Cidades

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Pitty e O Rappa são destaques do festival João Rock em Riberão

Pitty e O Rappa são destaques do festival João Rock em Riberão

Redação

13/06/2008 - 20h00
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Pelo sétimo ano consecutivo, Ribeirão Preto terá amanhã (14) o seu festival João Rock, com nove shows em pouco mais de dez horas, no Parque Permanente de Exposições. A organização investiu cerca de R$ 1 milhão no evento e espera atrair pelo menos 25 mil pessoas - ou 30 mil, repetindo o público de 2005, o melhor até o momento. "Não temos domínio do número de visitantes", diz o organizador Luit Marques, referindo-se à expectativa e ao fluxo de público. Alguns dos destaques deste ano são as apresentações de Jorge Benjor (estreante no evento), Pitty e O Rappa - estes dois estão em seu quarto festival ribeirão-pretano.

 

A organização informa que o João Rock foi criado para homenagear os ''Joãos'' famosos do rock, como John Lennon (Beatles) e os bateristas John Bonham (do Led Zeppelin), John Rustey (Rush), John Desmore (The Doors), John Silver (Gênesis), João Gordo e João Barone (Paralamas do Sucesso), entre outros. O evento também levará ao público jovem informações sobre a campanha mundial da ONU ''8 Jeitos de Mudar o Mundo'', que tem como tema a Educação Básica de Qualidade para Todos.

 

Os portões serão abertos às 14 horas e o primeiro show (de Forfun com Strike, juntos) começa às 16 horas. Cada grupo terá uma hora para se apresentar, com intervalo entre 15 e 30 minutos entre um e outro. Na seqüência, os shows serão de Pitty, Charlie Brown Jr., Jorge Benjor, Natiruts, O Rappa, Marcelo Nova e Ventania, que encerra o festival. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (estudantes). O ingresso mais caro pode cair para R$ 40 para quem levar um quilo de alimento não-perecível. Apenas um camarote será comercializado, o preço é de R$ 120 para homens e R$ 80 para mulheres. Outras informações pode ser acessadas no site www.joaorock.com.br.

 

Com informações da Agência Estado

VAREJO

Casas Bahia: sindicato diz que tomará medidas após demissões e fechamento de lojas

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico

15/08/2026 21h00

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O Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região (Secor) manifestou preocupação com o fechamento de unidades da Casas Bahia e disse que tomará as medidas necessárias para garantir os direitos dos trabalhadores.

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico. Funcionários relataram que foram pegos de surpresa com a interrupção das operações em algumas lojas.

O Secor disse se preocupar com a maneira como o processo está sendo conduzido. Segundo relatos recebidos pelo sindicato, muitos trabalhadores ainda aguardam informações detalhadas sobre os procedimentos de desligamento, pagamento das verbas rescisórias, liberação do FGTS, seguro-desemprego e demais direitos previstos na legislação trabalhista e na convenção coletiva da categoria. A entidade disse estar monitorando a situação e prestando atendimento aos trabalhadores afetados.

"O Sindicato está acompanhando de perto essa situação e tomará todas as medidas necessárias para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Os comerciários não podem arcar com prejuízos decorrentes de decisões empresariais tomadas sem o devido diálogo e transparência", disse o presidente do Secor, Luciano Pereira Leite, em nota.

Balanço

A Casas Bahia, que registrou prejuízo de R$ 3 bilhões em 2025, adiou a divulgação do balanço do segundo trimestre de 12 para 14 de agosto, com teleconferência no dia 17, para concluir um plano que prevê demissões e mais fechamento de lojas, segundo fontes. Mas até a manhã deste sábado, a empresa ainda não havia divulgado seus números.

De acordo com o Valor, a rede teria planejado, neste mês, cortar 30% do quadro e vem adiando pagamentos a lojistas do marketplace e buscando estender prazos com a indústria para melhorar o ciclo financeiro.

BRIGA

Discussão em bairro de Campo Grande termina com mulher esfaqueada

Vítima foi encaminhada para Santa Casa e apresentava lesões na parte superior da cabeça, orelha e bochecha

15/08/2026 15h30

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol Divulgação/PCMS

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Uma discussão entre duas mulheres, na manhã deste sábado (15), por volta das 9h30, no bairro Vila Manoel Taveira, em Campo Grande, terminou com uma esfaqueada e a outra presa. A vítima teve um corte na região superior da cabeça e foi encaminhada para Santa Casa.

De acordo com os relatos colhidos no local, o fato começou com uma discussão em outro ponto do bairro. Em certo momento, as duas passaram a trocar golpes pela rua, ocasião em que a autora, de 43 anos, teria utilizado uma faca para atingir a outra, de 46.

Após ser ferida, a vítima se dirigiu até uma padaria nas proximidades, onde permaneceu aguardando atendimento médico. Aos policiais da 5ª Companhia Independente da Polícia Mílitar (CIPM), ela informou o sentido por onde a autora teria fugido. Diante disso, a equipe realizou rondas nas imediações e localizou a suspeita.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima apresentava corte na região superior da cabeça, outro ferimento próximo à orelha e uma lesão na bochecha. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o atendimento e encaminhou a mulher à Santa Casa de Campo Grande.

A Polícia Militar isolou o local para poder realizar os trabalhos periciais. Uma faca de aproximadamente 20 centímetros foi apreendida, mas os policiais não confirmaram se o objeto foi utilizado como arma do crime.

A conduzida foi presa e encaminhada a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol. A vítima permaneceu sob atendimento médico na Santa Casa. O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

 

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