Cidades

IRREGULARIDADE

PMA autua fazendeiro em R$ 386 mil por não ter reserva

PMA autua fazendeiro em R$ 386 mil por não ter reserva

DA REDAÇÃO

29/01/2011 - 10h22
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Policiais Militares Ambientais (PMA) autuaram o proprietário da Fazenda Espelho d'Água em Três Lagoas ontem porque ele não havia deixado 20% de área de reserva legal que é exigida por lei pelo Código Florestal Brasileiro.

Diante dos fatos, a PMA efetuou um auto de infração administrativo e multou o proprietário da fazenda, Alcindo Ferreira Castilho, residente em Três Lagoas, em R$ 386 mil.

Ele foi notificado a apresentar um plano para a recuperação da área de reserva legal, que teria que ser de 77,2 hectares, conforme o tamanho da propriedade.

O autuado responderá por crime ambiental e poderá pegar pena de 3 meses a 1 ano de detenção.

Colisão

Passageiro fica preso às ferragens após carro bater em caminhão na MS-276

Motorista do carro não conseguiu frear ou desviar a tempo e colidiu contra um veículo de carga

19/04/2026 08h00

Foto: Reprodução / Jornal da Nova

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Um homem de 52 anos ficou preso às ferragens após um carro bater na traseira de um caminhão parado na rodovia MS-276, em Batayporã (MS), na noite deste sábado (18). A vítima estava no banco dianteiro de uma VW Parati.

Segundo o boletim de ocorrência, o caminhão, um Volvo/NH com semirreboque, estava parado no sentido Anaurilândia/Batayporã em razão a uma pane mecânica. O motorista do carro, pedreiro de 50 anos, não conseguiu frear ou desviar a tempo e colidiu contra o veículo de carga.

Com o impacto, o passageiro ficou preso às ferragens e precisou ser retirado pelo Corpo de Bombeiros. Ele sofreu um ferimento profundo no pescoço e foi encaminhado em estado grave ao Hospital Regional de Nova Andradina. Apesar da gravidade inicial, a unidade informou posteriormente que o homem não corre risco de vida.

A Polícia Militar Rodoviária realizou teste do etilômetro nos dois motoristas. O condutor do caminhão não havia consumido álcool, por sua vez, o motorista da Parati apresentou índice de 0,54 mg/L, acima do limite permitido por lei, o que se configura crime de trânsito.

Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Batayporã. 

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Ligação

Empresa de Marçal repassou R$ 4,4 mi a Mc Ryan, diz PF

Valor teria sido depositado na conta do funkeiro pela venda de um helicóptero Robinson R66 Turbine

19/04/2026 07h30

Foto: Reprodução / Redes Sociais

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Uma empresa pertencente ao ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (União Brasil) transferiu R$ 4,4 milhões para uma conta pessoal do MC Ryan, acusado pela Polícia Federal (PF) de liderar uma engrenagem de ocultação e lavagem de bens à disposição do tráfico internacional de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC).

O valor teria sido depositado na conta do funkeiro pela venda de um helicóptero Robinson R66 Turbine. Ao Estadão, a assessoria de Marçal confirmou a transação, mas negou que o montante se referisse à aeronave e afirmou que o pagamento diz respeito à aquisição de parte de um imóvel feito pelo coach.

Apoiador da candidatura de Pablo Marçal à Prefeitura em 2024, Ryan foi alvo da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela PF na quarta-feira, dia 15, quando foi preso sob suspeita de liderar um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico internacional por meio de rifas e bets ilegais, além de atividades ligadas à produção musical e entretenimento.

Origem

A defesa de Ryan informou que todos os valores que transitam nas contas do funkeiro "possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos".

Na representação da PF que embasou a Operação Narco Fluxo, os investigadores destacam créditos da empresa R66 Air Ltda., que enviou R$ 4,4 milhões à pessoa física de MC Ryan. O quadro societário da companhia é composto pelo coach Pablo Marçal.

Segundo a apuração, o capital social da empresa é compatível com o valor de mercado de um helicóptero Robinson R66 Turbine, o que levanta a hipótese de que a transação esteja ligada à negociação da aeronave.

A rede de bets e rifas ilegais usada para lavar dinheiro do tráfico estruturou, segundo a investigação, "empresas de prateleira" e chegou a firmar contratos com fintechs investigadas nas Operações Compliance Zero, que atinge o Banco Master, e Sem Desconto, que apura um esquema bilionário de fraudes no INSS, que lesou milhares de aposentados e de pensionistas. O esquema da Narco Fluxo movimentou R$ 1,6 bilhão para o crime organizado, segundo a Polícia Federal, e tinha como operador-chave o contador Rodrigo Morgado, preso desde outubro de 2025 sob suspeita de prestar assessoria financeira ao Primeiro Comando da Capital.

A defesa de Morgado afirma que ele "é profissional da área contábil, atuando estritamente dentro dos limites legais de sua profissão, não tendo qualquer envolvimento com atividades ilícitas". Durante a Narco Fluxo, os federais cumpriram 45 mandados de busca e apreensão. Dos 39 mandados de prisão temporária expedidos, 33 foram executados.

*Com informações de O Estado de São Paulo 

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