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Polícia Militar convoca candidatos a cabos e sargentos para exames de saúde

Polícia Militar convoca candidatos a cabos e sargentos para exames de saúde

DA REDAÇÃO

29/01/2015 - 15h15
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A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul publicou no Diário Oficial do Estado (DOE), editais assinados pelo comandante-geral, coronel Deusdete Oliveira Filho, convocando os candidatos a cabos e sargentos para a realização dos exames de saúde nos próximos dias 23 e 24 de fevereiro.

Os exames serão realizados à partir das 7h30 na Policlínica da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, localizada na rua Rodolfo José Pinho, 1506, no Jardim São Bento, em Campo Grande.

O exame de saúde é a segunda etapa do Processo Seletivo Interno para Ingresso nos Cursos de Formação de Cabos e Sargentos da Polícia Militar, que utiliza a antiguidade como critério seletivo.

A listagem dos convocados pode ser conferida nas páginas 8 e 9 do DOE de hoje, ou clicando aqui.

Pantanal Isolado

Após ponte cair e matar caminhoneiro, MS decreta emergência em três cidades

Decreto vale por 180 dias em Corumbá, Ladário e Coxim e permite a contratação de obras e serviços emergenciais sem licitação.

02/09/2026 16h10

Ponte João Wenceslau Leite de Barros, sobre o Rio Taquari, desabou durante a passagem de um caminhão e interrompeu importante ligação no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Ponte João Wenceslau Leite de Barros, sobre o Rio Taquari, desabou durante a passagem de um caminhão e interrompeu importante ligação no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Foto: Reprodução.

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O Governo de Mato Grosso do Sul decretou situação de emergência por 180 dias em Corumbá, Ladário e Coxim em razão do colapso da Ponte João Wenceslau Leite de Barros, sobre o Rio Taquari. A estrutura desabou durante a passagem de um caminhão e provocou a morte do motorista Alexandre de Freitas, de 49 anos.

A medida foi formalizada pelo Decreto “E” nº 61, assinado pelo governador Eduardo Riedel e publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (2). O desastre foi classificado como “colapso de edificações e queda de estrutura civil”, com nível de emergência II.

Na prática, o decreto permite que órgãos estaduais sejam mobilizados para atender os impactos provocados pelo desabamento, recuperar os acessos e reconstruir a estrutura.

Também fica autorizada, nos casos previstos pela legislação, a contratação emergencial de obras, serviços e equipamentos sem licitação.

A ponte ficava na MS-168, no trecho entre as rodovias MS-423 e MS-214, e constituía uma das principais ligações terrestres entre o Pantanal do Paiaguás e o Pantanal da Nhecolândia.

A queda interrompeu uma rota utilizada para o deslocamento de moradores, trabalhadores e estudantes, além do transporte de insumos, mercadorias e animais.

Segundo o decreto, a decisão foi tomada depois de uma visita técnica realizada pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul). O relatório produzido pelos técnicos confirmou o colapso da estrutura e subsidiou parecer favorável da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil.

Embora a emergência alcance os três municípios, o documento não detalha os prejuízos registrados individualmente em Corumbá, Ladário e Coxim. A inclusão das cidades está relacionada ao impacto regional causado pela interrupção da ligação viária no Pantanal.

Acidente matou caminhoneiro

A ponte desabou na manhã de 13 de agosto, enquanto um caminhão carregado com feno atravessava o Rio Taquari. Duas pessoas estavam no veículo no momento do acidente.

O passageiro conseguiu escapar, mas Alexandre de Freitas ficou preso na cabine, que foi submersa após a queda. O corpo do motorista foi encontrado por mergulhadores do Corpo de Bombeiros cerca de nove horas depois do acidente.

A carreta permaneceu no leito do rio por quase 20 dias. O veículo foi retirado na terça-feira (1º), um dia antes da publicação do decreto de emergência, em uma operação que exigiu o trabalho de mergulhadores e a utilização de três guinchos.

A Ponte João Wenceslau Leite de Barros tinha 168 metros de comprimento e 4,80 metros de largura. Inaugurada em 2009, a estrutura estava em operação havia aproximadamente 17 anos e havia custado cerca de R$ 2,1 milhões em valores da época.

As causas do desabamento ainda não foram esclarecidas. A apuração deverá envolver inspeções estruturais, sondagens e análises subaquáticas para identificar os fatores que levaram ao colapso.

Rota essencial para o Pantanal

Além de ligar duas importantes regiões pantaneiras, a estrada atendia propriedades rurais e comunidades localizadas em uma área marcada por grandes distâncias e dificuldades de acesso.

De acordo com o Sindicato Rural de Corumbá, pelo trecho passavam caminhões responsáveis pelo transporte anual de até 50 mil cabeças de gado. A rota também era utilizada para levar alimentos, combustíveis e outros insumos às fazendas, além de trabalhadores e estudantes.

Após o acidente, a entidade encaminhou ofícios à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística e à Secretaria de Estado de Governo cobrando providências urgentes. O pedido também incluiu a avaliação de outras pontes do Pantanal utilizadas por veículos pesados e de passeio.

Sem a travessia sobre o Rio Taquari, motoristas precisam buscar rotas alternativas pelas rodovias estaduais até alcançar a BR-163. A mudança amplia o percurso, aumenta os custos do transporte e dificulta o abastecimento das propriedades rurais localizadas na região.

Contratações emergenciais

Um dos principais efeitos do decreto é a possibilidade de realizar contratações sem licitação para enfrentar as consequências imediatas do desastre.

A autorização alcança a aquisição de bens, a prestação de serviços e a execução de parcelas de obras consideradas necessárias para evitar prejuízos ou riscos à população, aos serviços públicos e ao patrimônio.

A dispensa de licitação, entretanto, não significa liberdade irrestrita para contratar. O decreto determina que as medidas sejam limitadas ao atendimento da situação emergencial.

As obras e os serviços contratados por esse mecanismo deverão ter condições de conclusão no prazo máximo de um ano, contado a partir da ocorrência da emergência. O documento também proíbe a prorrogação desses contratos.

Apesar de abrir caminho para a reconstrução, o decreto não informa quanto o Estado pretende investir, qual solução será adotada para restabelecer a travessia nem quando as obras deverão começar. Também não há, até o momento, previsão oficial para a liberação definitiva do tráfego.

Mobilização da Defesa Civil

O decreto coloca a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil como responsável pela articulação das ações de resposta, reabilitação da área afetada e reconstrução da ponte.

Todos os órgãos estaduais poderão ser mobilizados para atuar no atendimento do desastre. O governo também autorizou a convocação de voluntários e a realização de campanhas de arrecadação de recursos para auxiliar a população atingida.

Em situações de risco iminente, agentes da Defesa Civil poderão entrar em imóveis para prestar socorro ou determinar a evacuação imediata.

O texto ainda permite a utilização de propriedades particulares quando houver perigo público, com garantia de indenização posterior caso sejam registrados danos.

A situação de emergência entrou em vigor com a publicação do decreto e permanecerá válida por 180 dias. Nesse período, o Estado deverá definir as medidas necessárias para restabelecer a ligação entre o Paiaguás e a Nhecolândia e reduzir os impactos econômicos e sociais provocados pela perda da ponte.

br-060

Motorista morre após caminhão cair na Serra de Maracaju

Acidente aconteceu em trecho de descida acentuada na BR-060, onde já aconteceram vários acidentes com veículos pesados

02/09/2026 15h00

Motorista perdeu o controle da direção em uma curva

Motorista perdeu o controle da direção em uma curva Foto: Sidronews

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Um motorista, identificado como Márcio de Oliveira Raimundo, 41 anos, morreu após perder o controle do caminhão que conduzia e cair em uma ribanceira, na BR-060, região da Serra de Maracaju, entre Nioaque e Sidrolândia, nesta quarta-feira (2).

A Serra de Maracaju, no trecho da BR-060 entre Nioaque e Sidrolândia, é um relevo acentuado conhecido historicamente pelo alto risco de acidentes e curvas sinuosas.

De acordo com informações do site Nioaque News, o motorista conduzia um caminhão de pequeno porte carregado com tijolos, quando saiu da pista em uma curva e caiu na serra, em uma altura de cerca de 200 metros.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram acionadas por volta das 6h.

Inicialmente, as equipes encontraram o caminhão tombado, sem a vítima na cabine, e a suspeita era de ele pudesse ter sido arremessado com o impacto ou ter deixado a cabine.

No entanto, após o destombamento do veículo, o corpo da vítima foi encontrado embaixo do caminhão, sendo constatado o óbito.

O homem estava sozinho e não há informações sobre as circunstâncias do acidente, que serão apuradas pela Polícia Civil.

Segundo os sites locais, a região da Serra de Maracaju, no trecho entre Nioaque e Sidrolândia, tem uma descida acentuada, onde já foram registrados vários acidentes com veículos pesados.

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