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Pela 1° vez, sul-mato-grossense chega ao comando do Comsefaz

Votação ocorreu nesta sexta-feira (7), agora, o atual secretário de Fazenda do Mato Grosso do Sul irá suceder Carlos Eduardo Xavier, secretário de Fazenda do Rio Grande do Norte

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Pela 1° vez um sul-mato-grossense assumiu a presidência do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). O secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul, Flávio César Mendes de Oliveira assumirá o cargo após a votação que aconteceu nesta sexta-feira (7), durante a 40ª Reunião Extraordinária do Comitê.

Durante a reunião, também foram definidos os vice-presidentes e os membros titulares e suplentes do Conselho Fiscal. Flávio César sucede a Carlos Eduardo Xavier, secretário de Fazenda do Rio Grande do Norte.

Em seu discurso, Flávio agradeceu pela confiança dos secretários e reforçou a importância do Comsefaz em relação à defesa dos interesses dos Estados e na construção de um federalismo mais cooperativo.

“É uma honra assumir a presidência do Comsefaz e contribuir para o fortalecimento da gestão fiscal dos Estados. Nosso compromisso é ampliar o diálogo federativo, promover a cooperação entre os entes e garantir soluções inovadoras para os desafios fiscais, sempre preservando a autonomia dos Estados. Com uma gestão eficiente e transparente, trabalharemos para construir um federalismo mais equilibrado, assegurando que os Estados tenham voz ativa nas decisões que impactam o desenvolvimento econômico e social do país”, ressaltou.

Trajetória

O atual secretário de Fazenda, Flávio César, construiu sua trajetória profissional no setor público com foco na articulação política e gestão fiscal. Graduado em Relações Públicas e pós-graduado em Gestão e Marketing Integrados, ocupou cargos de relevância na administração estadual e municipal.

Como vereador e presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, atuou na mediação de debates e na busca por soluções para demandas regionais. Posteriormente, à frente da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov), coordenou a campanha eleitoral de Eduardo Riedel ao governo de Mato Grosso do Sul no ano de 2022.

No comando da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso do Sul (Sefaz-MS), implementou medidas para fortalecer o equilíbrio fiscal do Estado. Durante sua gestão, Mato Grosso do Sul obteve a nota CAPAG A+, a mais alta classificação do Tesouro Nacional, permitindo maior acesso a operações de crédito com aval da União.

Sua abordagem técnica priorizou o planejamento estratégico e a transparência fiscal, que resultou em uma administração mais eficiente dos recursos públicos. Agora, sua experiência o leva à presidência do Comsefaz.

Composição da Presidência e Administração – Biênio 2025/2027

Presidente:

Flávio César Mendes de Oliveira – Secretário de Fazenda do Mato Grosso do Sul
Vice-presidentes:

1º Vice-Presidente: Luis Fernando Pereira da Silva – Secretário de Estado de Finanças de Rondônia
2º Vice-Presidente: Fabrízio Gomes Santos – Secretário da Fazenda do Estado do Ceará
3º Vice-Presidente: Luiz Cláudio Gomes – Secretário de Estado da Fazenda de Minas Gerais
4º Vice-Presidente: Norberto Anacleto Ortigara – Secretário de Estado da Fazenda do Paraná
5º Vice-Presidente: Francisco Sérvulo – Secretário de Economia do Estado de Goiás

  • Conselho Fiscal – Titulares:

Amarísio Freitas – Secretário de Estado da Fazenda do Acre
Rogério Gallo – Secretário de Fazenda do Estado do Mato Grosso
Emílio Joaquim de Oliveira Júnior – Secretário de Fazenda do Estado do Piauí

  • Conselho Fiscal – Suplentes:

René de Oliveira e Sousa Júnior – Secretário de Estado da Fazenda do Pará
Benicio Costa – Secretário de Estado da Fazenda do Espírito Santo
Marialvo Laureano dos Santos Filho – Secretário de Estado da Fazenda da Paraíba

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Inquérito

Juiz diz que Bernal é "risco" e mantém ex-prefeito preso

Magistrado afirmou que ainda não havia provas para considerar o caso como legítima defesa

26/03/2026 08h15

Juiz diz que Bernal é considerado um

Juiz diz que Bernal é considerado um "risco" Álvaro Rezende

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O juiz Ronaldo Gonçalves Onofri, que comandou a audiência de custódia do ex-prefeito Alcides Bernal, na manhã de ontem, manteve o advogado na cadeia. Entre as suas razões para mantê-lo preso está o fato de que o magistrado o considerou um “risco à segurança das pessoas envolvidas e à ordem pública”.

Alcides Bernal foi preso na tarde de terça-feira, após matar a tiros o fiscal tributário estadual Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, que havia entrada na sua casa, imóvel que havia sido arrematado pela vítima, mas que ainda não estava em sua posse.

A prisão em flagrante foi convertida em preventiva pelo magistrado durante a audiência de custódia, realizada na manhã de ontem no Fórum da Comarca de Campo Grande. 

O magistrado derrubou todos os argumentos da defesa em sua deliberação. Sobre a tese de legítima defesa, principal linha dos advogados de Bernal, o juiz alegou falta de provas para subsidiá-la.

“A defesa sustenta a ocorrência de legítima defesa. Todavia, para o reconhecimento da excludente de ilicitude nesta fase processual, seria necessária prova cabal, inequívoca e indiscutível, o que não se verifica no presente momento. Ao contrário, os elementos constantes dos autos indicam versão distinta”, afirma Onofri.

“Destaca-se o depoimento da testemunha Maurílio da Silva Cardoso, o qual afirmou que a vítima não teve qualquer oportunidade de reação ou explicação, tendo o custodiado se aproximado já com a arma em punho e efetuado disparos de imediato. Relatou, ainda, que nem ele nem a vítima estavam armados, tampouco houve discussão ou confronto prévio”, completou.

Em outro ponto, o juiz afirma que a alegação de que o ex-prefeito tem saúde fragilizada ainda não foi comprovada, por isso não viu necessidade de converter a prisão para outras medidas.

“No que tange às condições de saúde, deverá o custodiado ser submetido à avaliação médica, a fim de se aferir a real dimensão de eventuais necessidades clínicas. Todavia, até o presente momento, não há elementos que indiquem a impossibilidade de tratamento no âmbito da unidade prisional, tampouco prova de enfermidade grave que justifique a substituição da prisão preventiva por medida diversa. Assim, não se verifica, neste momento, a necessidade de conversão da prisão preventiva em outra medida, permanecendo adequada a custódia cautelar nos termos já delineados”, alega.

Por fim, Onofri alega que pelo fato de Alcides Bernal ter antecedentes criminais, já que foi condenado por crime de calúnia, em processo que já transitou em julgado, e pela gravidade do crime, a sua soltura representaria insegurança para pessoas ligadas ao fato.

“O custodiado é acusado da prática de crime doloso contra a vida, o que, por si só, evidencia elevada gravidade concreta. Soma-se a isso o contexto fático, no qual se verifica a existência de conflito patrimonial ainda em curso, o que potencializa o risco à segurança das pessoas envolvidas e à ordem pública, caso lhe seja concedida liberdade”, defende o magistrado.

“É certo que a prisão preventiva constitui medida excepcional. Contudo, no presente caso, estão presentes elementos concretos que evidenciam o perigo gerado pelo estado de liberdade do custodiado, revelando-se a medida extrema necessária e adequada, sendo insuficientes quaisquer medidas cautelares diversas da prisão para a preservação da ordem pública”, completa Onofri.

O CRIME

A vítima foi morta com dois tiros nas laterais da barriga. Um dos disparos transfixou e saiu nas costas, de acordo com o boletim de ocorrência.

Roberto Carlos e Bernal disputavam a posse de uma verdadeira mansão, localizada na Avenida Antônio Maria Coelho, no Bairro Jardim dos Estados. A propriedade havia sido arrematada pela vítima, em um leilão feito pela Caixa Econômica Federal, porém, o ex-prefeito continuava no imóvel e recusava-se a sair.

Segundo testemunhas disseram à polícia, Bernal havia, inclusive, trocado, por várias vezes, a fechadura da residência. Na terça-feira, no entanto, Roberto Carlos, acompanhado de um chaveiro, se dirigiu até a casa. O profissional abriu o portão e quando estava abrindo a porta da frente os dois foram surpreendidos pelo ex-prefeito.

Conforme depoimento do chaveiro, Maurilio da Silva Cardoso, o ex-prefeito teria apontado a arma para Roberto Carlos e perguntado o que ele estava fazendo no local.

A testemunha afirma que antes mesmo da vítima responder foi atingida por um tiro e caiu. Já Bernal garante que haviam três homens e que ele teria sido atacado, por isso respondeu com os tiros.

Por outro lado, o chaveiro garantiu, em depoimento, ter ouvido apenas um disparo, no entanto a vítima foi atingida por dois tiros. 

Após atirar, Bernal foi até a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) e confessou o crime, alegando legítima defesa. O caso segue em investigação.

* Saiba

O caso foi registrado como homicídio qualificado como traição e emboscada e pode ser levado ao Tribunal do Júri.

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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