Cidades

PRISÃO

Polícia Civil prende estuprador no interior de Mato Grosso do Sul

Homem estava condenado pela Justiça por estupro de vulnerável e foi preso na tarde de ontem

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Um homem de 33 anos foi preso na tarde da última quarta-feira (27), pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da Delegacia do município de Sete Quedas, a 467 quilômetros de Campo Grande. O homem era acusado por estupro de vulnerável, decorrente de condenação penal transitada em julgado.

Segundo as informações, a ação aconteceu dentro da Operação Integrar-Sul-Fronteira, por se tratar de uma cidade sul-mato-grossense fronteiriça com o país vizinho Paraguai.

Os agentes então teriam solicitado o mandado de prisão, que foi expedido às 15h25 e logo em seguida iniciaram a busca pelo criminoso. Ainda durante a tarde o homem foi localizado na cidade e detido pela equipe policial.

Na unidade policial foram realizadas as medidas cabíveis, e o homem permanece à disposição da Justiça.

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Oportunidades

Funsat disponibiliza mais de 1.400 oportunidades de emprego na Capital

A ação conta a colaboração de 144 empresas de Campo Grande, que ofertam vagas para 121 funções diferentes

28/05/2026 09h25

Funsat oferece 1.453 vagas de empregos nesta quinta-feira em Campo Grande

Funsat oferece 1.453 vagas de empregos nesta quinta-feira em Campo Grande Divulgação

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Para quem procura emprego na Capital Morena, a Fundação Social do Trabalho, a Funsat, está ofertando nesta quinta-feira (28), 1.453 vagas de empregos, disponibilizadas por 144 empresas de Campo Grande. 

Para estar apto para concorrer às vagas o candidato precisa estar com cadastro no Sine (Sistema Nacional do Emprego) atualizado. 

O painel de vagas conta com uma alta gama de oportunidades, dispostas em diferentes áreas do conhecimento, dentre elas, algumas funções ganham destaque como ajudante de eletricista, assistente de contabilidade, assistente de vendas, barman, captador de recursos, eletricista de manutenção industrial, encarregado de manutenção e estoquista.

Já em quesito de quantidade de vagas abertas o destaque vai para os operadores de caixas, que contam com 348 anúncios. Outra função que tem relevância no número é auxiliar de limpeza, que tem à disposição 209 vagas. 

Para quem busca o primeiro emprego ou a realocação no mercado de trabalho, não precisa se desesperar, pois cerca de 70% das vagas não exigem experiência prévia na função, concebendo que o  trabalhador realize o treinamento remunerado dentro da empresa. 

O público PCD (Pessoas com Deficiência), a Funsat disponibilizou cerca de 55 vagas exclusivas, para ampliar a oportunidade no mercado de trabalho. 

E as vagas estão distribuídas da seguinte forma, o destaque vai para auxiliar de confecção, que ocupa maior parte das oportunidades com 50 vagas, na sequência vem empacotador à mão e repositor de mercadoria, com duas vagas. 

E fechando o quadro tem auxiliar de limpeza, com uma vaga disponível. 

Para fechar o mês do trabalhador, nesta sexta-feira (29), a Capital vai contar com uma ação do Emprega CG que acontecerá no CRAS do Parque do Sol, localizado na Rua Maria Del Horno Samper, 247, o atendimento ocorrerá das 8h às 12h. 

A entrevistas do Emprega CG serão feitas pela Engetal Engenharia, que busca ocupar as 51 vagas disponíveis nas seguintes funções, pintor de obras (8), encanador (3), armador de ferro (4), almoxarife (1), pedreiro (15) e ajudante de obras (20).

Quanto ao atendimento da Funsat ele ocorre em dois pontos, na sede da Fundação, na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória e no Polo Moreninhas, na Rua Anacá, 699. O horário de funcionamento é das 7h às 13h.

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duas faces

Operação do MPMS prende 4 PMs que estavam a serviço do narcotráfico

Eles atuavam em Ribas do Rio Pardo e chegaram a repassar a traficantes parte dos entorpecentes que haviam apreendido de quadrilhas rivais

28/05/2026 09h15

Durante o cumprimento dos mandados foram apreendidas armas e centenas de cédulas de dinheiro, cujo valor ainda não foi informado pelo MPMS

Durante o cumprimento dos mandados foram apreendidas armas e centenas de cédulas de dinheiro, cujo valor ainda não foi informado pelo MPMS

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Uma operação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), prendeu, nesta quinta-feira (28) quatro policiais militares de Ribas do Rio Pardo que estavam a serviço de narcotraficantes e também atuavam na agiotagem. 

Bvatizada de Operação Janus, a investigação tem o objetivo de desmanelar crimes praticados por policiais militares em atuação perante a 13ª Companhia Independente da Polícia Militar, que atua na cidade que desde 2021 recebeu milhares de novos moradores em decorrência da instalação da fábrica de celulose da Suzano, ativada em julho de 2024. 

Segundo o MPMS, a investigação começou nos primeiros meses de 2025, a partir de denúncias apresentadas à promotoria revelando que policiais militares, então lotados na referida cidade, associaram-se a traficantes locais para o fim de praticar o comércio ilícito de entorpecentes.

O trabalho investigativo, que se estendeu por 14 meses, demonstrou que os agentes públicos protegiam os criminosos com os quais firmavam parceria, permitindo que comercializassem drogas livremente e até chegavam a usar violência contra inimigos desses traficantes parceiros.

Além disso, forneciam drogas para que esses comparsas revendessem, com posterior repasse de lucros, sendo que algumas dessas substâncias eram desviadas de apreensões realizadas em flagrante, inclusive após informações repassadas pelos próprios “sócios” deste comércio ilegal. 

Também restou apurado que alguns dos policiais militares investigados atuavam na prática ilícita da agiotagem e na cobrança de dívidas entre terceiros, quando eram contratados para empregar ameaças contra os devedores, valendo-se, evidentemente, da condição de servidores da segurança pública.

A operação cumpre 4  mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão domiciliar, nas cidades de Campo Grande e Ribas do Rio Pardo. Todos os mandados foram cumpridos com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar do Estado.

O nome da operação faz referência ao deus romano de duas faces – Janus – e simboliza a inversão de papéis verificada na investigação, em que policiais ostentam a importante representação estatal pela frente, mas agem de forma criminosa nos bastidores.

(Com informações da assessoria do MPMS)

 

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