Polícia

CAMPO GRANDE

Durante execução de dono de lava jato, bala perdida mata motociclista

Crime aconteceu nesta sexta-feira, na avenida das Bandeiras, em Campo Grande

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Luiz Alberto da Conceição, dono de um lava jato localizado na Avenida das Bandeiras, foi executado a tiros nesta sexta-feira (27), em Campo Grande.

Durante o crime, uma bala perdida atingiu e matou o eletricista Adriano Medeiros Pereira, que seguia para o trabalho em uma moto.

De acordo com informações apuradas pelo Correio do Estado, um homem rmado chegou até o lava jato e efetuou disparos contra Luiz Alberto.

A vítima ainda chegou a tentar fugir, correndo para a rua.

Ele foi perseguido pelo criminoso, que continuou atirando pelas costas do empreendedor.

O homem foi atingido por dois tiros nas costas e caiu na rua. O assassino se aproximou e disparou outras vezes na cabeça da vítima, a queima roupa, na frente de funcionários e pessoas que passavam pelo local.

Um dos tiros disparados durante a perseguição atingiu o motociclista Adriano Medeiros Pereira, 33 anos, no coração.

Ele estava a caminho do trabalho e chegou a andar cerca de 50 metros após o tiro, até que caiu. Ele chegou a ser atendido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu ao ferimento e morreu no local.

O homem não tinha nenhum envolvimento com o caso.

A esposa do dono do lava jato chegou ao local, visivelmente abalada e gritando “volta para mim”.

Informações preliminares da Polícia Militar apontam que o crime foi premeditado, pois o atirador chegou ao local, se escondeu atrás de um carro e esperou até a chegada da vítima.

Além disso, ele foi diretamente até o empreendedor e atirou pelas costas.

Conforme a polícia, o modus operandi configura uma execução, até por não haver furo de projétil em nenhuma parede próxima e nenhuma cápsula pelo chão.

O criminoso fugiu do local e, até a publicação desta reportagem, não havia sido localizado.

Imagens de segurança registraram toda a ação e já estão em posse da Polícia Civil, que investiga o caso.

Suposto Ritual

Homem que pichou cemitério com nome de policiais é preso em Campo Grande

Com ficha extensa, homem picha nome de policiais que quer mortos, em cemitério de município do interior

20/06/2024 17h00

Divulgação Polícia Civil

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Após ter pichado o cemitério, marcando nome de policiais que supostamente desejava a morte, um homem de 33 anos, foi localizado e preso na rua dos Topógrafos, no bairro Jardim Centro Oeste, em Campo Grande.

A pichação ocorreu no Cemitério Municipal de Bonito, entre os dias 07 e 08 de junho, conforme divulgação da polícia Civil, o cidadão marcou nome de agentes da polícia que queria morto, em uma espécie de ritual.

Em ação conjunta com a Delegacia de Repressão aos Crimes de Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (GARRAS), por meio do trabalho da inteligência, conseguiram identificar e prender o homem identificado como P.L.C.F, na quinta-feira (20).

Assim que os agentes localizaram o criminoso foi expedido um mandado de busca e apreensão. 

Capivara extensa

O homem de 33 anos, cumpria pena com uso de tornozeleira eletrônica, no entanto, ele rompeu o equipamento e fugiu para escapar da Justiça. Agora irá responder por vandalismo e danos ao patrimônio público. 

Segundo divulgado, a ficha criminal dele possui 65 registros, entre os crimes cometidos estão:

  • Homicídio tentado;
  • Estupro de Vulnerável;
  • Furto;
  • Porte de arma de fogo;
  • Resistência;

Pichação é crime?

A pichação, conforme previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605 / 1998), é crime por ser considerada degradação da paisagem urbana ao ser realizada em locais proibidos. A lei prevê que sejam analisados os seguintes pontos:

  •  Gravidade do fato, tendo em vista os motivos da infração e suas conseqüências para a saúde pública e para o meio ambiente;
  • Os antecedentes do infrator quanto ao cumprimento da legislação de interesse ambiental;

"Ao contrário do grafite, no Brasil, a pichação é considerada como crime ambiental, nos termos do artigo 65 da Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais), que estipula pena de detenção de 03 meses a 01 ano, e multa, para quem pichar ou por qualquer meio conspurcar edificação ou monumento urbano".

 

** Com informações do JusBrasil

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rochedo

Corpo de jovem de 22 anos que se afogou no Rio Aquidauana é encontrado

Homem desapareceu no sábado (15) e corpo foi encontrado nesta terça-feira (18)

19/06/2024 11h00

Rio Aquidauana, em Rochedo

Rio Aquidauana, em Rochedo DIVULGAÇÃO

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Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS) localizou o corpo de Darwin José Larez Arriojas, de 22 anos, na tarde desta terça-feira (19), no Rio Aquidauana, em Rochedo, município localizado a 83 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, Darwin e seu amigo tomavam banho de rio na tarde de sábado (15), quando decidiram atravessar o rio. Mas, o jovem de 22 anos não conseguiu superar a força da correnteza, foi levado pelas águas e se afogou.

De acordo com o boletim de ocorrência, ambos haviam se reunido na casa de um parente e ingerido bebida alcoólica antes de irem para a beira do rio.

Populares presenciaram o momento em que a correnteza levou o rapaz e acionaram o Corpo de Bombeiros via 193.

O CBMMS se deslocou até o local, iniciou as buscas, mas, até então, não havia localizado o corpo do rapaz.

O caso foi registrado como Morte a Esclarecer e Desaparecimento de Pessoa na Delegacia de Polícia Civil de Rochedo.

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