Motoristas que utilizam a MS-345 entre Anastácio e Bonito terão de buscar rotas alternativas nesta semana. A ponte sobre o Rio Miranda ficará totalmente interditada por 48 horas para a realização de novos serviçoes de recuperação e reforço da estrutura.
Conforme informado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), a interrupção do tráfego começa às 6h desta terça-feira (18) e está prevista para terminar às 6h de quinta-feira (20).
A medida é necessária para permitir a execução dos trabalhos na ponte e, ao mesmo tempo, preservar a segurança dos usuários da rodovia durante a intervenção.
A obra é gerenciada pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) e entra agora em uma nova etapa, com serviços voltados à recuperação e ao reforço da estrutura.
Durante o período de bloqueio, a orientação é para que quem pretende viajar para Bonito ou deixar o município programe o deslocamento com antecedência, já que será necessário utilizar outros caminhos.
Rotas alternativas
Uma das opções indicadas é seguir pela BR-419. Nesse trajeto, o motorista passa por Aquidauana, segue até Nioaque e Guia Lopes da Laguna e, posteriormente, acessa a MS-382 para continuar a viagem em direção a Bonito.
A segunda alternativa é pela MS-339. Neste caso, o trajeto começa em Miranda, passa por Bodoquena e segue até Bonito.
A recomendação é que os condutores considerem o desvio no planejamento da viagem, principalmente em razão do aumento da distância e do tempo de deslocamento provocado pela interdição.
A previsão é de que o tráfego na ponte sobre o Rio Miranda seja restabelecido a partir das 6h de quinta-feira (20), após o período reservado para execução dos serviços.
Obras
A obra de recuperação estrutural da ponte de concreto sobre o Rio Miranda, no distrito de Águas do Miranda, entre os municípios de Anastácio e Bonito, é executada pela Agesul, integrando as ações do Governo do Estado para a recuperação da estrutura.
Ao todo, a obra tem um investimento de R$ 3,3 milhões e inclui o recondicionamento de pontos estratégicos, reforço estrutural e adequação técnicas para melhorar a estabilidade da ponte, que foi construída pelo Exército Brasileiro em 1967, antes da rodovia ser pavimentada.
Após cada interdição total, a ponte volta a operar com as restrições já adotadas no trecho, como sistema pare e siga, tráfego em meia pista e circulação limitada a veículos leves, caminhonetes e caminhões de pequeno porte, com peso máximo de até 10 toneladas e passagem de um veículo por vez.
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