A décima primeira edição do Festival América do Sul possibilita um passeio pela cultura dos países que participam do evento. Esse panorama cultural pode ser feito numa simples visita ao Pavilhão dos Países, instalado na avenida General Rondon, que funciona das 14h às 22 horas, com uma feira de artesanato. Lá, os estandes abrigam uma mostra da produção artesanal da Bolívia, Paraguai, Chile, Peru , Colômbia, Venezuela, Equador, Uruguai e Argentina, além de um espaço exclusivo para o artesanato produzido em Mato Grosso do Sul.
Esse espaço é uma verdadeira “ilha” de cultura sul-americana encravada no centro de Corumbá. Até o próximo domingo, 04 de maio, as tradições e hábitos das populações dos países da América do Sul ficarão mais próximos, permitindo um verdadeiro intercâmbio cultural.
Na feira, há imensa variedade de peças artesanais típicas de cada país à disposição dos visitantes, como bolsas personalizadas, chapéus, tecidos, objetos decorativos, brincos, pulseiras, por exemplo. Os preços são também os mais variados. Na barraca do Peru é possível encontrar peças a partir de 1 real.
Pela primeira vez participando do Festival América do Sul, o artesão peruano Wilber Sarmiento, disse que sua expectativa é vender todo o material que trouxe. “Tenho produtos de cerâmica e porcelanato, que retratam animais, casais e famílias. Venho pela primeira vez, é um festival bem organizado e gostaria de participar novamente. Espero vender bem o material que produzimos”, disse contando que viajou por três dias do Peru até Corumbá para participar da mostra.
A artesã uruguaia Lucia Godoy expõe o artesanato que produz pela quinta vez no Festival América do Sul. O evento, para ela, se mostrou recompensador ao longo desses anos seguidos de participação. “Trabalho com couro, chifres e cabaça como matéria-prima. Vale a pena participar desse festival, é a quinta vez que venho. O público tem comprado e nos encanta estar aqui”, disse ao Diário Corumbaense.


