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Polícia apreende bebidas, roupas e até massageador falsificado em MS

Ofensiva aconteceu em estabelecimentos de Dourados; operação começou na última segunda-feira (17)

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Desde a última segunda-feira (17), policiais da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon) apreenderam diversos produtos falsificados em Dourados, município a 228 quilômetros de Campo Grande.

A operação teve como objetivo reprimir a violação dos direitos de propriedade intelectual e do Código de Defesa do Consumidor.

No primeiro dia, a equipe policial vistoriou uma loja localizada na Avenida Joaquim Teixeira Alves, no Centro de Dourados.

No local, as equipes constataram o comércio de vários produtos de origem estrangeira. A venda destes produtos foi configurada como crime de descaminho, em razão de entrarem no país de maneira ilegal. Entre os objetos apreendidos estão: 

  • Capas de celulares
  • Relógios
  • Caixas de som
  • Suporte de celular para veículo
  • Carregadores
  • Tv Box
  • Cabos adaptadores
  • Controles
  • Termômetro digital
  • Lâmpadas para celular
  • Microfones
  • Massageadores
  • Aspiradores
  • Umidificadores.

Descaminho

Além da entrada ilegal no Brasil, o crime foi configurado em razão dos produtos não conterem informações em língua portuguesa, e nem o consentimento das marcas nacionais pela reprodução.

Na terça-feira (18), foi a vez de uma representante de bebidas também ser enquadrada. No local, a equipe configurou os crimes de Descaminho, Contrabando e Comércio de Produtos Sem as Especificações Necessárias.

Bebidas foram apreendidas pela equipBebidas alcoólicas foram apreendidas pela equipe policial. (Foto: Reprodução, PCMS)

E nessa quarta-feira (19), a fiscalização atuou em outro comércio, dessa vez, em conjunto com o Procon. No local, os agentes apreenderam 92 peças de roupas, 11 pares de sapatos e 12 bonés, todos falsificados.

Durante a diligência, o proprietário confessou que os produtos são falsificados e explicou que foram trazidos por ele mesmo de São Paulo. 

Prejuízo bilionário

Conforme levantamento do Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP), o comércio ilícito no Brasil superou prejuízos de quase 470 bilhões de reais no ano de 2024.

Entre este valor, estão inclusas as perdas diretas das indústrias e também a evasão fiscal. Todas as mercadorias com a comercialização proibida foram recolhidas e encaminhadas para a Receita Federal, na cidade de Ponta Porã.

As autoridades recomendam que os consumidores sempre confiram a mercadoria no momento da retirada, e, no caso das bebidas, verificar se o produto possui registro no Ministério da Agricultura, Pecuária (Mapa).

Além disso, vale conferir as condições da embalagem, pois na maioria das vezes apenas o líquido é adulterado, já que as garrafas são reutilizadas.

Há duas semanas, Decon apreendeu mais de 30 mil pares de tênis em Campo Grande

Há pouco mais de duas semanas, duas pessoas foram presas e mais de 30 mil pares de tênis falsificados foram apreendidos em duas lojas de Campo Grande. A ação ocorreu na tarde do dia 5 de fevereiro.

O titular da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon), delegado Reginaldo Salomão, disse ao Correio do Estado que os produtos entraram no país ilegalmente.

"Foi tipificado descaminho, porque a maioria dos produtos entrou no país ilegalmente, mas são permitidos no Brasil, então é descaminho", explicou.

A investigação começou a partir de um grupo de advogados, especializados em fazer levantamento de lojas que vendem produtos falsificados em todo o Brasil.

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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