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PF desmantela quadrilha que levava drogas ao PR e SC

Em Mato Grosso do Sul foram realizados 1 mandado de prisão temporária e 1 mandado de busca e apreensão

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Na manhã desta quarta-feira (12), a Polícia Federal cumpriu 9 mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, a ação faz parte da Operação Camisa 10, que investiga crimes de tráfico de drogas.

Ao todo, em três estados foram realizados 2 mandados de prisão temporária e 7 mandados de busca e apreensão, são eles: Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina, o processo resultou na prisão de dois indivíduos e na apreensão de equipamentos eletrônicos, documentos e um veículo. 

Além das apreensões, a Justiça determinou o bloqueio de bens dos investigados.

A operação teve as seguintes medidas judiciais:

  • Ponta Porã/MS 1 mandado de prisão temporária e 1 mandado de busca e apreensão.
  • Londrina/PR 5 mandados de busca e apreensão.
  • Joinville/SC 1 mandado de prisão temporária e 1 mandado de busca e apreensão

Operação Camisa 10

A Operação Camisa 10 é um desdobramento de investigações iniciadas em 2023, relacionadas ao tráfico de aproximadamente 6 toneladas de maconha na região de Presidente Prudente/SP.

Apesar de não haver confirmação da Polícia Federal, de acordo com o G1 Presidente Prudente, um caminhoneiro foi preso em flagrante por tráfico de drogas na noite do dia 24 de junho de 2023, na Rodovia Jorge Bassil Dower (SP-421), em Iepê (SP).

Durante uma operação conjunta entre a Polícia Militar Rodoviária e a Polícia Federal, o motorista, que dirigia um caminhão-trator com dois semirreboques, quando foi abordado na altura do km 104.

Ao longo da fiscalização e da entrevista, o condutor apresentou certo nervosismo, o que motivou uma busca minuciosa pelo veículo, segundo a polícia.

Em um dos compartimentos de carga, foram localizados 5.857 quilos de maconha, distribuídos em 199 fardos. O entorpecente foi apreendido.

Os agentes também confiscaram dois celulares, R$ 1 mil em dinheiro e o caminhão, com placas de Cambé (PR).

A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Polícia Federal, em Presidente Prudente (SP), e o motorista foi indiciado por tráfico de drogas.

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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