e proteção de presos em MS

Grupo de Atuação Especial da Execução Penal expediu série de recomendações à Agepen e à Sejusp para padronizar procedimentos, ampliar a proteção de presos vulneráveis e modernizar regras disciplinares vigentes há quase 20 anos

12/06/2026 10h00

Recomendações do Ministério Público miram desde transferências de presos até proteção de grupos vulneráveis e revisão do regulamento disciplinar do sistema penitenciário estadual.

Recomendações do Ministério Público miram desde transferências de presos até proteção de grupos vulneráveis e revisão do regulamento disciplinar do sistema penitenciário estadual. Divulgação

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) recomendou uma série de mudanças estruturais no sistema penitenciário estadual, com foco na segurança das unidades, proteção de pessoas vulneráveis privadas de liberdade e modernização das regras disciplinares aplicadas nos presídios. As medidas foram encaminhadas à Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

As recomendações foram expedidas pelo Grupo de Atuação Especial da Execução Penal (GAEP), coordenado pela promotora de Justiça Jiskia Sandri Trentin, após discussões realizadas durante reunião do grupo em maio deste ano. Os documentos foram publicados no Diário Oficial do Ministério Público desta sexta-feira (12).

Entre as medidas consideradas prioritárias está a criação de critérios padronizados para análise de pedidos de transferência de presos entre unidades prisionais. O MP entende que a ausência de parâmetros uniformes pode comprometer a segurança institucional e a preservação da ordem pública.

Pela recomendação, a Agepen deverá adotar parecer técnico obrigatório antes de qualquer transferência, criar formulários padronizados de avaliação do perfil do custodiado e realizar análises de risco institucional, vulnerabilidades individuais, vínculos faccionais e compatibilidade do preso com a unidade de destino. Também deverá ser considerado o histórico disciplinar e eventuais registros de fuga.

Outra recomendação trata da criação de um fluxo institucional específico para identificação e proteção de pessoas consideradas vulneráveis dentro do sistema prisional. O documento cita grupos como população LGBTQIAPN+, presos ameaçados, idosos, pessoas com transtornos mentais e custodiados expostos a riscos decorrentes de conflitos entre facções criminosas.

Segundo o MPMS, a proteção deve começar já na entrada do preso no sistema, por meio de avaliação multidisciplinar capaz de identificar situações de vulnerabilidade, definir o local adequado de custódia e orientar medidas preventivas. A proposta prevê ainda monitoramento contínuo dos casos e a adoção de protocolos específicos voltados à preservação da integridade física dessas pessoas.

O grupo também recomendou a padronização estadual dos procedimentos relacionados à remição de pena, benefício que permite a redução do tempo de cumprimento da condenação por meio do trabalho, estudo e outras atividades previstas em lei.

Entre as medidas sugeridas estão o envio mensal das informações ao Poder Judiciário, a integração dos registros ao Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), mecanismos de rastreabilidade documental e fiscalização para evitar sobreposição indevida de benefícios. O documento ainda propõe a regulamentação de modalidades como remição por leitura, cursos profissionalizantes, educação digital, ensino remoto, participação no Encceja e no Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL).

Revisão de regulamento com quase 20 anos

Em outra recomendação, o MPMS pede que a Sejusp promova uma ampla revisão do Regimento Interno Básico das Unidades Prisionais de Mato Grosso do Sul (RIBUP), instituído em 2006 e que, segundo o órgão, não passou por atualizações significativas ao longo de quase duas décadas.

O grupo aponta que a norma atual não contempla adequadamente temas considerados centrais na gestão penitenciária contemporânea, como inteligência prisional, uso de tecnologias digitais, videomonitoramento, proteção de grupos vulneráveis e o papel da Polícia Penal, incorporada à Constituição Federal por meio da Emenda Constitucional nº 104, de 2019.

A recomendação também prevê mudanças nos Procedimentos Administrativos Disciplinares Internos (PADICs), com definição de critérios mínimos para produção de provas, padronização de registros, individualização de condutas e vedação de relatos genéricos em apurações de faltas disciplinares.

Além disso, o MP sugere que futuras avaliações de comportamento prisional considerem todo o histórico executório do preso, incluindo evasões, regressões de regime, reincidência disciplinar e eventuais vínculos faccionais, evitando decisões automáticas baseadas apenas em critérios temporais.

A Agepen terá prazos entre 60 e 90 dias para informar se irá cumprir as recomendações, enquanto a Sejusp terá 120 dias para apresentar resposta formal ao Ministério Público. Caso as medidas não sejam implementadas, o órgão ministerial afirma que poderá adotar providências extrajudiciais e judiciais cabíveis.

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COPA DO MUNDO 2026

Na véspera do jogo do Brasil, verde e amarelo tomam conta das ruas da Capital

Ruas se transformam em uma verdadeira obra de arte feita pelas mãos de crianças, jovens e adultos, com uma explosão de cores e símbolos do Brasil

12/06/2026 08h45

Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim Imá

Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim Imá MARCELO VICTOR

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Brasil estreia neste sábado (13) e o clima de Copa do Mundo é perceptível antes mesmo do apito do árbitro.

Lojas estão decoradas com bandeiras, campo-grandenses vestem a blusa da Seleção Brasileira e o noticiário está recheado de matérias jornalísticas sobre a copa.

Além disso, uma tradição voltou a tomar conta dos bairros: ruas pintadas de verde e amarelo colorem as ruas de Campo Grande.

Moradores, de diferentes regiões da Capital, se reúnem para pintar bandeira do Brasil, mascotes, taça, símbolos e frases como “rumo ao hexa” e “mostra tua força Brasil” no asfalto.

A rua se transforma em uma verdadeira obra de arte feita pelas mãos de crianças, jovens e adultos, com uma explosão de cores e símbolos relacionados a Seleção Brasileira.

A pintura atrai olhares e chama atenção de quem passa pelo local, além de render vários cliques fotográficos.

Mecânico de moto, Matheus Viana da Rocha, de 26 anos, é apaixonado por futebol e pintou sozinho a bandeira do Brasil no asfalto da rua Carlos de Carvalho, no bairro Coronel Antonino.

"Esou pintando sozinho. Comprei a tinta com o meu próprio dinheiro. Decidi pintar porque eu gosto do Brasil. Estou animado para a Copa do Mundo. Estou pintando uma bandeira do Brasil em uma ponta da quadra e outra em outra ponta. Foi rápido para pintar, aquela bandeira ali eu demorei [algumas horas] da noite. Moro aqui nessa rua mesmo", contou à reportagem.  

O Correio do Estado esteve em quatro endereços, nesta quinta-feira (11), de ruas pintadas de verde e amarelo em celebração a Copa do Mundo.

Veja:

Rua Brasília, Jardim Imá

Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Marcelo Victor
Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Marcelo Victor

Rua Oscar Freire, vila Nasser

Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Marcelo Victor

Rua Carlos de Carvalho, bairro Coronel Antonino

Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Marcelo Victor
Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Marcelo Victor

Rua Rio Doce, Parque dos Poderes

Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Marcelo Victor
Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Arquivo Pessoal
Rua pintada de verde, amarelo e azul, em celebração a Copa do Mundo, na rua Brasília, Jardim ImáFoto: Arquivo Pessoal

COPA DO MUNDO - FIFA 2026

Copa do Mundo 2026 ocorre de 11 de junho a 19 de julho, com 48 seleções e 104 partidas. Pela primeira vez na história, a competição é sediada em três países diferentes: Canadá, México e Estados Unidos.

Confira os Jogos do Brasil:

  • 13 de junho (sábado): Brasil x Marrocos, às 18H, em New Jersey, USA
  • 19 de junho (sexta-feira): Brasil x Haiti, às 20h30, em Filadélfia, USA
  • 24 de junho (quarta-feira): Brasil x Escócia, às 18H, em Miami, USA

O Brasil está no Grupo C, junto com Marrocos, Haiti e Escócia. Se avançar em primeiro lugar do grupo, o Brasil poderá jogar a próxima fase em 29 de junho. 

 

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