Cidades

CHOCOLATE

Páscoa é a melhor época do ano para confeitaria e expectativa de venda de ovos caseiros é alta

Páscoa será celebrada no próximo domingo (17); Com preços dos industrializados nas alturas, cresce procura pelos caseiros

Continue lendo...

A Páscoa é data mais importante do ano para empreendedoras que apostam nas vendas de ovos de chocolate caseiros sob encomenda.

O consumidor tem a opção de comprar ovos de Páscoa caseiros, que são manualmente feitos em casa, e ovos industrializados, que são artificialmente produzidos por máquinas e vendidos em supermercados.

Ovos de Páscoa caseiros possuem duas variedades: existem o ovo de chocolate de colher, que possui uma única casca de chocolate com recheio dentro e o ovo em pé, que possui duas cascas.

A engenheira ambiental e empreendedora, Lorena Paiva, é doceira há seis anos e afirma que a expectativa de vendas de ovos de chocolate é alta e que espera superar a produção do ano passado.

“A Páscoa é uma das épocas mais importantes para quem trabalha com confeitaria, uma data realmente muito lucrativa. É uma ótima oportunidade para quem está começando se introduzir no mercado”.

A administradora, Nathália Santos Castilho, produz ovos de Páscoa há nove anos e afirmou que a expectativa para este ano é boa, pois tem clientes fiéis e por indicação. 

“Eu gosto de trabalhar com doces e é uma forma de renda extra. Tiro lucro com os ovos de Páscoa. Todo cálculo é realizado para se ter um preço justo mas que eu também possa ter lucro na venda”.

Além disso, destacou a diferença entre ovo de páscoa caseiro e o ovo industrializado. 

“O doce artesanal tem um gostinho especial, a forma que tudo é preparado, com muito mais amor e carinho. Além disso, os ovos de mercado estão cada vez mais “sem graça” e caros. Os ovos de colher são muito mais saborosos”.

Já para Lorena Paiva, o diferencial entre ovo de chocolate caseiro e industrializado é o cuidado e qualidade que o ovo artesanal oferece.

“Nossa intenção é proporcionar experiências, muito mais do que somente um ovo de Páscoa, e tudo isso mantendo um custo benefício melhor do que os produtos da indústria”.

A empreendedora Yara Haiber também ressaltou que a expectativa de produção de ovos de chocolate caseiros é alta para esta Páscoa de 2022.

“A cada ano que passa criamos mais expectativas com as vendas. Trabalhamos com os ovos de Páscoa por uma renda extra graças aos nosso clientes que são fiéis. Então todo ano já contamos com essa renda a mais”.

Yara afirmou que a venda de ovos de Páscoa caseiros é algo lucrativo. 

“Tiramos um bom lucro. Tiramos em uma semana de trabalho o que teríamos que trabalhar o mês inteiro para receber em outro serviço”.

Yara também destacou a diferença entre ovo caseiro e industrializado. 

“O diferencial dos ovos de Páscoa caseiros dos industrializados são que eles são mais saborosos e que você recebe um produto fresco e de qualidade, além de poder escolher quais recheios quer”.

De acordo com a nutricionista Jéssica Orelli, é preciso que os ovos de chocolate caseiros tenham rótulo nutricional. 

“A Anvisa diz que a rotulagem nutricional se aplica a todos os alimentos e bebidas produzidos, comercializados e embalados na ausência do cliente e prontos para oferta ao consumidor”.

Por último, aconselha conhecer a procedência dos ovos de Páscoa caseiros como sua fabricação, matérias-primas utilizadas, armazenamento e modo de preparo.

ATENÇÃO, ELEITORES!

Eleições 2026: TRE-MS atende eleitores no bairro Lageado para regularizar situação

O atendimento acontecerá na Escola Estadual Thereza Noronha de Carvalho, das 8h às 15h, neste sábado (7)

03/03/2026 16h00

A proposta reduz o período em que um político condenado fica impedido de disputar uma eleição

A proposta reduz o período em que um político condenado fica impedido de disputar uma eleição Arquivo

Continue Lendo...

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) realizará, neste sábado (07), uma edição do atendimento itinerante em Campo Grande. A ação acontecerá das 8h às 15h, na Escola Estadual Thereza Noronha de Carvalho, localizada na Rua João Selingarde, 770, no bairro Parque Lageado.

A iniciativa serve para facilitar o acesso da população aos principais serviços relacionados ao título de eleitor. Na ocasião, serão oferecidos: emissão do primeiro título, transferência de domicílio eleitoral, regularização da situação eleitoral e atualização de dados cadastrais.

A ação integra o cronograma de atendimentos itinerantes realizados pelo TRE-MS, que tem percorrido diversas regiões do Estado e da Capital, estreitando a relação entre os serviços oferecidos pela Justiça Eleitoral às comunidades.

O eleitor pode consultar sua situação eleitoral no site do TSE, acessando a aba “Autoatendimento Eleitoral”. No portal, é possível verificar pendências, emitir certidões, atualizar dados e acompanhar informações sobre o título.

Prazo

O atendimento para regularização do título eleitoral segue até 6 de maio, das 8h às 18h, em todas as unidades da Justiça Eleitoral do Estado. Na Capital, o atendimento acontece na Rua Delegado José Alfredo Hardman, nº 180.

O cadastro será encerrado 150 dias antes do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, onde o eleitorado definirá os ocupantes dos cargos de presidente da República, governador de estado, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.

Até essa data-limite, os eleitores podem solicitar alistamento, revisão eleitoral, regularização do título, cadastro biométrico, atualização de dados, transferência de local de votação e esclarecer dúvidas sobre o processo eleitoral em qualquer unidade da Justiça Eleitoral.

Além do atendimento presencial, os serviços também estarão disponíveis pelo aplicativo e-Título e pelo sistema de autoatendimento eleitoral, acessível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Assine o Correio do Estado

Confusão

Companhia aérea é condenada por levar idosa ao destino errado

Durante conexão internacional, a mulher foi informada pela própria companhia que poderia embarcar em um voo antecipado ao destino, mas foi parar em outra cidade, a cerca de 5 mil km de distância

03/03/2026 15h30

Empresa terá que pagar R$ 10 mil à passageira

Empresa terá que pagar R$ 10 mil à passageira Divulgação

Continue Lendo...

A Latam Airlines Group S/A foi condenada pela 3ª Vara Civil do Tribunal de de Justiça de Mato Grosso do Sul a pagar o valor de R$ 10 mil em indenização para uma idosa de Campo Grande que foi enviada à cidade errada durante uma viagem internacional. 

A idosa teria comprado uma passagem até a cidade de Portland, no estado de Óregon, nos Estados Unidos, para visitar o filho. O trajeto incluía paradas nas cidades de São Paulo e Chicago. 

De acordo com o processo, ao chegar em Chicago, a mulher foi informada no balcão da companhia aérea que seria possível adiantar o vôo para o destino final. Ela aceitou a oferta e embarcou no vôo indicado. 

Porém, ao desembarcar, percebeu que não estava na cidade de Portland, mas sim, em Providence, no estado norte-americano de Rhode Island, a cerca de 5 mil quilômetros de distância do seu destino original. 

Ao perceber o erro, a mulher precisou retornar para Chicago e só então, embarcar para a cidade certa, chegando com muitas horas de atraso. 

Na ação, a idosa pediu indenização por danos morais à companhia, alegando que houve falha na prestação do serviço. A ação foi aceita pela 6ª Vara Cível de Campo Grande e fixou o valor da indenização em R$10 mil. 

A Latam recorreu à decisão, afirmando que todo passageiro tem a responsabilidade de realizar a conferência dos dados que constam no cartão de embarque, como destino, portão de embarque, número do vôo e nome. Assim, a mulher teria contribuído para o erro, pois recebeu o cartão e continuou a conversa em inglês com os atendentes no balcão. Para a companhia, "a falta de atenção configuraria culpa exclusiva da cliente". 

O relator do caso, o desembargador Odemilson Roberto Castro Fassa, concluiu que o erro não foi por motivo de cancelamento ou força maior, mas, sim, por falha operacional da empresa. Para ele, a mulher havia comprado uma passagem para um lugar e foi parar em outro. 

Os desembargadores entenderam que não é razoável uma idosa, viajando sozinha para um destino internacional, sem o domínio da língua inglesa, ser responsável por identificar um erro emitido da própria companhia aérea. No entendimento do colegiado, todo passageiro deveria ser capaz de confiar as informações repassadas pelos agentes da companhia. 

Em decisão emitida nesta terça-feira (03), o valor da indenização, já que "o envio da cliente para uma cidade distante milhares de quilômetros do destino contratado ultrapassa o mero aborrecimento e gera angústia e insegurança suficientes para caracterizar dano moral". 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).