Polícia

Estelionato

Militar da aeronáutica praticava 'golpe do pix' porque passava por problemas financeiros

O suspeito está no Comando da Base Aérea, onde se encontra à disposição da justiça.

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O mecânico hidráulico de aeronaves da Força Aérea Brasileira, Alexander Goulart Rocha, de 43 anos, foi preso em flagrante na última semana, pelos agentes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), acusado de aplicar golpes do ‘falso PIX’ em três óticas de Campo Grande. Ele alegou aos policiais que praticava o crime de estelionato, porque passava por problemas financeiros. 

Conforme as investigações da Derf, Alexander entrava nas lojas usando uniforme da aeronáutica, o que passava credibilidade e honestidade aos comerciantes. Utilizando deste benefício, realizava o “golpe do falso pix”, mostrando comprovantes fraudados e causando prejuízos de mais de R$3.560,00.

Uma dessas óticas, localizada na Avenida Afonso Pena, o homem adquiriu três óculos importados avaliados em R$3.560,00, mediante a apresentação de comprovante falso de PIX.

No mesmo dia, por volta das 10h, o suspeito se dirigiu a outra ótica na Rua José Antônio, onde tentou adquirir cinco óculos avaliados em R$4.300,00, mediante a apresentação de comprovante falso de PIX. Durante o pagamento deste produto, o comerciante percebeu que o valor não havia sido creditado, com isso a tentativa de roubo foi frustrada. 

Na tentativa de fazer mais vítimas, o suspeito foi até uma terceira ótica, dentro de um shopping na Capital. Dessa vez, conseguiu adquirir quatro óculos avaliados em R$1.796,40, usando a mesma tática do comprovante falso de PIX à vendedora.

Após a descoberta destes crimes, os policiais civis conseguiram localizar Alexander em uma residência no Jardim São Lourenço, em Campo Grande. 

Em depoimento à polícia, Alexander confessou que praticava os crimes porque estava passando por dificuldades financeiras. Ele foi encaminhado ao Comando da Base Aérea, onde se encontra à disposição da justiça.  

Crime

Homem é detido após lavar mandiocas em pia batismal de igreja em MS

Segundo a PM, suspeito teria xingado padre, se recusado a deixar o templo e resistido à abordagem policial

14/08/2026 14h30

Situação aconteceu em Antônio João

Situação aconteceu em Antônio João Reprodução/

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Um homem foi detido após entrar em uma igreja católica e usar a água da pia batismal para lavar raízes de mandioca, em Antônio João, a cerca de 320 quilômetros de Campo Grande. O caso foi registrado pela Polícia Militar e envolveu acusações de resistência, perturbação do sossego e discriminação religiosa.

Segundo o boletim de ocorrência, a PM foi acionada para atender à situação dentro da igreja. O padre José Eduardo relatou aos policiais que o homem entrou na igreja carregando um balde e começou a enchê-lo com água para lavar as mandiocas.

O religioso teria pedido que ele pegasse a água e deixasse o local. Conforme o relato, porém, o homem se recusou a sair e, em seguida, levou as raízes até o tanque batismal, onde passou a lavá-las.

Ainda segundo a ocorrência, durante o episódio, o homem teria proferido xingamentos contra o padre. O religioso também afirmou que, em determinado momento, o suspeito tentou atingi-lo com o balde.

A PM realizou buscas nas proximidades e localizou o homem, identificado como Ronaldo Machado da Silva. Ele estava com um balde contendo aproximadamente 13 pedaços de raízes de mandioca.

Abordagem

De acordo com a Polícia Militar, durante a abordagem, o homem apresentou comportamento agitado e agressivo e resistiu à ação policial. Os agentes utilizaram instrumentos de menor potencial ofensivo e algemas.

O homem foi encaminhado à autoridade competente para os procedimentos cabíveis. O caso foi registrado como resistência, perturbação do trabalho ou do sossego alheio.

Tráfico

PF apreende quase 5 kg de drogas sintéticas em ações contra tráfico internacional em Corumbá

Quatro bolivianos foram presos em flagrantes distintos; entorpecentes teriam como destino Santa Cruz de la Sierra

13/08/2026 14h00

Reprodução PF

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A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com a Receita Federal, apreendeu quase 5 quilos de drogas sintéticas em duas operações realizadas em Corumbá, na fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia. Quatro bolivianos foram presos durante os flagrantes.

As apreensões ocorreram em ações integradas de inteligência, investigação e fiscalização. Ao todo, foram encontrados aproximadamente 3,9 quilos e 1 quilo de substâncias com características compatíveis com ecstasy, incluindo MDA, MDMA e MDEA, em formas como pó, cristais e outros materiais sólidos.

Segundo as investigações, os entorpecentes teriam como destino o mercado boliviano, principalmente a cidade de Santa Cruz de la Sierra. A origem das drogas é investigada, mas os primeiros elementos levantados indicam que os carregamentos podem ter saído da região Sudeste do Brasil.

A PF também apura o uso de uma estratégia conhecida como logística reversa do tráfico, utilizada por organizações criminosas para dificultar a identificação da origem, do destino e dos responsáveis pelas remessas de drogas.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer toda a cadeia logística utilizada no transporte dos entorpecentes até a região de fronteira.

As substâncias apreendidas serão submetidas aos procedimentos periciais para confirmação da composição e das quantidades.

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